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Anatomia do Sistema Urinário

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a pelve renal, que é toda a estrutura. Ela vai se afunilando 
até formar um tubo único, o ureter. 
- O ureter será direcionado para a bexiga urinária. 
- Geralmente, têm-se entre 3 e 5 cálices menores que se 
unem e formam aprox. 3 a 2 cálices maiores. Esses cálices 
maiores se unem e formam a pelve renal, a qual se 
transforma em ureter etc. 
- Entre as pirâmides renais estão as colunas renais, áreas 
de continuidade do córtex renal para a região medular. 
Néfrons corticais 
 
• É possível observar microscopicamente a unidade 
funcional do rim, que tem em torno de 1 milhão 
desses: Néfrons. 
• Na imagem é possível observar um nervo 
cortical, mais na região do córtex. 
• Os néfrons são um sistema tubular. Na parte mais 
proximal tem uma estrutura com forma de C, 
onde a concavidade tem um sistema vascular, 
chamado de glomérulo. 
- No glomérulo vão chegar um enovelado de vasos 
sanguíneos. 
- Da cápsula glomerular sai um sistema tubular : ductos 
contorcidos proximais, ducto descendente, ducto 
ascendente – formato de U, ductos contorcidos distais, até 
prosseguir em um ducto coletor único que se direciona 
para a papila renal, que vai se abrir no cálice menor. 
Universidade Federal do Rio de Janeiro 
Campus Macaé 
Enfermagem e Obstetrícia 
Angie Martinez 
Anatomia 
Sistema Renal 
• O excesso de líquido que precisa ser eliminado 
por meio da urina, chega pelos vasos sanguíneos 
e passa para o sistema coletor. 
• Com a liberação do hormônio ADH, o líquido que 
entrou no sistema coletor pode ser reabsorvido. 
• Essas estruturas recebem um alto grau de 
vascularização. 
Néfrons justamedulares 
he
 
• Mais próximo da base da pirâmide renal. 
• A alça de Henie prossegue para o interior da 
pirâmide renal. 
• Esse néfron é mais longo. 
Comparação 
 
• Na imagem é possível observar a diferença de 
tamanho entre os tipos de néfrons. 
• Ambos no final do sistema tubular vão direcionar 
para um ducto coletor único. Esse sim prossegue 
em direção à papila renal. 
• O cálice menor, em seguida, recebe a urina 
formada. 
• Ao lado direito é possível observar 2 cálices 
menores que vão se unir para formar um cálice 
maior. 
Rim lobado de criança 
 
• Rim lobado, comum em crianças. 
• Com o desenvolvimento ele muda sua superfície 
para um formato mais liso. Contudo, alguns 
traços podem permanecer na vida adulta, menos 
proeminente. 
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Anatomia 
Sistema Renal 
Vascularização 
Rim 
 
• Cada rim recebe uma artéria renal, que sai da 
margem lateral da aorta abdominal. A direita é 
mais longa que a esquerda – ela vai passar 
posteriormente à veia cava inferior em direção ao 
hilo renal direito, enquanto a esquerda é mais 
curta – está posterior à veia renal esquerda. 
• A veia renal direita é bem curta, tem 1/3 do 
tamanho da veia renal esquerda – bem maior. Elas 
se originam do hilo renal e seguem em direção à 
veia cava inferior. Contudo, a veia renal esquerda 
passa anteriormente à artéria aorta e sob a artéria 
mesentérica superior. 
- A veia renal esquerda pode ser facilmente obstruída pela 
artéria mesentérica superior, que pode prensá-la na parede 
anterior da aorta. Com isso, o retorno de sangue será 
prejudicado. Sendo assim, outras estruturas podem ser 
afetadas, já que por exemplo, a veia gonadal se abre na 
veia renal, assim como a veia que drena a glândula 
suprarrenal. 
Variações da artéria renal 
 
• Normalmente a artéria renal segue em direção ao 
hilo e ali se ramifica em 5 ramos (apical, inferior, 
2 centrais – anterior superior e anterior inferior, 
posterior). 
• Porém, essas artérias podem se originar antes de 
chegar ao hilo, saindo da artéria renal ou 
diretamente da aorta. 
- Bifurcada; 
- Artéria renal polar superior ou inferior; 
Variações de veias 
 
• Veia renal esquerda pode se bifurcar © tendo uma 
parte que passa anterior e posterior à aorta. 
• Veia renal esquerda que em vez de prosseguir (D) 
para a veia cava inferior, vai drenar para a veia 
ilíaca comum. 
• (B) A veia chega um pouco acima da veia ilíaca 
comum, drenando no início da veia cava inferior. 
• (A) passa posteriormente à artéria aorta. 
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Anatomia 
Sistema Renal 
 
Parte interna do rim 
 
• A artéria renal, depois de entrar pelo hilo, vai se 
dividir em cinco ramos segmentares: 
- Apical: artéria do segmento superior. 
- Central: artéria segmentar ântero-superior e a artéria 
ântero-inferior. 
- Inferior: Artéria segmentar inferior. 
Irrigam a face anterior. 
- Posterior: Ramo maior, artéria renal segmentar 
posterior. 
• Próximo das pirâmides, cada artéria segmentar se 
divide em artérias interlobares – 2 a 3 que seguem 
em direção ao ápice de cada pirâmide. 
• Cada uma dessas artérias interlobares vão suprir 
artérias arqueadas – elas prosseguem na lateral de 
cada pirâmide e faz um arco sobre a base de cada 
pirâmide. Essas artérias arqueadas quase nunca 
anastomosam entre si. 
• Essas artérias arqueadas suprem artérias 
interlobulares, pequenos ramos que saem delas e 
vão em direção ao córtex e às colunas renais. 
• Cada artéria interlobular têm pequenas 
ramificações que saem lateralmente e seguem em 
direção ao néfron. 
 
• Na imagem é possível observar a área de 
superfície de vascularização dos segmentos. 
Zoom em uma pirâmide renal 
 
• É possível observar: 
- Artérias arqueadas; 
- Diversas artérias interlobulares, que estão emergindo 
das arqueadas. 
- Pequenos vasos eferentes e aferentes que chegam para 
formar o glomérulo, um emaranhado de vasos sanguíneos 
que chegam na cápsula renal (forma o glomérulo). 
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Anatomia 
Sistema Renal 
- Pequenas artérias - Peritubulares e retas, que são todas 
as pequenas artérias na parte inferior que nutrem o sistema 
tubular que compõe o néfron, para que seja coletada a 
urina em diração à papila renal. 
Cálculos renais 
 
• Localizados na pelve renal, perto aos cálices 
maiores e menores. 
Ureteres 
• Emerge do hilo renal. 
• Prolongamento da pelve renal. 
• Cada ureter desce paralelamente à coluna 
vertebral, a 5 cm dos processos transversos das 
vértebras. Entram na pelve renal até a bexiga 
urinária. 
 
• O curso desse ureter desde a pelve renal até a 
bexiga pode apresentar 3 pontos de constrição: 
- 1: Quando o ureter se une com a pelve renal – junção 
pelve-uretérica, ponto de estreitamento. Embora a união 
seja pouco definida, há uma alteração e pode causar 
constrição. 
- 2: Quando o ureter atravessa a borda superior da pelve e 
cruza os grandes vasos dessa região (vasos ilíacos). Ao 
estar em contato com as estruturas há a constrição. 
- 3: Quando o ureter entra na parede muscular da bexiga 
urinária. 
• Esses três pontos são locais potenciais para que 
um cálculo renal venha obstruir o sistema tubular. 
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Anatomia 
Sistema Renal 
Ureteres em homens 
 
• A única estrutura que passa medialmente a eles é 
o ducto deferente, que também prossegue para o 
fundo da bexiga urinária, para se encontrar com a 
próstata e glândulas seminais. 
Ureteres em mulheres 
 
• O ureter passa inferiormente à artéria uterina, o 
que pode ser problema ao intervi-lo, já que pode 
lesar a pele uterina. 
Comparação 
 
• Observa-se: 
- Lado direito: O ducto deferente cruzando medialmente 
ao ureter. 
- Lado esquerdo: a artéria uterina passa superiormente ao 
ureter. 
Vascularização do ureter 
 
• Superiormente à Artéria ilíaca comum é a parte 
abdominal do ureter. Abaixo dela é a parte 
pélvica. 
• Parte abdominal: 
- A vascularização emerge da
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