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Caderno de Apoio ao Professor_11º-1

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e infografias de dupla página, pretende ser um desafio e um espaço de reflexão 
mais amplo que promova o diálogo com outras áreas do conhecimento. 
Atividades laboratoriais 
A estrutura proposta para o desenvolvimento das atividades laboratoriais permite articular as 
componentes teórica e prática, contribuindo para uma melhor compreensão dos processos e 
métodos inerentes ao trabalho laboratorial. 
As orientações propostas para as atividades laboratoriais apresentadas no Novo 11Q visam a 
Apresentação do Projeto: linhas orientadoras 
4 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 11Q 
clarificação das ideias essenciais necessárias para a compreensão da atividade partindo de questões, 
problemas ou tarefas que despertem o interesse dos alunos. Destacam-se as questões pré-
-laboratoriais, que permitem uma reflexão prévia e uma melhor interiorização dos conceitos e 
aprendizagens essenciais a aplicar, enquanto as questões pós-laboratoriais orientam o aluno na 
estruturação, organização e tratamento dos resultados, com vista ao estabelecimento de conclusões. 
Ambas são necessárias à compreensão da atividade e à orientação dos alunos no desenvolvimento da 
metodologia de trabalho sugerida com vista ao cumprimento do objetivo da mesma. 
No final do Manual, nos Anexos são descritas algumas técnicas laboratoriais importantes. 
Exame Nacional 
No Manual e no Caderno de Exercícios e Problemas houve o cuidado de identificar as questões 
retiradas/adaptadas de Exame Nacional. 
O projeto Novo 11Q inclui ainda duas provas-modelo, que contemplam os conteúdos de Química 
de 10.o e 11.o anos. 
Em www.novo11q.te.pt os alunos podem aceder a um Simulador de Exames. 
Exploração de recursos digitais no ensino 
A exploração de recursos digitais assume um papel relevante no nosso projeto. 
Os alunos atuais pertencem a uma geração que está habituada à «ação»: a sua vida é um 
verdadeiro zapping – fazem zapping entre as dezenas de canais de televisão de modo a assistirem ao 
seu programa favorito, trocam constantemente SMS, acedem ao e-mail, navegam na internet, 
recolhendo dados para trabalhos, e comunicam nas redes sociais. Quando os alunos estão perante 
uma peça de software educativo, a sua atitude não é diferente. Este «frenesim digital» não é 
necessariamente um bem pedagógico. Assim, é apresentado ao professor mais um desafio – travar 
os «cliques» sucessivos dos alunos perante os recursos multimédia educativos. Além do papel que o 
professor já tem de integrar em termos didáticos as Tecnologias, torna-se importante também 
supervisionar a forma como os alunos exploram os recursos multimédia educativos apresentados. 
É neste contexto que no Manual apresentamos a Atividade «Simulações computacionais e 
equilíbrio químico» (pág. 52) que permite aos professores explorar o equilíbrio químico e o Princípio 
de Le Châtelier com a simulação Le Chat 3.0, num contexto de sala de aula. Esta simulação também 
pode ser explorada autonomamente pelos alunos, de forma mais vantajosa se forem utilizados os 
roteiros de exploração fornecidos. 
O manual multimédia que acompanha o Novo 11Q, disponível na plataforma , visa 
integrar a utilização das potencialidades das Tecnologias da Comunicação e da Informação no ensino 
da Química. Através dele, professores e alunos podem explorar recursos educativos digitais, como 
animações, atividades que permitem a resolução de exercícios e problemas, simulações, testes e 
vídeos. A utilização destes recursos é orientada com informações complementares ou por guiões de 
exploração. Estes recursos permitem que professores e alunos os utilizem como ferramentas de 
potencialização do ensino e da aprendizagem da Química. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 11Q 5 
 
O desenvolvimento a seguir apresentado é suportado pelo constante no Programa de Física e 
Química A, homologado pelo Despacho n.o 868-B/2014 de 20 de janeiro, e transcrito do mesmo 
(com referência às páginas onde consta cada um dos campos do mesmo). 
Do programa da disciplina salientam-se aspetos gerais e destaca-se a componente de Química. 
 
Componente de Química do Programa de 
Física e Química A – 11.o Ano 
6 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 11Q 
Introdução (pág. 3) 
De acordo com a Portaria n.o 243/2012, de 10 de agosto, a disciplina de Física e Química A faz 
parte da componente específica do Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias. 
É uma disciplina bienal (10.o e 11.o anos), dá continuidade à disciplina de Físico-Química do 
Ensino Básico (7.o, 8.o e 9.o anos) e constitui precedência em relação às disciplinas de Física e de 
Química do 12.o ano. 
O Programa desta disciplina está elaborado atendendo a uma carga letiva semanal mínima de 
315 minutos, sendo a aula de maior duração dedicada a atividades práticas e laboratoriais. Nesta 
aula, com a duração máxima de 150 minutos, a turma deve funcionar desdobrada. 
Cada uma das componentes, Física e Química, é lecionada em metade do ano letivo, alternando-
-se a ordem de lecionação nos dois anos – o 10.o ano inicia-se com a componente de Química e o 
11.o ano com a componente de Física – de modo a haver uma melhor rendibilização dos recursos, 
designadamente os referentes à componente laboratorial. 
 
Finalidades, objetivos e Metas Curriculares (pág. 3 e 6) 
A disciplina «visa proporcionar formação científica consistente no domínio do respetivo curso» 
(Portaria n.o 243/2012). Por isso, definem-se como finalidades desta disciplina: 
– Proporcionar aos alunos uma base sólida de capacidades e de conhecimentos da Física e da 
Química, e dos valores da ciência, que lhes permitam distinguir alegações científicas de não 
científicas, especular e envolver-se em comunicações de e sobre ciência, questionar e 
investigar, extraindo conclusões e tomando decisões, em bases científicas, procurando 
sempre um maior bem-estar social. 
– Promover o reconhecimento da importância da Física e da Química na compreensão do 
mundo natural e na descrição, explicação e previsão dos seus múltiplos fenómenos, assim 
como no desenvolvimento tecnológico e na qualidade de vida dos cidadãos em sociedade. 
– Contribuir para o aumento do conhecimento científico necessário ao prosseguimento de 
estudos e para uma escolha fundamentada da área desses estudos. 
 
De modo a atingir estas finalidades, definem-se como objetivos gerais da disciplina: 
– Consolidar, aprofundar e ampliar conhecimentos através da compreensão de conceitos, leis e 
teorias que descrevem, explicam e preveem fenómenos assim como fundamentam 
aplicações. 
– Desenvolver hábitos e capacidades inerentes ao trabalho científico: observação, pesquisa de 
informação, experimentação, abstração, generalização, previsão, espírito crítico, resolução de 
problemas e comunicação de ideias e resultados nas formas escrita e oral. 
– Desenvolver as capacidades de reconhecer, interpretar e produzir representações variadas 
da informação científica e do resultado das aprendizagens: relatórios, esquemas e diagramas, 
gráficos, tabelas, equações, modelos e simulações computacionais. 
 Editável e fotocopiável © Texto | Novo 11Q 7 
– Destacar o modo como o conhecimento científico é construído, validado e transmitido pela 
comunidade científica. 
 
Segundo o Despacho n.o 15971/2012, de 14 de dezembro, as Metas Curriculares «identificam a 
aprendizagem essencial a realizar pelos alunos […] realçando o que dos programas deve ser objeto 
primordial de ensino». 
As Metas Curriculares permitem: 
– identificar os desempenhos que traduzem os conhecimentos a adquirir e as capacidades que 
se querem ver desenvolvidas no final de um dado módulo de ensino; 
– fornecer o referencial para a avaliação interna e externa, em particular para as provas dos 
exames nacionais; 
– orientar a ação do professor na planificação do seu ensino e na produção de materiais 
didáticos; 
– facilitar o processo de autoavaliação pelo aluno. 
 
Orientações gerais (pág. 5) 
Os domínios, bem como os subdomínios, são temas

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