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glândula adrenal e sistema reprodutor masculino

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Glândul� suprarrena�
Glândulas suprarrenais: também
chamadas de adrenais, são localizadas
na parte superior do rim, é separada do
rim por uma cápsula de tecido conjuntivo.
A glândula é dividida em duas partes: a
medula, é a parte mais interna, secreta as
catecolaminas diferente do córtex, parte
mais externa que secreta esteróides.
A medula e o córtex possuem origens
embriológicas diferentes.
90% é córtex e o restante medula.
Parênquima - parte funcional do órgão (ex
- glândula). O parênquima da suprarrenal
é a célula que produz esteróide, a que
produz catecolamina.
Estroma - parte de sustentação (ex- tecido
conjuntivo, colágeno, vasos sanguíneos,
nervos). O estroma da adrenal é a
cápsula que reveste o órgão, o tecido
conjuntivo que está entre uma célula
(dentro) e outra, o vaso sanguíneo de
nutrição.
Origem embriológica:
Córtex - células derivadas do mesoderma
Medula - células derivadas da crista
neural (ectoderma)
Subdivisões do córtex:
A parte mais externa do córtex é a região
da cápsula de tecido conjuntivo, cápsula
protetora;
Zona glomerulosa: fica colada na cápsula,
representa 15% do total; células
piramidais ou colunares organizadas em
grupamentos ovóides em forma de arco
ou pequenas regiões organizadas em
cordões; núcleo esférico bem corado;
poucas gotículas lipídicas; células
pequenas. Produz mineralocorticóide,
aldosterona.
Zona fasciculada: representa 80% do total
(parte mais externa); cordões celulares
retilíneos, de uma ou duas células de
espessura, adjacentes a vasos
sanguíneos, células grandes, podem ser
binucleadas; grande quantidade de
gotículas lipídicas, o que deixa a
aparência mais clara; características
ultraestruturais de células produtoras de
esteróides. Produz, principalmente,
glicocorticóides, como o cortisol e menor
produção de hormônios sexuais nesta
região.
Zona reticular: zona mais interna; células
pequenas organizadas em cordões
anastomosados (que se juntam e formam
um único); grande quantidade de lipídios
no citoplasma. Produz gonadocorticoides
e uma pequena produção dos
glicocorticóides.
Medula:
Na medula encontram-se células
cromafins, derivadas da crista neural, que
são produtoras de epinefrina e
norepinefrina. As células cromafins são
neurônios modificados, não possui
axônio.
Na medula, assim como no córtex, há a
produção de hormônios, e por isso,
necessita a presença de capilares
sinusóides, que são pequenos vasos
sanguíneos finos cuja a parede tem
orifícios que permitem a passagem de
hormônios para a circulação
Células ganglionares: apresenta axônios,
que se estendem perifericamente da
medula em direção ao córtex da
suprarrenal, porque chegando lá, ele pode
inervar células produtoras de
mineralocorticóides, glicocorticóides e
estimular ou inibir a sua produção.
Sistem� reproduto� masculin�
O sistema reprodutor masculino consiste
nos testículos, ductos excretores genitais,
glândulas sexuais acessórias e genitália
externa constituída pelo pênis e escroto.
Testículos:
Os testículos adultos são órgãos ovóides
pareados, localizados no escroto, que
está situado fora da cavidade corporal.
Cada testículo está suspenso dentro da
extremidade de uma bolsa musculofascial
alongada, que é contínua com as
camadas da parede anterior do abdome e
que se projeta para dentro do escroto. Os
testículos estão conectados à parede do
abdome pelos cordões espermáticos e
fixados ao escroto por ligamentos
escrotais, os remanescentes do
gubernáculo(um cordão fibroso que liga
os testículos fetais ao fundo do escroto e
governa a descida dos testículos).
Dentro do testículo tem um tecido, ao
redor do túbulo seminífero, como se fosse
um tecido conjuntivo frouxo, onde tem as
células de leydig, que são produtoras de
testosterona.
Túnica vaginal - porção mais externa;
Túnica albugínea -porção mais interna;
possui uma camada de tecido conjuntivo
denso, que é mais clara, mais branco. Por
isso o nome albugínea.
OBS - túnica quer dizer uma camada.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Test%C3%ADculos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escroto
Na região posterior essa camada da
túnica albugínea fica mais espesso e
nessa região é chamada de mediastino.
Percebe-se também a presença de septos
de tecido conjuntivo, que partem do
mediastino em direção mais externa.
Esses septos dividem o testículo em
lóbulos, compartimentos que se
comunicam entre eles por serem
incompletos. Dentro dos lóbulos há os
túbulos seminíferos, que é o local onde os
espermatozóides são produzidos. Ao
redor do túbulo seminífero tem um tecido
conjuntivo mais frouxo, onde há as
células de leydig, produtoras de
testosterona.
Trajeto do espermatozóide - Tem a
produção do espermatozóide dentro do
túbulo seminífero, depois ele vai para o
túbulo reto, depois vai para o mediastino
onde tem a rede testicular, depois esse
material produzido vai seguir seu trajeto
pelo dúctulos eferentes, depois vai para o
epidídimo e depois para o ducto
deferente.
Túbulos seminíferos - um tubo que dentro
dele há a produção de espermatozóide.
Parte externa - presença de um tecido
chamado de túnica branca
Parte interna - epitélio seminífero, é
formado por dois tipos de células: células
de Sertoli (família das células de
sustentação) e as células
espermatogênicas (família que dá origem
aos espermatozóides).
Ao redor do túbulo seminífero tem uma
túnica/lâmina própria
Esse tecido externo é formado por células
mióides, que são células com aparência
mais achatada. Essa camada mais
externa do túbulo tem uma capacidade
mais contrátil, ajuda a propelir o conteúdo
que está dentro dele. Também há
algumas fibrilas colágenas, vasos
sanguíneos, vasos linfáticos.
Células de Leydig - são grandes células
poligonais; eosinófilas (se coram com
corante eosina); secreção de
testosteronas. Contêm um retículo
endoplasmático liso (REL) bem
desenvolvido, uma característica
responsável pela sua eosinofilia. As
enzimas necessárias para a síntese de
testosterona a partir do colesterol estão
associadas ao REL. Observa-se também,
nas células de Leydig, a existência de
mitocôndrias com cristas túbulo
vesiculares, outra característica das
células secretoras de esteróides.
Células de Sertoli - Estas células não se
replicam depois da puberdade. As células
de Sertoli são células colunares, com
extensos prolongamentos apicais e
laterais que circundam as células
espermatogênicas adjacentes e que
ocupam os espaços entre elas. As células
de Sertoli determinam a organização
estrutural dos túbulos, uma vez que se
estendem por toda a espessura do
epitélio seminífero. São células de
sustentação; fagocitose; nutrição;
proteção; secretam proteína de ligação de
andrógenos; barreira hematotesticular,
importante para evitar a destruição de
uma célula em meiose.
Espermatogênese - é o processo pelo
qual as espermatogônias desenvolvem-se
em espermatozoides.Inicia-se pouco
antes da puberdade, sob a influência dos
níveis crescentes de gonadotropinas
hipofisárias, e prossegue durante toda
vida. A espermatogênese é dividida em
três fases distintas:
Fase espermatogônica: as
espermatogônias dividem-se por mitose
para a sua própria reposição, bem como
para fornecer uma população de
espermatogônias comprometidas, que
finalmente irão dar origem aos
espermatócitos primários.
Seta azul: núcleo da célula de sertoli,
núcleo claro e nucléolo evidente; seta
amarela: núcleo da espermatogônia: mais
escuro.
Fase espermatocítica (meiose) - na qual
os espermatócitos primários sofrem duas
divisões meióticas que reduzem tanto o
número de cromossomos quanto a
quantidade de DNA e produzem células
haploides, denominadas espermátides. As
espermátides eliminam grande parte de
seu citoplasma, reorganizam suas
organelas e formam um flagelo,
transformando-se em espermatozóides.
Fase golgi - formação de enzimas
hidrolíticas acondicionadas em grânulos
pré-acrossômicos que se fundem em
vesículas acrossômicas. Início da
formação do flagelo, que vai crescendo
pouco a pouco;
Fase de capuz - aumento da vesícula
acrossômica e forma o acrossoma. Início
da condensação de núcleo;
Fase acrossômica - condensação nuclear;
alongamento da célula;