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AULA 07 (ABDOME)_

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TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS
PRONATEC
AULA 7: ESTUDO RADIOGRÁFICO
 DO ABDOME.
1/108
1
1. PLANO SAGITAL MEDIANO
▪ Divide a cavidade abdominal verticalmente em metades
direita e esquerda.
2 E 3. PLANOS MEDIOCLAVICULARES
(DIREITO E ESQUERDO)
▪ Planos sagitais que passam pelo ponto médio das
clavículas e pelos respectivos pontos medioinguinais
(cada um situado na metade da distância entre a EIAS de
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PLANOS DAS CAVIDADES ABDOMINAL E PÉLVICA
EM VISTA ANTERIOR (BIASOLI)
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1
4
5
6
4. PLANO SUBCOSTAL
▪ Plano horizontal (transversal) que passa através da
margem inferior da 10ª. cartilagem costal de cada lado.
5. PLANO TRANSUMBILICAL
▪ Plano horizontal (transversal) que passa através da
cicatriz umbilical e do espaço intervertebral de L3-L4.
6. PLANO TRANSTUBERCULAR (PLANO
HORIZONTAL INFERIOR)
▪ Plano horizontal (transversal) situado na topografia
do corpo de L5 passando pelos tubérculos ilíacos
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PLANOS DAS CAVIDADES ABDOMINAL E PÉLVICA
EM VISTA ANTERIOR (BIASOLI)
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1
4
5
6
7
7. PLANO TRANSPILÓRICO (PLANO HORIZONTAL
SUPERIOR OU PLANO DE ADDISON)
▪ Plano horizontal (transversal) situado na topografia da
borda superior de L1 (aproximadamente na metade da
distância entre a cicatriz umbilical e o corpo do esterno).
8. PLANO FRONTAL (CORONAL)
▪ Divide a cavidade abdominal e pélvica verticalmente em
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PLANOS DAS CAVIDADES ABDOMINAL E PÉLVICA
EM VISTA ANTERIOR (BIASOLI)
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12 3
12 3
1
2 3
PRINCIPAIS LINHAS DAS CAVIDADES
ABDOMINAL E PÉLVICA (BIASOLI)
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VISTA ANTERIOR
1. Linha mediana anterior.
2. Linha medioclavicular esquerda.
3. Linha medioclavicular direita.
VISTA POSTERIOR
1. Linha mediana posterior.
2. Linha escapular direita.
3. Linha escapular esquerda.
VISTA LATERAL
1. Linha axilar média.
2. Linha axilar anterior.
3. Linha axilar posterior.
PRINCIPAIS LINHAS DAS CAVIDADES
ABDOMINAL E PÉLVICA (BIASOLI)
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 Quadrantes: definidos por dois planos perpendiculares entre si, o PSM e o
plano transumbilical.
DIVISÃO DAS CAVIDADES ABDOMINAL E PÉLVICA
 EM QUADRANTES (4) (BIASOLI)
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Q SD Q S E Q ID Q I E
Fígado
Baço Cólon ascendente Cólon descendente
Vesícula biliar
Estômago Apêndice (vermiforme) Cólon sigmóide 2/3
do jejuno
Flexura cólica
(hepática) direita
Flexura cólica
(esplênica)
esquerda
Ceco 2/3 do íleo Válvula
ileocecal
Cabeça do pâncreas
Cauda do
pâncreas
Rim direito
Rim esquerdo
Glândula
adrenal direita
Glândula adrenal
esquerda
Duodeno
DIVISÃO DAS CAVIDADES ABDOMINAL E PÉLVICA
 EM QUADRANTES (4) (BIASOLI)
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1 2
3 4
5 6
7
8
9
1. Hipocôndrio direito.
2. Hipocôndrio esquerdo.
3. Flanco (lombar) direito.
4. Flanco (lombar) esquerdo.
5. Inguinal (ilíaca) direita.
6. Inguinal (ilíaca) esquerda.
7. Epigástrio.
8. Mesogástrio (umbilical).
9. Hipogástrio (pubiana).
DIVISÃO DAS CAVIDADES ABDOMINAL E PÉLVICA
 EM REGIÕES (9) (BIASOLI)
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1
2
3 3
1. Processo Xifoide;
2. Sínfise Pubinana;
3. Crista Ilíaca.
PONTOS ANATÔMICOS DE REFERÊNCIA
SUPERFICIAL DO ABDOME (BIASOLI)
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1. Ponta do processo xifoide (nível de T9-T10).
2. Margem costal inferior (nível de L2-L3).
3. Crista ilíaca (nível de L4-L5).
4. Espinha ilíaca ântero-superior (EIAS).
5. Trocanter maior.
6. Sínfise púbica.
7. Tuberosidade isquiática.
MARCOS TOPOGRÁFICOS DO ABDOME
(BONTRAGER)
11/108
Os três músculos mais importantes na radiografia de abdome são o
diafragma e os psoas maior direito e esquerdo.
MÚSCULOS ABDOMINAIS
(BONTRAGER)
12/108
Um dos fatores básicos na boa radiografia abdominal é a ausência de
movimento (pode ser voluntário ou involuntário).
Para evitarmos isso devemos empregar sempre o menor tempo de exposição
possível.
Uma segunda forma de evitar o movimento voluntário é pelo fornecimento de
instruções respiratórias cuidadosas ao paciente.
A maioria das radiografias abdominais é feita em expiração (o paciente é
instruído a “inspirar profundamente” e em seguida expirar totalmente e
prender a respiração.
As radiografias de abdome são obtidas em expiração, com o diafragma em
uma posição superior para visualizar melhor as estruturas abdominais.
ESTUDO RADIOLÓGICO DO ABDOME
INTRUÇÕES RESPIRATÓRIAS - (BONTRAGER)
13/108
Os principais fatores de exposição para as radiografias de abdome são as
seguintes:
1. Kv médio (70-80).
2. Pequeno tempo de exposição.
3. mAs adequado para a densidade suficiente.
ESTUDO RADIOLÓGICO DO ABDOME
FATORES DE EXPOSIÇÃO - (BONTRAGER)
14/108
Boas práticas de proteção contra a radiação são essencialmente importantes
na radiografia abdominal devido à proximidade das gônadas radiossensíveis.
Devemos atentar para o que se descreve a seguir:
1. Repetição de exames (seleção correta de fatores para evitar a repetição do
exame).
2. Colimação.
3. Proteção Gonadal.
4. Proteção para gravidez (regra dos dez dias).
ESTUDO RADIOLÓGICO DO ABDOME
PROTEÇÃO RADIOLÓGICA (BONTRAGER)
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 Tempo de exposição:
 Motivo?
 Filme:
 Grade:
 Foco:
 DFoFi:
 Tomografia Convencional:
 Mais comum?
 mais curto possível.
Evitar a falta de nitidez da imagem causada pela movimentação das
alças intestinais.
 30 x 40 cm ou 35 x 43 cm
 uso de grade móvel.
 grosso.
 100 cm.
 qualquer região do abdome.
Lojas renais.
ESTUDO RADIOLÓGICO DO ABDOME
REGRAS GERAIS (BIASOLI)
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BÁSICAS
 AP em decúbito dorsal.
ESPECIAIS
 Decúbito ventral (PA).
 AP ortostático.
 Decúbito lateral (direito ou esquerdo) em AP.
 Decúbito dorsal lateral (direito ou esquerdo).
 Decúbito lateral (direito ou esquerdo).
ROTINA DE ABDOME AGUDO
 PA de tórax.
 AP de abdome ortostático.
 AP de abdome em decúbito dorsal.
ESTUDO RADIOLÓGICO DO ABDOME
(BONTRAGER)
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Centro do filme ao nível das cristas ilíacas, com a margem inferior na sínfise
púbica.
 Sem rotação da pelve ou dos ombros.
Exposição feita ao final da expiração (permita cerca de 1 segundo de atraso
depois da expiração para que cessem os movimentos involuntários do
intestino).
AP DE ABDOME EM DECÚBITO DORSAL
 (BÁSICA - BONTRAGER)
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São demonstradas obstruções intestinais, neoplasias, calcificações,
ascite e utilizada como radiografia inicial para estudos contrastados do
abdome.
 Paciente em DD com o PMS centralizado na LCM e/ou chassi.
 Braços colocados ao lado do paciente, afastados do corpo.
 RC: ⊥, ao nível das cristas ilíacas.
 DFoFi: 100 cm.
 Chassi: 35 x 43 cm, longitudinal.
 Bucky: com bucky.
 Respiração: apneia expiratória.
AP DE ABDOME EM DECÚBITO DORSAL
 (BÁSICA - BONTRAGER)
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20
PSOAS MAIOR
DIREITO
PSOAS MAIOR
ESQUERDO
RIM
DIREITO
RIM
ESQUERDO
BEXIGA
CÓLON
ASCENDENTE
CÓLON
TRANSVERSO
CÓLON
DESCENDENTE
12º ARCO
COSTAL
ASA
DO
SACRO
CÓCCIX
SÍNFISE
PÚBICA
CRISTA
ILÍACA
TROCANTER
MAIOR
AP DE ABDOME EM DECÚBITO DORSAL
 (BÁSICA - BONTRAGER)
ÍLI
O
T 12
L1
L2
L3
L4
L5
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 PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO TÉCNICA
Todo o abdome (das cúpulas frênicas à sínfise pubiana), o contorno dos rins e
os psoas devem estar visíveis na radiografia.
AP DA PELVE
 (BÁSICA - BONTRAGER)
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OBS: incidência menos desejável que a AP se os rins são de interesse
primário devido ao aumento da DOF.
PA DE ABDOME EM DECÚBITO VENTRAL
 (ESPECIAL - BONTRAGER)
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São demonstradas obstruções intestinais, neoplasias, calcificações,
ascite e utilizada como radiografia inicial para estudos contrastados do
abdome.
 Paciente em DV com o PMS centralizado na LCM e/ou chassi.
 Pernas esticadas e braços para cima da cabeça.
 RC: ⊥, ao nível das cristas ilíacas.
 DFoFi: 100 cm.
 Chassi: 35 x 43 cm, longitudinal.
 Bucky: com bucky.
 Respiração: apneia expiratória.
OBS: segundo BIASOLI o RC é ⊥ e incide ligeiramente acima das cristas
PA DE ABDOME EM DECÚBITO VENTRAL
 (ESPECIAL - BONTRAGER)
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OBSERVAÇÕES
Paciente deve permanecer em posição ortostática
durante pelo menos 5 minutos, mas 10 a