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APOSTILA-HISTÓRIA-DA-FILOSOFIA-ANTIGA-COMPLETA-2

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https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/l/lucrecio.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/l/lucrecio.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/l/lucrecio.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/d/democrito.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/e/epicuro.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/l/lucrecio.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/l/lucrecio.htm
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crescimento da sua técnica e da sua cultura em geral, no progresso do conhecimento 
da natureza pelo homem e em sua aspiração de satisfazer as próprias necessidades. 
A filosofia grega, depois de Epicuro, sob a influência da decomposição do 
regime escravista e da perda da independência política da Grécia, vai-se consumindo 
cada vez mais. 
 Ao submeter a Grécia, Roma apropria-se também dos seus valores 
culturais, entre eles a filosofia grega. Inicia-se uma peregrinação dos filósofos gregos 
à Roma. Mas também aqui aparece o crepúsculo do regime escravista. Embora os 
romanos contassem com uma série de filósofos ilustres, em geral a filosofia romana 
não tinha um caráter original como a da antiga Grécia. Os filósofos romanos, em sua 
maioria, limitavam-se a reelaborar a filosofia grega. No império romano, a filosofia teve 
um caráter predominantemente moral-religioso. A classe dominante buscava 
encontrar, na moral e na religião o apaziguamento das desordens sociais e um meio 
de fortalecer a sociedade escravista em decomposição. Por isso, com exceção do 
materialismo de Lucrécio e de outros discípulos de Epicuro, as escolas filosóficas 
idealistas gregas dos históricos, céticos, ecléticos e neoplatônicos tiveram em Roma 
a maior divulgação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/e/epicuro.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/l/lucrecio.htm
https://www.marxists.org/portugues/dicionario/verbetes/e/epicuro.htm
 
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15 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 
CHAUÍ, M., Introdução à História da Filosofia, vol. 1, São Paulo: Companhia das 
Letras 2008. 
REALE, G., ANTISERI, D., História da Filosofia, vol. 1. São Paulo: Paulus 1990 
REALE, G., História da Filosofia Antiga, vol. 1 (Pre-socraticos e Orfismo); 3 (Platão), 
vol. 4 (Aristóteles). São Paulo: Loyola 1994. 
REALE, G., O saber dos Antigos. São Paulo: Loyola 1999. 
 
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 
 
ARISTÓTELES, Metafísica. Traduzida, comentada e anotada por G. Reale, 3 vols. 
São Paulo: Edições Loyola, 2001. 
GOLDSCMIDT, V., Os diálogos de Platão: Estrutura e Método dialético. Trad. D. D. 
Macedo, São Paulo: Edições Loyola 2002. 
PLATÃO, A Republica. A. L. A. A. Prado, São Paulo: Martins Fontes, 2006. 
SCOLNICOV, S., Como ler um diálogo platônico, in “Hypnos” 8, n. 11-2 semestre 
2003, São Paulo, pp. 49-59.

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