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Sistema Nervoso

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Sistema Nervoso  
 
 
É dividido em duas formas: a  
anatômica e a funcional, a divisão  
anatômica consiste em sistema nervoso   
3- Linha primitiva  
 
central (encéfalo e medula espinhal) e  
sistema nervoso periférico (nervos e  
gânglios) e a divisão funcional é  
composta por sistema nervoso  
somático e sistema nervoso visceral ou  
autônomo.   
 
 
O sistema nervoso possui origem do  
processo chamado de neurulação que  
constitui que a placa neura l e as  
pregas neurais sejam formadas, e o  
fechamento que forma o tubo neural .   
→ Ectoderma diferenciado acima da  
notocorda =  
neuroepitélio/neuroectoderma.  
  
1- Placa neural   
2- Processo notocordal/notocorda  
 
1- Tubo neural  
2- Prega neural   
4- Somitos   
5- Crista neural  
7- Abertura cranial neural (neuróporo  
cranial)   
8- Abertura caudal do canal neural  
(neuróporo caudal)  
O tubo neural dá origem a estruturas  
do sistema nervoso central (encéfalo e  
medula espinhal), a parede do tubo  
neural se espessa para formar o  
encéfalo e medula espinhal e o canal  
neural é convertido em sistema  
ventricular do encéfalo e canal central  
da medula espinhal.   
A crista neural dá origem a estruturas  
do sistema nervoso periférico .   
 
O desenvolvimento da medula espinhal  
é realizado através do espessamento  
das paredes laterais do tubo neural  
(compostas por células neuroepiteliais),  
as células neuroepiteliais formam a  
zona ventricular (dá origem a células  
de sustentação primordiais gioblastos),  
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algumas células em divisão na zona  
ventricular formam os neuroblastos  
(precursores dos neurônios), que  
delimitam uma zona intermediária e  
rapidamente, na região externa  
forma-se a zona marginal (dá origem a  
substância branca da medula  
espinhal).   
Células neuroepiteliais -  
pseudoestratificado colunar   
 
Possuindo duas diferenciações 1°  
neuroblastos que se transforma em  
neurônios,   
   
 A 2° transformação faz com que o  
glioblastos/espongioblastos se  
modifiquem para células microgliais,  
astroblastos e oligodendroblastos que  
se tornam astrócitos e  
oligodendrócitos.  
   
Quando as células neuroepiteliais  
cessam a produção de neuroblastos e  
glioblastos, elas se diferenciam em  
células ependimárias que revestem o  
canal central da medula espinhal.   
 
A microglia tem origem do  
mesênquima.  
A medula espinhal é a proliferação e  
diferenciação de células neuroepiteliais  
na medula espinhal em  
desenvolvimento leva a formação de  
paredes espessas e placas delgadas do  
teto e do assoalho do canal medular .  
O espessamento lateral produz sulcos  
longitudinais de ambos os lados ( sulcos  
limitantes ), que separa as:  
placa/lâmina alar (parte dorsal) e  
placa/lâmina basal (parte ventral) que  
possuem funções aferentes e eferentes.    
 
 
 
 
 
 
 
 
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Paredes espessas Placas Delgadas  
Dorsal   
 
Ventral  
Nas paredes espessas encontram a  
placa alar (neurônios aferentes e corno  
dorsal) e placa basal (neurônios  
eferentes e corno ventral) que dão  
origem a substância cinzenta da  
medula espinhal.  
 
Os gânglios espinhais se derivam as  
células da crista neural , os  
prolongamentos periféricos dos  
gânglios espinhais passam através de  
nervos espinhais para terminações  
sensoriais em estruturas somáticas ou  
viscerais e os prolongamentos centrais  
dos gânglios penetram na medula  
espinhal e formam a raiz dorsal dos  
nervos.   
 
As meninges espinhais são a  
condensação do mesênquima ao redor  
do tubo neural, que forma a meninge  
primitiva . 
 
A meninge espinhal primitiva é dividida  
em camadas a mais externa dessa  
membrana forma a dura-máter e a  
camada mais interna dessa membrana  
e a migração de células da crista  
neural formam a aracnóide e  
pia-máter (leptomeninges). Entre a  
aracnóide e a pia-máter surgem  
espaços cheios de líquido, que formam  
o espaço subaracnóide completo por  
líquido cerebroespinhal embrionário  
para nutrição das células.   
Para o desenvolvimento do encéfalo é  
necessário a fusão das pregas neurais  
na região cefálica e fechamento do  
neuróporo cranial.   
 
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O encéfalo do embrião cresce  
rapidamente e dobra-se ventralmente  
com a prega cefálica e essa prega  
produz: flexura mesencefálica na  
região do mesencéfalo e flexura  
cervical na junção do rombencéfalo  
com a medula espinhal,  
posteriormente, o crescimento desigual  
do encéfalo entre essas duas flexuras  
produz a flexura pontina .   
Prega cefálica:  
 
 
 
 
Encéfalo posterior:  
 
Parte rostral é o metencéfalo que  
torna-se a ponte e o cerebelo, a  
cavidade do mesencéfalo torna-se o IV  
ventrículo e a parte caudal o  
mielencéfalo que torna-se a medula  
oblonga ou bulbo.  
Encéfalo médio:   
O mesencéfalo é o que sofre menores  
transformações durante o  
desenvolvimento, o canal neural  
estrita-se e forma o aqueduto cerebral  
que conecta o III ao IV ventrículo.  
Encéfalo anterior:  
Telencéfalo Diencéfalo  
    
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O telencéfalo é composto por  
hemisférios cerebrais, cavidades dos  
hemisférios cerebrais que se tornam os  
ventrículos laterais e o diencéfalo é  
formado pelo hipotálamo, tálamo e  
hipotálamo, o corpo pineal se  
desenvolve de um divertículo do  
diencéfalo. As cavidades do telencéfalo  
e do diencéfalo dão origem ao III  
ventrículo.  
O desenvolvimento do sistema nervoso  
periférico é dado pelos nervos  
cranianos e espinhais, gânglios  
cranianos e espinhais e células da  
crista neural.   
 
 
 
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