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Introdução à farmacologia do SNC

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Introdução à farmacologia 
do SNC 
 
® SNC 
 
 
 
 
® Diencéfalo 
 
 
 
 
 
® Núcleos da base : controle de movimentos finos. 
 
 
 
® Receptores 
	
	
	
	
® Modulação do movimento: cerebelo + núcleos 
da base (A disfunção em uma dessas estruturas 
causa distúrbios motores).	
® Sinapse:	
1º. Abertura sucessiva de canais de sódio 
(despolarização). Propagação do impulso 
elétrico. 
2º. Abertura dos canais de cálcio (na terminação 
sináptica). 
3º. Exocitose do neurotransmissor. 
 
® Tolerância farmacológica: diminuição na 
quantidade dos receptores. 
 
® Pontos de interferência farmacológicos: 
1º. Inibição da enzima que produz o 
neutransmissor. 
2º. Atua no armazenamento dos 
neurotransmissores (vesículas→	acetilcolina, 
grânulos	→ serotonina). 
3º. Atua na fase de liberação do 
neurotransmissor (ex: ↑	Ca p/ aumentar a 
liberação). 
4º. Atua na afinidade do neurotransmissor c/ o 
receptor. 
5º. Atua na finalização do efeito do 
neurotransmissor (quebra, receptação, etc). 
 
® Os receptores dos neurotransmissores podem 
ser: 
1º. Canal iônico (ionotrópico); 
2º. Acoplado à proteína G (metabotrópico); 
3º. Tirosina quinase; 
4º. Nuclear; 
® GLUTAMATO: 
à Ação excitatória. 
à Receptores: NMDA, AMPA e Cainato (todos 
ionotrópicos, os dois últimos possuem 
cinética mais rápida). 
à O NMDA (+ importante) possui 4 
subunidades que formam um poro. 
à O glutamato se liga à uma subunidade, 
abrindo o poro (célula despolariza). 
à NMDA (entrada de cálcio). 
à AMPA e Cainato (entrada de sódio). 
® GABA: 
à Ação inibitória. 
à Sintetizado a partir do glutamato. 
à Receptores: GABAa (ionotrópico, permite a 
passagem de cloreto, gera uma 
hiperpolarização) e GABAb (metabotrópico, 
acoplado à proteína Gi, ativado na diminuição 
dos níveis de AMPc). 
® GLICINA: 
à Ação inibitória. 
à Tronco encefálico e medula espinhal. 
à Receptor: canal iônico permeável à ânions. 
à Função moduladora sobre o receptor NMDA 
(o poro só será aberto se em uma subunidade 
tiver um glutamato e em outra uma glicina). 
® ACETILCOLINA: 
à Sistema autônomo (principalmente 
parassimpático) 
à Terapia do Alzheimer (potencialização da 
neurotransmissão colinérgica) 
à Receptores: nicotínico (ionotrópico) e 
muscarínico (metabotrópico). 
® NORAEPINEFRINA: 
à Monoamina. 
à Locus ceruleus. 
à Receptores: alfa e beta (ambos acoplados à 
proteína G). 
® DOPAMINA: 
à Vias específicas: 1) Nigroestriatal (regulação do 
movimento), 2) Mesolímbica e 3)Mesocortical 
(ambas envolvidas no transtorno 
esquizofrênico) 
à Receptores: D!, D2, D3, D4 e D5. (D1, D3 e D5 
são acoplados à proteína Gs, levam ao 
Encéfalo (funções superiores) 
Tronco encefálico (homeostase) 
Medula espinhal (“meio de 
comunicação”) 
Tálamo (retransmissão de 
impulsos) 
Hipotálamo (controle da 
homeostase) 
Mecanorreceptores 
Quimiorreceptores 
Termorreceptores 
Nocirreceptores (percepção 
de dor) 
	
	
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aumento do segundo mensageiro e AMPc) 
(D2 e D4 são acoplados à proteína Gi, 
diminuem a quantidade de AMPc). 
à Fármacos antipsicóticos bloqueiam esses 
receptores dopaminérgicos. 
® SEROTONINA (5-HT): 
à Núcleo da rafe. 
à Funções moduladoras: percepção, humor, 
ansiedade, dor, sono, apetite e temperatura. 
à Receptores: 5-HT1 ao 5-HT7 (alguns ainda 
tendo subdivisões: 5-HT1A). 
à Apenas o receptor 5-HT3 é ionotrópico, os 
outros são metobotrópicos.