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Ectima Contagioso

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03/12/2012
1
ECTIMA CONTAGIOSA
Professora: Ivana Cristina 
UNIVERSIDADE FEDRAL RURAL DO SEMIÁRIDO
ECTIMA CONTAGIOSA
�Doença viral
�Altamente contagiosa
�Pequenos ruminantes
�Sinônimo
� Boqueira
� Dermatite pustulosa contagiosa
� Papiloma infecciosa do ovinos
� Caroço 
2
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
�Comércio
�Mortalidade 
�Perda de peso dos animais
�Miíases secudárias
�Atraso no crescimento
�Gastos 
� Mão de obra
� Tratamento 
3
ETIOLOGIA
Parapoxvirus
Poxviridae
4
EPIDEMIOLOGIA
�Susceptíveis
5
Jovens Adultos
Lactentes e pós-desmame 
� Endêmica
� Persistência do vírus por longos períodos no 
ambiente 
� Pela presença de animais com infecções 
persistentes
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OCUPACIONAL
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EPIDEMIOLOGIA
�Distribuição Mundial
�Surtos podem ocorrer durante todo o ano
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EPIDEMIOLOGIA
Morbidade 100% 
Mortalidade 1% 
Larvas
Infecções secundárias
Mortalidade 50%
8
PERÍODO DE INCUBAÇÃO: 6 A 8 dias
EPIDEMIOLOGIA
BRASIL
� Rio Grande do Sul 
� São Paulo 
� Nordeste – problema sanitário - 60%
� Ceará: 35,4% das propriedades
� Paraíba 
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TRANSMISSÃO
� CONTATO DIRETO
� CONTATO INDIRETO
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Abrasões ou 
escarificações
PATOGENIA
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PATOGENIA
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PATOGENIA
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3 DIAS Pápulas
Pústulas
Crostas - 6° dia 
Regride em 25 dias
SINAIS CLÍNICOS
� Bastante variado
Pápulas Pústulas
Crostas 
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SINAIS CLÍNICOS
� Junção mucocutânea e comissuras labiais
� Focinho, fossas nasais e ao redor dos olhos
� Graves: gengivas, almofadinha dental, 
palato, língua, esôfago, virilha, axila, 
vulva, ânus, prepúcio e membros.
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SINAIS CLÍNICOS
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SINAIS CLÍNICOS
19 20
LESÕES MICROSCÓPICAS
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Corpúsculos de inclusão 
MICROSCOPIA
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DIAGNÓSTICO
�Exame clínico
�Característica das lesões
�Exame histopatológico 
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DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
� Febre aftosa
� Língua azul
� Varíola ovina 
� Dermatose ulcerativa
� Micoses podais
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TRATAMENTO
� Lesões
� Retirada das crostas: glicerina iodada, álcool 
iodado, desinfetante fraco.
� Sulfato de cobre a 5%,
� Iodo a 7% 
� Vaselina com fenol a 3%
� Infecções secundárias 
� Evitar moscas - larvas 25
CONTROLE
� VACINAÇÃO ANUAL
CUIDADO
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CONTROLE E PROFILAXIA
� Isolamento dos animais doentes
� Isolar animais adquiridos (4 a 6 semanas)
� Isolar os vacinados dos restantes
� Desinfecção e limpeza de aprisco após a retirada 
dos animais doentes.
� Utilizar luvas
� Descartar ou desinfetar materiais utilizados no 
tratamento
� Incinerar materiais descartados
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