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ESCOLA DE FRANKFURT

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ESCOLA DE FRANKFURT
Teoria crítica
- Influência principal: Marx – Rejeita o cientificismo marxista - outras influências: Freud, Weber e Hegel
- Cunhar uma teoria crítica acerca de toda a sociedade pós-industrial
- A Dialética do esclarecimento – Max Horkheimer e Theodor Adorno – Crítica à racionalidade instrumental e culto à técnica; escancaramento das relações de dominação
- Eros e Civilização – Herbert Marcuse – Análise e crítica ao “Principio de Desempenho” pós industrial
Ulysses como protoburguês
Progresso e História: Messianismo e revolução
Por uma história que redima
Os espelhos estão cheios de gente.
Os invisíveis nos veem.
Os esquecidos nos recordam.
Quando nos vemos, nós os vemos.
Quando nos vamos, eles se vão?
Este livro foi escrito para que não se vão.
Nestas páginas se unem o passado e o presente.
Renascem os mortos, os anônimos têm nome:
os homens que levantaram os palácios e os templos de seus
senhores;
as mulheres, ignoradas pelos que ignoram o que temem;
o sul e o oriente do mundo, desprezados pelos que desprezam o que
ignoram;
os muitos mundos que contêm e esconde;
os pensadores e os sentidores;
os curiosos, condenados por perguntar,
e os rebeldes e os perdedores e os loucos lindos que foram e são o
sal da terra.
- Eduardo Galeano
Industria cultural
- A resolução das contradições do capitalismo
- Século XX, homogeneizar os padrões de cultura, não combate críticas, as absorve
- Sistema global, arte virou mercadoria a serviço do capitalismo impossível de não se consumir - alienação
- Padronização, mudança sensorial, inspiração ao sadismo, mina a capacidade revolucionária do proletariado que naturaliza suas condições
- Publicidade, sensacionalismo, etc.
A reprodutividade da arte
- Walter Benjamin
- Arte oscilante entre o polo da exposição e o do culto até a ruptura na indústria cultural que lhe retira a Aura
- Contato indireto com a obra de arte
- Arte sai de um grupo restrito, para toda a sociedade
- Destruição da cultura ancestral
- É possível torná-la ferramenta a favor do proletário
- “O fascismo estetiza a política convergindo para a guerra, pois a guerra mobiliza as massas mantendo as relações de produção, mobiliza todos os recursos técnicos também mantendo as relações de produção”
- Fiat ars, pereat mundus – Que se faça arte e o mundo pereça
- O comunismo deve politizar a arte em resposta
"Há vinte e sete anos, nós futuristas contestamos a afirmação de que a guerra é antiestética... Por isso, dizemos: ...a guerra é bela, porque graças às máscaras de gás, aos megafones assustadores, aos lança-chamas e aos tanques, funda a supremacia do homem sobre a máquina subjugara. A guerra é bela, porque inaugura a metalização onírica do corpo humano. A guerra é bela, porque enriquece um prado florido com as orquídeas de fogo das metralhadoras. A guerra é bela, porque conjuga numa sinfonia os tiros de fuzil, os canhoneios, as pausas entre duas batalhas, os perfumes e os odores de decomposição. A guerra é bela, porque cria novas arquiteturas, como a dos tanques, dos esquadrões aéreos em formação geométrica, das espirais de fumaça pairando sobre aldeias incendiá-las, e muitas outras. Poetas e artistas do futurismo ... lembrai-vos desses princípios de uma estética da guerra, para que eles iluminem vossa luta por uma nova poesia e uma nova escultural".
- Marinetti; artista futurista em seu manifesto sobre a guerra colonial da Etiopía
Jurgen Habermas
- Teoria da Ação Comunicativa: Diálogo em busca do consenso substituindo a Ação Instrumental – Ação no Mundo da Vida, não no Sistema