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Política Externa Brasileira - APOL Objetiva 2

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Questão 1/10 - Política Externa Brasileira
Leia o trecho a seguir: 
"Em seu governo (Presidente Lula), a integração regional assume papel fundamental e essencial para 
o fortalecimento da região frente ao cenário internacional na medida em que ela alia o multilateralismo 
e a opção sul-americana. E todas recaem em realizar uma política externa mais altiva e ativa. No 
campo econômico, o Mercosul e a Unasul propiciaram o aumento de competitividade e da 
rentabilidade dos investimentos na região, sobretudo no Brasil. Além disso, as negociações 
econômicas com grandes potências passaram a ser feitas em bloco, conferindo maior peso e 
representatividade para o bloco. No campo político, permitiu costurar convergências de posições e o 
estímulo da cooperação na participação dos custos político-econômicos e nas tomadas de decisões 
(JESUS & JACOMO, 2009, pg. 113)".
Fonte: JACOMO, Julio Cesar Pinguelli; OLIVEIRA, Ana Carolina Vieira de. Política externa de Lula e a dinâmica sul-americana: o caso da 
IIRSA. 3° Encontro Nacional ABRI. 201I. s/p, meio digital. Disponível em: <http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?
pid=MSC0000000122011000100010&script=sci_arttext&tlng=pt>. 
Tendo como base a contextualização acima e os conteúdos da disciplina, assinale a alternativa
que analise corretamente a política externa brasileira para a América do Sul nos governos
Fernando Henrique Cardoso (1995-2003) e Lula (2003-2011).
Nota: 10.0
A
Os dois governos jamais tiveram como prioridade a integração com os países latino-
americanos. FHC enfatizou os acordos e as alianças com os países europeus. Já no
governo Lula, a política externa brasileira concentrou seus esforços apenas no Cone
Sul.
B
Os esforços da gestão FHC para construir a integração econômica entre os nações
europeias foram deixados de lado pela gestão Lula, uma vez que este concentrou-se
apenas em promover uma aproximação com países africanos.
C
Nas gestões FHC e Lula buscou-se consolidar parcerias com os países latino-
americanos com o objetivo de retomar o crescimento econômico, promovendo a
integração física e uma ação estratégica para reverter a marginalização da região.
Você acertou!
Como se lê no livro base da disciplina "No entorno regional, principal 
prioridade da agenda brasileira, ocorreram a reconstrução do Mercosul e o 
fortalecimento da integração sul-americana, criando-se assim um espaço para 
a liderança brasileira. Ofereceu-se aos vizinhos uma parceria para 
retomar o crescimento da economia, e a efetiva integração física e uma ação 
estratégica para reverter a marginalização da região. O conceito e a política 
externa para a América do Sul, que foi ganhando espaço estratégico no final 
do Governo Cardoso, foram aprofundados no Governo Lula. Este pode ser 
considerado um dos traços de continuidade mais marcantes entre os governos
Cardoso e Lula. Fonte: SILVA, A. L. R.; RIDEGER, B. F. Política Externa
Brasileira: uma introdução. Curitiba: Intersaberes, 2016, p. 207, 
CAPÍTULO 6, item 6.3
D
Tanto FHC quanto Lula pretendiam integrar as nações sul-americanas por meio da
implementação do projeto da ALCA, defendido pelos EUA. No entanto, essa tentativa
foi permanentemente rejeitada pelas nações sul-americanas.
E
Lula e FHC seguiram uma tendência histórica da política externa brasileira de não
priorizar a integração com os do Cone Sul, dando preferência as relações com países
da América Central. Essa postura se deve à rivalidade com a Argentina, que possui
mais influência na América do Sul que o Brasil.
Questão 2/10 - Política Externa Brasileira
Leia o texto abaixo e depois responda à questão: 
“Do ponto de vista da ação, o governo buscou explorar novos espaços de barganha e negociação por 
meio da utilização intensa de grupos de articulação. Segundo Lima (2005, p. 15), a ênfase dada pelo 
Governo Lula ao multilateralismo estaria inter-relacionada a percepção da posição do Brasil no cenário
internacional como potência média, “que vê na mediação entre os fortes e fracos sua principal 
contribuição para a estabilidade internacional e o reconhecimento de sua projeção internacional não 
pelo recurso à força, mas pela diplomacia parlamentar”. Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. 
Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016.
Tendo como base os conteúdos de “Política Externa Brasileira”, analise os enunciados abaixo e 
assinale a alternativa que faz a análise correta dos eixos estratégicos de inserção internacional do 
governo Lula. 
I. Uma agenda comercial afirmativa.
II. Alinhamento automático com os EUA. 
III. Parcerias diversificadas.
IV. Adoção de políticas neoliberais.
 
Nota: 10.0
A
Apenas as afirmativas I e III estão corretas
Você acertou!
A alternativa correta é a que considera a seguinte resposta: (Apenas as 
afirmativas I e III estão corretas). As afirmativas I (Uma agenda comercial 
afirmativa) e III (Parcerias diversificadas) estão corretas. De acordo com o livro
base da disciplina, “Em abril de 2003, em aula magna no Instituto Rio Branco, 
o chanceler Celso Amorim realizou um balanço dos primeiros cem dias de 
governo, apresentado em quatro partes que traduzem o que podem ser 
considerados os quatro eixos estratégicos de inserção internacional do Brasil: 
a América do Sul, o compromisso com o multilateralismo na 
construção da paz, uma agenda comercial afirmativa e as parcerias 
diversificadas com países desenvolvidos e em desenvolvimento 
(Amorim, 2003). Depois de uma década, a partir do Governo Lula, a política 
externa brasileira procurou revalorizar o núcleo robusto da economia nacional 
e promover uma inserção internacional que retomasse os espaços perdidos 
nos anos 1990, como África e Oriente Médio” (p. 198). As afirmativas II 
(Alinhamento automático com os EUA) e IV (Adoção de políticas neoliberais) 
estão incorretas porque não compõem os eixos estratégicos de inserção 
internacional do Brasil durante o governo Lula.
 
Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa 
Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 (Capítulo 6 – A política
externa dos governos Lula e Dilma (2003-2014)).
Fonte contextualização: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. 
Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 
(Capítulo 6 – A política externa dos governos Lula e Dilma (2003-2014)).
 
 
B Apenas as afirmativas II e III estão corretas
C Apenas as afirmativas I e IV estão corretas
D Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas
E Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas
Questão 3/10 - Política Externa Brasileira
Leia o trecho a seguir:
“Em relação ao Oriente Médio, a atuação do Brasil, apontado como possível novo mediador de
conflitos na região, foi um dos focos inovadores da inserção internacional dos últimos dez anos. Depois
de um relativo abandono, a diplomacia brasileira voltou a se aproximar das questões do Oriente Médio
e dos países árabes.” 
Fonte: SILVA, A. L. R.; RIDEGER, B. F. Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: Intersaberes, 2016, p. 218, CAPÍTULO 6, item
6.4, adaptado.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine as assertivas
abaixo sobre a aproximação do Brasil com o Oriente Médio e os Países Árabes durante a gestão de
Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2011). Depois, assinale a alternativa que indique apenas as
corretas:
I – Além da tentativa em contribuir para a promoção da paz, o Brasil também aumentou as atividades
diplomáticas em relação ao Oriente Médio. 
II – Uma aproximação foi estabelecida com a Cúpula América do Sul – Países Árabes, que visa
promover a aproximação comercial, econômica, científico tecnológica e cultural entre esses países. 
III – A assinatura de alguns instrumentos relacionados à cooperação agrícola com a região também
representa um futuro promissor em vista da necessidade desses países de importar um grande
número de produtos agrícolase da oportunidade da exportação desses produtos para o Brasil. 
IV – Durante a gestão de Lula a diplomacia brasileira tornou-se uma aliada estratégica da política
externa americana para o Oriente Médio. O Brasil se aproximou dos países dessa região para
fortalecer as posições e os interesses norte-americanos no Oriente Médio.
Nota: 10.0
A Apenas as assertivas II, III e IV estão corretas
B Apenas as assertivas I e III estão corretas
C Apenas as assertivas I, III e IV estão corretas
D Apenas as assertivas II e IV estão corretas
E
Apenas as assertivas I, II e III estão corretas
Você acertou!
Apenas as assertivas I, II e III estão corretas: (i) além da tentativa
em contribuir para a promoção da paz, o Brasil também aumentou as 
atividades diplomáticas em relação ao Oriente Médio; (ii) uma 
aproximação foi estabelecida com a Cúpula América do Sul – Países Árabes, 
que visa promover a aproximação comercial, econômica, científico tecnológica 
e cultural entre esses países; (iii) a assinatura de alguns instrumentos 
relacionados à cooperação agrícola com a região também representa um 
futuro promissor em vista da necessidade desses países de importar um 
grande número de produtos agrícolas e da oportunidade da exportação desses
produtos para o Brasil.
Fonte: SILVA, A. L. R.; RIDEGER, B. F. Política Externa 
Brasileira: uma introdução. Curitiba: Intersaberes, 2016, p. 218 - 219, 
CAPÍTULO 6, item 6.4, adaptado.
Questão 4/10 - Política Externa Brasileira
Leia o texto abaixo e depois responda à questão: 
“Considera-se que a diplomacia presidencial constituiu mais a forma do que o conteúdo da política 
externa do Governo Cardoso. A ênfase na forma desviava o debate do tema central: a reorientação da 
política externa em direção ao paradigma neoliberal de inserção internacional”. 
Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016.
Com base nos seus conhecimentos sobre “Política Externa Brasileira”, analise as afirmativas 
abaixo acerca do termo “diplomacia presidencial” e marque V para verdadeiro ou F para falso. 
Após, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) O termo “diplomacia presidencial” foi utilizado como conceituação da política externa do governo 
Cardoso, em função da intensidade da agenda internacional durante seu mandato. 
( ) A “diplomacia presidencial” significava um novo modo de gestão diplomática e processo de tomada 
de decisão. 
( ) A “diplomacia presidencial”, para além de simbolismos e retórica, buscava atingir resultados 
concretos. 
( ) A face mais evidente da diplomacia presidencial foram as constantes viagens e a recepção de 
autoridades estrangeiras.
Nota: 10.0
A V, V, F, V
Você acertou!
A alternativa correta é a que contém a seguinte sequência: (V, V, F, V). As 
afirmativas I (O termo “diplomacia presidencial” foi utilizado como 
conceituação da política externa do governo Cardoso, em função da 
intensidade da agenda internacional durante seu mandato), II (A 
“diplomacia presidencial” significava um novo modo de gestão 
diplomática e processo de tomada de decisão) e IV (A face mais evidente da 
diplomacia presidencial foram as constantes viagens e a recepção de 
autoridades estrangeiras) são verdadeiras. De acordo com o livro base da 
disciplina, “Durante a gestão de Cardoso, o termo diplomacia presidencial foi 
utilizado como conceituação de sua política externa, em função da intensidade
da agenda internacional durante seu mandato e da própria ênfase dada pelo 
discurso diplomático brasileiro do período à diplomacia presidencial. Talvez 
pelo fato de ter sido chanceler antes de ocupar o Planalto, esse traço 
diplomático tenha tido mais ênfase em sua administração”. “Embora a face 
mais evidente da diplomacia presidencial fosse suas constantes viagens e a 
recepção de autoridades estrangeiras, ela também significava um novo modo 
de gestão diplomática e processo de tomada de decisão” (p. 173). A afirmativa 
III (A “diplomacia presidencial”, para além de simbolismos e retórica, 
buscava atingir resultados concretos) é falsa porque não corresponde ao 
modelo de diplomacia presidencial adotada durante o governo Cardoso.
 
Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa 
Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 (Capítulo 5 – O Brasil 
depois da redemocratização: do governo Sarney à política externa dos anos 
de 1990).
Fonte contextualização: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. 
Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 
(Capítulo 5 – O Brasil depois da redemocratização: do governo Sarney à 
política externa dos anos de 1990).
 
 
B F, V, V, F
C F, V, F, V
D V, F, V, F
E V, F, V, V
Questão 5/10 - Política Externa Brasileira
Leia o texto abaixo e depois responda à questão: 
“A ênfase no desenvolvimento, a alteração da equipe econômica e o afastamento em relação ao 
conflito vietnamita evidenciavam uma mudança de enfoque nas relações com os EUA e na política 
externa. A política externa de Costa e Silva teve uma conotação própria, mais autônoma, e as fricções 
com os EUA reapareceram, em decorrência das necessidades intrínsecas do desenvolvimento 
brasileiro”. Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa Brasileira: uma introdução. 
Curitiba: InterSaberes, 2016.
Tendo como base os conteúdos sobre o Regime Militar, leia as opções abaixo e assinale a alternativa 
que descreve corretamente os pontos de atrito entre Brasil e Estados Unidos durante o governo Costa 
e Silva (1967-1969).
 
Nota: 10.0
A Era a questão da assinatura do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), as 
limitações a importação do café solúvel brasileiro, o problema dos têxteis, o Acordo 
Internacional do Cacau e as cotas de açúcar.
Você acertou!
A alternativa correta é: (Era a questão da assinatura do Tratado de Não 
Proliferação Nuclear (TNP), as limitações a importação do café solúvel 
brasileiro, o problema dos têxteis, o Acordo Internacional do Cacau e as cotas 
de açúcar). De acordo com o livro base da disciplina, “A política do Brasil em 
relação aos EUA sofreu, então, uma reorientação durante o período Costa e 
Silva, pois o nacionalismo apregoado pelo governo entrava em conflito com o 
pais do Norte. Os principais pontos de atrito entre o Brasil e os EUA no período
eram a questão da assinatura do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), 
as limitações a importação do café solúvel brasileiro, o problema dos têxteis, o 
Acordo Internacional do Cacau e as cotas de açúcar. A recusa em assinar o 
TNP, tratado que pretendia cercear as tecnologias nucleares para países em 
desenvolvimento, foi um dos principais fatos diplomáticos desse governo” (p. 
127). As demais alternativas, estão, portanto, incorretas.
 
Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa 
Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 (Capítulo 4 – A política
externa brasileira durante o regime militar (1964-1985)).
Fonte contextualização: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. 
Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 
(Capítulo 4 – A política externa brasileira durante o regime militar (1964-1985)).
 
B
Era o conflito das Ilhas Malvinas. Os EUA apoiaram a Inglaterra e o Brasil apoiou a 
Argentina.
C
Eram as reivindicações brasileiras que não foram atendidas pelos EUA, como a 
instalação de uma grande siderurgia e o reequipamento econômico-militar do Brasil.
D
Era a crise da dívida externa brasileira, uma vez que os EUA, além de virtuais 
controladores do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, eram sede
dos principais bancos credores.
 
E
Não existiu atrito entre Brasil e Estados Unidos durante o governo de Costa e Silva. 
Nesse período, a política externa brasileira adotava um “alinhamento automático” com
os EUA.
Questão 6/10 - Política Externa Brasileira
Leia o texto abaixo e depois responda à questão:“Esses países, embora pertençam a tradições culturais e políticas distintas, apresentam características
em comum, como grande extensão territorial, grande população, potencial de crescimento e de 
desenvolvimento, capacidade de segurança e de defesa. Assim, o conceito Bric, que havia sido criado 
no meio empresarial (Banco Goldman Sachs), em 2001, para designar os países que teriam grande 
crescimento nas décadas seguintes, foi aproveitado por esses países e transformado, durante o 
governo Lula, em fórum de articulação política”. 
Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016.
Com base nos seus conhecimentos sobre “Política Externa Brasileira”, leia as opções abaixo e 
assinale a alternativa que contém os nomes dos países que compõem os Brics.
Nota: 10.0
A Brasil; Rússia; Índia; China e África do Sul.
Você acertou!
A alternativa correta é: (Brasil; Rússia; Índia; China e África do Sul). Os países 
que compõem os Brics são: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De 
acordo com o livro base da disciplina, “os países conhecidos inicialmente 
como Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), realizaram, em junho de 2009 a I 
Reunião de Cúpula do grupo” (Adaptado) (p. 202). “A inclusão da África do Sul 
nesse bloco sinalizou a orientação política a ser seguida. Além da defesa da 
multipolaridade (contra o chamado unipolarismo do poder norte-
americano), a inclusão da África do Sul incentivou uma agenda voltada para os
temas do desenvolvimento e da cooperação Sul-Sul” (p. 203).
 
Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa 
Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 (Capítulo 6 – A política
externa dos governos Lula e Dilma (2003-2014)).
Fonte contextualização: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. 
Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 
(Capítulo 6 – A política externa dos governos Lula e Dilma (2003-2014)).
 
B Brasil; Rússia, Índia; China e Estados Unidos.
C
Brasil, República Dominicana; Itália; Coreia do Norte e África do Sul
 
D Bolívia, República Dominicana; Iraque; Costa Rica e Estados Unidos
E Bélgica, Roménia; Iraque; Colômbia e África do Sul
Questão 7/10 - Política Externa Brasileira
Leia o texto abaixo e depois responda à questão:
“O discurso constante da necessidade de uma ordem internacional mais justa e equitativa do governo 
anterior continuou presente, e Dilma imprimiu grande foco na necessidade de reforma das instituições 
financeiras internacionais e na busca de oportunidades para o Brasil, bem como adicionou uma nova 
ênfase na ação externa do país: “a prioridade atribuída a ciência, tecnologia e inovação, com vistas a 
contribuir para a ascensão do Brasil a um novo estágio de desenvolvimento, fundado em uma 
economia mais flexível e competitiva (Patriota, 2012)”. Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. 
Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016.
 
Tendo como base os conteúdos de “Política Externa Brasileira”, leia as afirmativas abaixo e assinale a 
alternativa que faz uma análise correta da política externa do governo Dilma (2011-2014).
I. Aproximação dos Brics.
II. Distanciamento dos Brics. 
III. Crise com os EUA em função das denúncias de espionagens por parte das agências do governo 
norte-americano.
IV. Continuidade com o governo anterior, mas com ajustes na política externa.
Nota: 10.0
A Apenas as afirmativas I e III estão corretas
B Apenas as afirmativas II e IV estão corretas
C Apenas as afirmativas III e IV estão corretas
D Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas
Você acertou!
A alternativa correta é a que considera a seguinte resposta: (Estão corretas 
apenas as afirmativas I, III e IV). As afirmativas I (Aproximação dos Brics), III 
(Crise com os EUA em função das denúncias de espionagens por parte das 
agências do governo norte-americano) e IV (Continuidade com o governo 
anterior, mas com ajustes na política externa) estão corretas. Essas 
características podem ser confirmadas no quadro síntese do capítulo 6 (p. 
225) do livro base da disciplina. A alternativa II (Distanciamento dos Brics) 
está, portanto, incorreta.
 
Fonte: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. Política Externa 
Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 (Capítulo 6 – A política
externa dos governos Lula e Dilma (2003-2014)).
Fonte contextualização: SILVA, A, L, R da; RIEDIGER, B, F. 
Política Externa Brasileira: uma introdução. Curitiba: InterSaberes, 2016 
(Capítulo 6 – A política externa dos governos Lula e Dilma (2003-2014)).
 
E Apenas as afirmativas II, III e IV estão corretas
Questão 8/10 - Política Externa Brasileira
Leia o trecho a seguir:
"Ao tratar do governo Médici (1969-1974) duas questões se colocam fundamentais: em primeiro lugar
está o caráter de maior repressão e autoritarismo do regime militar nestas duas décadas e, em
segundo, a guinada econômica para aquilo que se denomina "milagre econômico". Estas duas
variáveis não são excludentes; pelo contrário: mantém significativa correlação, visto que apenas com
uma economia em franco desenvolvimento, proporcionando melhor condições de vida para população
em geral, as medidas não-democráticas puderam ser implementadas sem maior reivindicação popular;
sem contar que, os poucos focos de resistência não se consubstanciam como parcela significativa da
população, mas sim pequenas redes isoladas, logo desmanteladas pela repressão do aparato policial-
militar".
Fonte: LUIZ, Juliana Ramos. A política externa do regime militar: entre o ranço ideológico e a atuação pragmática. 3° Encontro Nacional ABRI.
2011, s/p. Disponível em: <http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000122011000200040&script=sci_arttext>.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine as assertivas
abaixo sobre as contradições no estudo da diplomacia do Governo Médici. Depois assinale a
alternativa que indica apenas as corretas.
I – Para alguns autores, a diplomacia do governo Médici seguiu a mesma orientação do governo Costa
e Silva.
II – Outros autores situam o período Médici como pré-imperialista no sistema internacional.
III – A contradição nas análises da diplomacia do Governo Médici pode estar ligada à própria dualidade
da política externa do período, situada entre o Primeiro e o Terceiro mundo. Isso seria um reflexo do
desenvolvimento desigual do país.
IV – Durante a gestão Médici, a diplomacia brasileira privilegiou as relações Sul-Sul e reatou relações
diplomáticas com Cuba e a União Soviética, algo que gerou sérios atritos com os EUA.
Nota: 10.0
A Apenas as assertivas I e III estão corretas
B Apenas a assertiva III está correta
C Apenas as assertivas I, II e III estão corretas
Você acertou!
Apenas as assertivas I, II e III estão corretas: (i) para alguns
autores, a diplomacia do governo Médici seguiu a mesma orientação do
governo Costa e Silva; (ii) outros autores situam o período Médici como
pré-imperialista no sistema internacional; (iii) a contradição nas análises
da diplomacia do Governo Médici pode estar ligada a própria dualidade da
política externa do período, situada entre o Primeiro e o Terceiro mundo. Isso
seria um reflexo do desenvolvimento desigual do país.
Fonte: SILVA, A. L. R.; RIDEGER, B. F. Política Externa
Brasileira: uma introdução. Curitiba: Intersaberes, 2016, p. 132-133,
CAPÍTULO 4, adaptado.
D Apenas as assertivas II e IV estão corretas
E Apenas as assertivas II, III e IV estão corretas
Questão 9/10 - Política Externa Brasileira
Leia o trecho a seguir:
"O último e mais longo governo militar, sob o controle do General João Batista Figueiredo (1979-1985)
prometeu, desde o início, tanto a abertura política, como dar continuidade aquilo pregado por Geisel no
governo anterior. No que tange à política externa, além de manter as prerrogativas e linhasde atuação
do pragmatismo responsável, enfrentou, com maior peso e intensidade uma conjuntura internacional
altamente desfavorável, com um quadro econômico mundial recessivo e a instabilidade das políticas
ministradas internamente. É por estes dados que a maioria dos autores segue a mesma linha de
raciocínio para o período em questão. Conforme apontado por Letícia Pinheiro, a atuação manteve-se
fiel aos princípios do pragmatismo, além de aprofundar as relações com os países do sul. É por este
aprofundamento que a mesma ganhou a "qualificação de universalista, em oposição ao pragmatismo"
(2004, p. 49)".
Fonte: LUIZ, Juliana Ramos. A política externa do regime militar: entre o ranço ideológico e a atuação pragmática. 3° Encontro Nacional ABRI.
2011, s/p. Disponível em: <http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000122011000200040&script=sci_arttext>.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine as assertivas
abaixo sobre a política externa do Governo João Baptista Figueiredo. Depois assinale a alternativa
que indique apenas as corretas.
I – No campo da política externa, o governo Figueiredo não realizou nenhuma mudança significativa,
mantendo e aprofundando as linhas mestras do pragmatismo responsável.
II – O universalismo adotado no Governo Figueiredo significa um distanciamento dos países
desenvolvidos e uma aproximação como as nações do Terceiro Mundo. Uma justificativa para essa
postura era o fato do Brasil não ter interesses em comum com os países do Primeiro Mundo
III – O universalismo implementado durante o Governo Figueiredo significava que o Brasil manteria
relações com todos os países, independentemente do seu alinhamento na Guerra Fria. Por isso, as
relações com Cuba e União Soviética foram priorizadas durante o último governo da Ditadura Militar.
IV – A característica básica da diplomacia no governo Figueiredo foi o universalismo. O universalismo 
estava ligado ao caráter do desenvolvimento Brasileiro e à sua inserção no sistema internacional como
país pertencente ao Terceiro Mundo, mas que tinha características e interesses comuns aos países 
desenvolvidos, buscando diálogo com todos os atores.
Nota: 10.0
A Apenas as assertivas I e IV estão corretas
Você acertou!
Apenas as assertivas I e IV estão corretas: (i) no campo da
política externa, o governo Figueiredo não realizou nenhuma mudança
significativa, mantendo e aprofundando as linhas mestras do pragmatismo
responsável; (ii) A característica básica da diplomacia no governo Médici
foi o universalismo. O universalismo estava ligado ao caráter do
desenvolvimento Brasileiro e à sua inserção no sistema internacional como
país pertencente ao Terceiro Mundo, mas que tinha características e
interesses comuns aos países desenvolvidos, buscando diálogo com todos os
atores.
Fonte: SILVA, A. L. R.; RIDEGER, B. F. Política Externa
Brasileira: uma introdução. Curitiba: Intersaberes, 2016, p. 141,
CAPÍTULO 4, adaptado.
B Apenas a assertiva III está correta
C Apenas as assertivas I, II e III estão corretas
D Apenas as assertivas II e IV estão corretas
E Apenas as assertivas II, III e IV estão corretas
Questão 10/10 - Política Externa Brasileira
Leia o trecho a seguir: 
"As mudanças sistêmicas certamente causaram mudanças significativas nas políticas exteriores de
nossos países e o Brasil, historicamente, não foi a exceção. Isto se refletiu com particular evidência
durante as diversas etapas do longo período da ordem bipolar". 
Fonte: BERNAL-MEZA, Rui. A Política Exterior do Brasil: 1990-2002. Rev. Bras. Polít. Int. 45 (1): 36-71. 2002. Página da citação: 38. Disponível
em: <http://www.scielo.br/pdf/rbpi/v45n1/a02v45n1.pdf>. 
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, assinale a alternativa
que correta acerca da modificação nas bases da Política Externa Brasileira nos anos de 1990:
Nota: 10.0
A
A matriz que emerge na década de 1990 entende que a inserção internacional do
Brasil deveria se dar a partir da globalização e da adoção de políticas
neoliberais como o paradigma de desenvolvimento brasileiro. 
Você acertou!
A matriz emergente de inserção internacional do Brasil nos anos 1990 assumiu
o processo de globalização e a adoção de políticas
neoliberais como paradigma de desenvolvimento, buscando a
superação da crise econômica e da estagnação dos anos
1980. Fonte: SILVA, A. L. R.; RIDEGER, B. F. Política Externa
Brasileira: uma introdução. Curitiba: Intersaberes, 2016, p.169,
CAPÍTULO 5, item 5.4.
B
A matriz que emerge na década de 1990 entende que a inserção internacional do 
Brasil deveria se dar a partir do fortalecimento do Estado e da adoção de 
políticas protecionistas como o paradigma de desenvolvimento brasileiro. 
C A matriz que emerge na década de 1990 entende que a inserção internacional do 
Brasil deveria se dar a partir de um maior insulamento e da adoção de 
políticas keynesianas como o paradigma de desenvolvimento brasileiro. 
D
A matriz que emerge na década de 1990 entende que a inserção internacional do
Brasil deveria se dar a partir da insulamento e da adoção de políticas conservadoras
como o paradigma de desenvolvimento brasileiro.
E
A matriz que emerge na década de 1990 entende que a inserção internacional do
Brasil deveria se dar a partir da regionalização e da adoção de políticas protecionistas
como o paradigma de desenvolvimento brasileiro.

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