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ETAPA 2 TCC I Nutrição - 20211_1ªversão do projeto

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CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU 
NÚCLEO DE SAÚDE 
CURSO DE NUTRIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROMOVENDO QUALIDADE DE VIDA AO PORTADOR DE 
DIABETES MELLITUS 
 
 
Alex da Silva Barbosa 
Maria Luciene Silva do Nascimento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAMPINA GRANDE, PB 
MARÇO,2021 
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CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU 
NÚCLEO DE SAÚDE 
CURSO DE NUTRIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROMOVENDO QUALIDADE DE VIDA AO PORTADOR DE 
DIABETES MELLITUS 
 
 
Alex da Silva Barbosa 
Maria Luciene Silva do Nascimento 
 
 
 
Projeto de Pesquisa apresentado como requisito 
parcial, para conclusão do curso de Nutrição 
do(a) Centro Universitário Maurício de Nassau, 
sob a orientação da professora Isabelle Fittipaldi. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAMPINA GRANDE, PB 
MARÇO,2021 
3 
 
 
SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO 04 
2 JUSTIFICATIVA 05 
3 HIPÓTESES 
 
06 
4 OBJETIVOS 06 
 4.1 Objetivo geral 06 
 4.2 Objetivos específicos 
 
06 
5 MÉTODOS 07 
 5.1 Desenho de estudo 07 
 5.2 Período do estudo 07 
 5.3 Amostra 07 
 5.3.1 Tamanho amostral 07 
 5.4 Critérios de inclusão e exclusão 08 
 5.4.1 Critérios de inclusão 08 
 5.4.2 Critérios de exclusão 09 
 5.5 Procedimentos 09 
 5.6 Processamento e análise dos dados 09 
6 CRONOGRAMA 
 
10 
 REFERÊNCIAS 
 
11 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Atualmente, o diabetes mellitus (DM) é caracterizado como um distúrbio 
metabólico levando ao aumento da glicose plasmática (hiperglicemia) originária da 
insuficiência na secreção e ação da insulina1. Nos diabetes mellitus tipo II 
caracteriza-se pela produção insulínica, porém as células não conseguem utilizá-la 
corretamente por diminuição na sua ação (resistência insulínica), dividida em duas 
formas 1A e 1B. A forma 1A (auto-imune) ocorre devido a destruição das células 
beta pancreáticas e tipo 1B (idiopático) não tem causa estabelecida e 
correspondendo aqueles casos onde não há presença de marcadores imunes2. 
O DM é uma das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), sendo a 
quarta patologia de morte no mundo, em conjunto com a doença renal crônica 
estabelecem um grande impacto relevante nos sistemas de saúde mundial e 
brasileiro3. 
Aproximadamente de 463 milhões de pessoas com diabetes no mundo e 
16,5 milhões no Brasil são portadoras dessa doença, nosso país responde pela é o 
maior número de pessoas com diabetes da América Latina e o quinto país no 
mundo4. 
Embora o DM tipo II seja um distúrbio metabólico, pesquisas demonstram 
como uma patologia nutricional, sendo a educação alimentar e nutricional a principal 
aliada da diminuição dos riscos e complicações mais graves aliado a prática de 
atividade física regular5. 
A diabetes mellitus tipo I, tem em geral a tendência de ter a hiperglicemia 
mais grave do que a tipo II, e é classificada mais grave porque o pâncreas sofre uma 
destruição das células betas, com isso não tem mais capacidade de produzir insulina 
e com a incapacidade de fabricar insulina o portador do diabetes mellitus tipo I é 
obrigado a submeter ao uso de insulina injetável, para poder sobreviver como 
também precisa de uma alimentação saudável para manter o controle dos picos da 
glicemia, o tipo I aparece mais em criança e em adolescentes, hoje vemos que está 
acontecendo com criança abaixo de 10 anos, contudo pode surgir também em 
adultos6. 
5 
 
 Quanto a diabetes mellitus tipo II, também como a tipo I, elas são crônicas e 
silenciosas ambas necessitam de todos os cuidados, com alimentação exercícios 
físicos e medicamentos que por sua característica o uso é oral, o tipo II, surge 
quando o pâncreas não consegue produzir/fabricar insulina suficiente para 
regularizar a quantidade de açúcar no sangue, assim levando a glicemia as altura, 
como isso e dessa forma, precisa fazer uso e medicação e até insulina injetável se 
necessário, para controlar a glicose, não pode esquecer de submeter a uma 
alimentação saudável com contagem de carboidratos como exercício físico, para 
obter uma melhor qualidade de vida6. 
Entre o diabetes tipo I e tipo II, existem o Latente (LADA) como mostra na 
(Sociedade Brasileira de Diabetes) é quando o adulto perde as células beta do 
pâncreas, tornado o processo autoimune do adulto. 
Sabendo que está crescendo dentro da população os portadores de diabetes 
mellitus, deve-se implantar métodos para sensibilizar os portadores da doença a 
desenvolver uma consciência para escolha de uma alimentação saudável, assim 
diminuir este avanço no aumento da doença aliada a outros quadros como o de 
principalmente a hipertensão arterial sistemática (HAS), doença renal crônica, dntre 
outras. 
 Ter estratégias para com as pessoas que são diagnosticadas com a doenças 
crônicas, como mostra o caderno de atenção básica nº 36 (CAB) com apoio do 
Ministério da Saúde (BRASILIA- DF 2013), é importante para a promoção de 
qualidade de vida da população, reduzir as complicações e garantir eficiência do 
tratamento, quando por vezes focado mais na parte farmacológica. 
Este trabalho tem como objetivo trazer as atuais abordagens de que forma a 
nutrição pode contribuir para a saúde do paciente com diabetes mellitus, uma vez 
submetido aos tratamentos convencionais medicamentosos? 
 
2 JUSTIFICATIVA 
 
Pode assim dizer que, como a doença crônica o (DM) sendo sutil em seu 
aparecimento e tornando difícil a vida do portador, é importante ajudar dando o 
suporte necessário buscando incentivar, conscientizar, pois quando os portadores 
6 
 
passam a terem resistência em aceitar, que terá um estilo de vida diferente da que 
tinha anterior, com controle tendo que submeter as regras por toda sua vida, se vê 
em meio de um difícil desafio, procuraram profissionais na área da saúde, em busca 
de ajuda e encontrar soluções e assim enfrentar o problema, com o tratamento para 
o (DM), se torna paciente continuo. 
 Contudo os profissionais logo e imediatamente mostra os benefícios que terá 
com o tratamento e explica a importância de segui-lo, o dialogo será importante para 
que tenha um vínculo de confiança entre pacientes e profissionais, para que isso 
aconteça, precisa-se investir na qualidade de vida para estes pacientes, com 
incentivos, com palestras, cartilhas educativas, tempo, paciência em ouvir dá toda 
atenção necessária, entretanto quantos aos profissionais, será necessário 
esclarecer de como será a forma de manejar estes pacientes com (DM) nas (UBS). 
 
 
3 HIPÓTESES 
 
O atual conhecimento sobre a técnica dietoterápica pode chegar a suprimir a 
utilização da terapia medicamentosa, para pacientes portadores de DM 2. 
 
4 OBJETIVOS 
 
4.1 Objetivo geral 
 
Analisar as recentes abordagens sobre a conduta dietoterápica na promoção 
da saúde do paciente com diabetes mellitus, submetido aos tratamentos 
convencionais medicamentosos. 
 
4.2 Objetivos específicos 
 
 Identificar quais práticas dietoterápicas estão sendo promissoras para auxiliar 
no tratamento do diabetes mellitus (DM); 
7 
 
 Estabelecer relações entre o plano alimentar e o controle da glicemia no 
tratamento do DM; 
 Contribuir para a promoção do conhecimento científico acerca do DM ao 
longo das fases de vida. 
 
 
5 MÉTODOS 
 
5.1 Desenho do estudo 
O estudo constará de uma revisão bibliográfica com uma abordagem quali-
quantitativa proveniente de dados secundários. Serão realizadas consultas com 
parâmetro em plataformas eletrônicas de artigos científicos indexados em revistas 
qualificadas relacionados ao tema7. O parâmetro para busca de dados será 
“Diabetes mellitus”, “Diabetes mellitus tipo II”, “Diabetes mellitus type II”, “dieta”, 
“diet”, dietoterapia” e “dietherapy”. 
 
5.2 Período do estudo 
Para delimitar o espaço temporal das recentes publicações nas áreas, será 
estabelecido um interstício de 3 (três) anos. Assim os filtros utilizados na busca 
serão: artigos em inglês, espanhol

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