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Seção 6 
SUA PETIÇÃO 
DIREITO 
CONSTITUCIONAL 
 
 2 
 
 
 
 
 
 
Olá, aluno, seja bem-vindo a mais uma seção! 
Vamos dar continuidade ao nosso processo. 
Mariana é advogada de uma associação de pescadores da cidade de Devastação, no estado 
do Espírito Santo. Essa associação, denominada Associação de Proteção dos Pescadores de 
Devastação (APPD), existe desde 1990 e tem como seu objetivo institucional a defesa do meio 
ambiente e dos direitos de seus associados. 
Ocorre que a cidade de Devastação foi destruída pelos dejetos provenientes do colapso da 
barragem de uma mineradora localizada no próprio município, a empresa Montanha do Rio Sujo. 
Ficou constatado que, apesar de diversas denúncias e reclamações a respeito da 
manutenção da barragem, a União nada fez, mesmo após a notificação de seus órgãos 
fiscalizatórios. A falta de cuidado da mineradora e a negligência da União na fiscalização causaram 
a destruição de grande parte do meio ambiente local e de um rio que percorre dois estados da 
Federação, chegando a poluir, inclusive, as praias do litoral do Espírito Santo, causando a morte de 
milhares de peixes e animais marinhos. 
Além de perderem suas casas, muitas famílias de pescadores perderam entes queridos que 
morreram na lama de dejetos, e absolutamente todos os associados estão impedidos de praticar a 
pesca (única fonte de sobrevivência), em razão do grande dano causado pela mineradora. Além 
disso, a empresa não tomou nenhuma ação para evitar novos vazamentos de material tóxico, o que 
tornou permanentes os danos ambientais sofridos por aquela população, assim como a União nada 
fez para impedir esse resultado devastador. 
No papel de advogada da APPD, você ingressou com a inicial de Ação Civil Pública e 
liminarmente pediu a imediata cessação dos danos ambientais e que os associados fossem 
indenizados na exata medida dos danos por eles sofridos. 
 
 
Seção 6 
DIREITO CONSTITUCIONAL 
Sua causa! 
 
 3 
Como pedido liminar, você requereu que fosse depositada, de forma imediata, a quantia 
equivalente a 10 (dez) salários-mínimos, mensalmente, para cada um dos associados, como medida 
de prover o seu sustento em razão da perda de suas moradias e meios de sobrevivência diante dos 
danos ambientais que causaram a impossibilidade do exercício da atividade de pesca. 
A liminar não foi concedida, o que fez com que você interpusesse o recurso de Agravo de 
Instrumento, cuja tutela de urgência foi concedida pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região – 
estado do Espírito Santo. 
Contudo, após a decisão do agravo, o juiz de primeiro grau julgou improvidos os pedidos da 
ação, extinguindo-a sob o fundamento de que não houve a comprovação de negligência, imprudência 
ou imperícia da empresa ré, afastando o cabimento das indenizações requeridas, portanto que não 
poderia haver o estabelecimento de indenização e que não havia, assim, o dever de cessar os danos 
ambientais experimentados na região. 
Você interpôs o Recurso de Apelação, no entanto ele foi julgado improvido, sendo 
integralmente mantida a decisão de primeiro grau que afastou o direito de indenização das vítimas. 
Sob o fundamento de que não foi comprovada a culpa da empresa ré, nas modalidades 
negligência, imprudência ou imperícia, o TRF-2 afastou o dever de indenizar as vítimas, ignorando 
totalmente a alegação de que há a responsabilidade objetiva da empresa ré, sendo desnecessária 
essa comprovação. Além disso, a decisão do TRF-2 também não se manifestou e nada mencionou 
a respeito do pedido de imediata interrupção dos danos ambientais, que ainda são experimentados 
na cidade de Devastação, ignorando totalmente o pedido de que houvesse a aplicação de multa 
diária, para que fossem adotadas medidas que cessassem os danos ambientais na região. 
Diante disso, você opôs Embargos de Declaração em razão da decisão conter omissões. Na 
mesma peça, você prequestionou a matéria constitucional e a equivocada aplicação do art. 14 da Lei 
Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que institui a Política Nacional do Meio Ambiente, em 
diametral desrespeito ao § 1º do art. 14 da referida lei. 
Após os Embargos de Declaração terem sanados eventuais omissões e julgados improvidos 
todos os pedidos, você interpôs Recurso Especial, em razão da equivocada aplicação da Lei Federal 
nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. 
Ocorre que o seu Recurso Especial foi inadmitido pelo Tribunal Regional Federal (TRF-2), o 
qual, por unanimidade, o julgou inadmissível sob a simples alegação de que a decisão estava correta 
em todos os pontos e não mereceria qualquer reparo e análise pelo Superior Tribunal de Justiça. 
A denegação do seguimento do recurso, em nenhum momento, mencionou o entendimento 
majoritário dos tribunais superiores, a existência de tese de repercussão geral ou de tese de recurso 
 
 4 
repetitivo. Simplesmente apontou que o acerto daquele tribunal era patente e que não havia motivo 
para que fosse reformada a decisão. 
Novamente, no papel da advogada Mariana, você deverá elaborar a peça processual cabível. 
Lembre-se do conteúdo que estudamos nas seções anteriores, os quais, somados aos desta 
seção, ajudarão a fundamentar e construir a sua peça processual. 
 
 
 
 
O MEIO AMBIENTE COMO DIREITO FUNDAMENTAL 
O direito à vida é condição sine qua non para o exercício dos demais direitos. O direito a uma 
vida digna está consubstanciado na Constituição Federal de 1988, previsto no inciso III do art. 1º, “a 
dignidade da pessoa humana” (BRASIL, 1988, [s.p.]), como um valor fundamental para a construção 
do Estado Democrático de Direito. 
Por outro lado, a visão do Direito sempre foi antropocêntrica, colocando o homem como o 
núcleo e a razão da existência não só das normas jurídicas mas também de toda a natureza e até 
do Universo. 
Essa realidade é, em certa medida, alterada após a segunda metade do século XX, quando 
os impactos ambientais da ação industrial humana passam a dar fortes sinais de que existe um real 
e iminente perigo para a sobrevivência da humanidade na degradação ambiental. 
O desequilíbrio do clima, a perda definitiva de diversas espécies animais e vegetais e a 
poluição do ar atmosférico, do solo e dos oceanos colocam a existência dos seres humanos em 
grave risco de perecimento. 
A consciência internacional a esse respeito ficou materializada em um tratado internacional, 
a Declaração de Estocolmo, em 1972, fruto da Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente 
Humano, que sedimentou 19 princípios comuns, como guia para preservar e melhorar o meio 
ambiente humano. 
 
 
 
Fundamentando! 
 
 5 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vinte anos depois, esses mesmos valores foram confirmados na ECO92, uma conferência 
ocorrida na cidade do Rio de Janeiro, fortalecendo o desenvolvimento sustentável com a proteção 
da atmosfera, a promoção de uma gestão segura dos resíduos tóxicos e o combate ao 
desmatamento, à desertificação, à poluição das águas e do ar e à destruição da vida marinha. 
Uma década mais tarde, ocorreu, em Joanesburgo, na África do Sul, a Rio+10; 
posteriormente, em 2012, novamente no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre 
Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. 
Apesar de todo o esforço desse movimento internacional e de muitos avanços na proteção 
do meio ambiente, estamos longe de evitar graves ameaças à sobrevivência de todos os seres 
humanos, principalmente diante do crescente agravamento do aquecimento global causado pelo 
efeito estufa. 
No Brasil, a década de 1980 foi muito importante para a proteção legislativa do meio ambiente, 
com a criação da Lei nº 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente; a Lei nº 
7.347/85, sobre a Ação Civil Pública como instrumento processual para a responsabilização por 
danos causados ao meio ambiente; a Constituição Federal de 1988, que prevê a preservação 
ambiental como um dever de todos, impondoà coletividade o dever de defender o meio ambiente 
considerando o direito fundamental de todos à proteção ambiental para a presente e as futuras 
gerações. 
A Constituição Federal trata do meio ambiente no Título VIII (Da Ordem Social), em seu 
Capítulo VI, no qual dispõe, no caput do art. 225, que: “todos têm direito ao meio ambiente 
ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, 
Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano: 
 
Chegamos a um momento da história em que devemos orientar nossos atos 
em todo o mundo com particular atenção às consequências que podem ter para 
o meio ambiente. Por ignorância ou indiferença, podemos causar danos 
imensos e irreparáveis ao meio ambiente da terra do qual dependem nossa 
vida e nosso bem-estar. Ao contrário, com um conhecimento mais profundo e 
uma ação mais prudente, podemos conseguir para nós mesmos e para nossa 
posteridade, condições melhores de vida, em um meio ambiente mais de 
acordo com as necessidades e aspirações do homem. (ORGANIZAÇÃO DAS 
NAÇÕES UNIDAS, 1972, [s.p.]) 
 
 
 
PONTO DE ATENÇÃO 
 
 6 
impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes 
e futuras gerações” (BRASIL, 1988, [s.p.]). 
O direito a um meio ambiente saudável é forma de garantia do direto à vida e à saúde das 
pessoas, sendo o único modo de perpetuação da espécie humana. 
Por se tratar de um direito metaindividual, o meio ambiente é considerado um direito de 
terceira geração, baseado na ideia de fraternidade da raça humana. 
Os direitos metaindividuais são o gênero do qual fazem parte os direitos difusos, os coletivos 
em sentido estrito e os individuais homogêneos, conforme previsão no parágrafo único e nos incisos 
I, II e III do art. 81 da Lei nº 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor). 
 
GERAÇÕES DE DIREITOS 
Importante classificação de direitos foi elaborada por Karel Vasak, que dividiu os direitos 
fundamentais e os direitos humanos em três dimensões ou gerações, em uma representação dos 
valores defendidos na Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. 
Na 1ª geração encontramos o valor da liberdade, em que há uma obrigação de não agir 
por parte do Estado e envolve as chamadas “liberdades individuais”, que exigem uma abstenção 
estatal. Também, estão incluídas nessa dimensão as “liberdades públicas”, os direitos civis e políticos 
e os direitos de oposição e resistência. 
São direitos desta geração o Princípio da Legalidade, a irretroatividade da lei penal maléfica, 
a estrita legalidade penal, a inviolabilidade do domicílio, o direito de Habeas Corpus, a vedação de 
provas ilícitas, o devido processo legal, entre outros. Perceba que esses direitos exercem uma 
verdadeira restrição ao poder do Estado, impedindo-o de invadir a esfera do indivíduo; por isso, a 
ideia de liberdade. 
Na 2ª geração prevalece o valor da igualdade, quando surge a obrigação de o Estado 
prestar serviços para que gere a igualdade entre os seus cidadãos. Tem destaque no século XIX, 
pós-Revolução Industrial. 
Com a Revolução Industrial, houve acentuada mudança social com o êxodo de grande 
parcela da população de diversos países do campo para as cidades. Essa alteração no panorama 
da sociedade fez aumentar a complexidade das relações humanas e, portanto, das relações 
jurídicas, surgindo a necessidade de serviços, como saúde e educação, além de uma maior proteção 
aos direitos dos trabalhadores e das crianças. São dessa geração os direitos sociais, culturais e 
econômicos. 
 
 7 
Na 3ª geração destaca-se a fraternidade. Nela, localiza-se o dever de proteção do meio 
ambiente para a presente e as futuras gerações. A sociedade passa a identificar que há direitos não 
exercíveis individualmente, passando a ser reconhecida a coletividade e solidariedade de direitos 
que somente são gozados de forma fraternal. Neste momento, a preocupação com o meio ambiente 
passa a estar circunscrita, não mais a algumas regiões ou países, mas a toda humanidade. Decorrem 
desta geração os chamados direitos difusos e coletivos, a preocupação com a proteção de 
patrimônios da humanidade, o desenvolvimento dos povos, o direito à paz e à comunicação, etc. 
 
DIREITO PROCESSUAL 
 
AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL E EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO 
 
Conforme disposto no art. 1.042 do Código de Processo Civil, “cabe agravo contra decisão 
do presidente ou do vice-presidente do tribunal recorrido que inadmitir recurso extraordinário ou 
recurso especial, salvo quando fundada na aplicação de entendimento firmado em regime de 
repercussão geral ou em julgamento de recursos repetitivos” (BRASIL, 2015, [s.p.], grifo nosso). 
O recurso tem como objetivo possibilitar a sua subida do recurso, para que seja conhecida a 
matéria pelo Tribunal Superior, em Recurso Especial ao STJ, ou Extraordinário ao STF, ou a ambos. 
Ele busca a modificação da decisão judicial que inadmitir o Recurso Especial ou Extraordinário pelos 
presidentes ou vice-presidentes dos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos estados, do 
Distrito Federal e territórios recorridos. 
O prazo de interposição é 15 dias, e não é exigido preparo, isto é, o pagamento de custas 
recursais será protocolado no próprio tribunal a quo, devendo a outra parte ser intimada para 
apresentar as contrarrazões também em 15 dias e, após, remetendo ao STJ ou STF. 
No caso que estamos estudando, a inadmissibilidade do recurso foi fundamentada no acerto 
da decisão do próprio tribunal e não foi baseada em alinhamento dessa decisão com a jurisprudência 
dominante, tese de recurso repetitivo ou de repercussão geral. 
 
AGRAVO INTERNO 
 
O CPC de 2015 trouxe outro recurso muito próximo ao Agravo contra o despacho denegatório 
do art. 1042, mas com ele não se confunde: o Agravo Interno. 
 
Da decisão proferida com fundamento nos incisos I e III, caberá Agravo Interno, nos termos 
do art. 1.021, quando a decisão se fundamentar em razão de repetitivo ou repercussão geral. 
 
 8 
Com isso, passou a existir expressa previsão legal, no sentido do não cabimento de Agravo 
contra decisão que não admite recurso especial quando a matéria nele veiculada já houver sido 
decidida pelos tribunais superiores em conformidade com recurso repetitivo. 
 
Quando a decisão recorrida inadmitir RE ou REsp, com base em recurso repetitivo ou tese 
com repercussão geral, o recurso cabível será o Agravo Interno, não o Agravo previsto no caput do 
art. 1.042 do CPC/2015, constituindo erro grosseiro essa confusão, considerado assim pelo STJ. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pronto para começar a praticar? 
Qual é o recurso cabível diante de uma decisão que inadmitir Recurso Extraordinário ou Recurso 
Especial e que não foi fundamentada com base em recuso repetitivo ou repercussão geral? 
Qual é o órgão recursal competente para o seu encaminhamento e julgamento? 
Aponte corretamente o polo ativo e o polo passivo da sua demanda, observando os fundamentos 
legais. 
Apresente a devida fundamentação legal. 
Narre os fatos que embasam o seu pedido recursal. 
Enumere os requerimentos e pedidos da petição. 
Coloque a data e assine. 
Vamos peticionar! 
Art. 1.030 do Código de Processo Civil: 
§ 1º Da decisão de inadmissibilidade proferida com fundamento no inciso 
V caberá agravo ao tribunal superior, nos termos do art. 1.042. 
§ 2º Da decisão proferida com fundamento nos incisos I e III caberá 
agravo interno, nos termos do art. 1.021. (BRASIL, 2015, [s.p.]) 
 
 
PONTO DE ATENÇÃO 
 
 9 
Referências 
 
BRASIL. Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015. Código de Processo Civil. Brasília, DF: Presidência 
da República, [2021]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-
2018/2015/lei/l13105.htm. Acesso em: 23 jan. 2021. 
 
BRASIL. Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990. Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá 
outras providências. Brasília,DF: Presidência da República, [2021]. Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078compilado.htm. Acesso em: 23 jan. 2021. 
 
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: 
Presidência da República, [2021]. Disponível em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 jan. 2021. 
 
BRASIL. Lei nº 7.347, de 24 de julho de 1985. Disciplina a ação civil pública de responsabilidade 
por danos causados ao meio-ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, 
histórico, turístico e paisagístico (VETADO) e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da 
República, [2021]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7347orig.htm. Acesso 
em: 23 jan. 2021. 
 
BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, 
seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Brasília, DF: 
Presidência da República, [2021]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm. 
Acesso em: 23 jan. 2021. 
 
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre 
o Meio Ambiente Humano. Estocolmo: ONU, 1972. 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078compilado.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7347orig.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm

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