A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
52 pág.
HISTOLOGIA C

Pré-visualização | Página 4 de 9

livres do colo, a camada serosa é caracterizada por protuberâncias pequenas 
pedunculadas formadas por tecido adiposo- os apêndices epiplóicos 
Plexo de 
Meissner
Auerbach
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
HISTOLOGIA C 
2020.2 
 
15 
 
 
 
Apêndice 
▪ Presença de nódulos linfoides abundantes 
▪ Glândulas intestinais menores 
▪ Não possui tênias do colo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
HISTOLOGIA C 
2020.2 
 
16 
 
 
 Órgãos anexos do sistema digestório 
• Glândulas salivares, o pâncreas, o fígado e a vesícula biliar 
• Pâncreas: produção de enzimas digestivas que atuam no intestino delgado e secreção 
para o sangue de hormônios como a insulina e o glucagon, ambos importantes para o 
metabolismo dos nutrientes absorvidos. 
• O fígado produz a bile, um fluído importante para a digestão de gorduras, além de 
desempenhar um papel fundamental no metabolismo de lipídios, carboidratos e proteínas, 
além de inativar e metabolizar muitas substâncias tóxicas e drogas. Também participa do 
metabolismo de ferro, síntese de proteínas do plasma sanguíneo e fatores necessários 
para a coagulação do sangue 
• Vesícula biliar: absorve água da bile, armazenando-a numa forma concentrada 
] 
 
• Glândula mista 
• As enzimas são armazenadas e secretadas por células da porção exócrina, arranjadas em 
ácinos 
• Os hormônios são sintetizados em grupamentos de células epiteliais endócrinas 
conhecidas como ilhotas de Langerhans 
• A porção exócrina é uma glândula acinosa composta, similar á glândula parótida em 
estrutura (Diferença: ausência de ductos estriados e presença de Ilhotas de Langerhans) 
 
• Penetração das porções iniciais dos ductos intercalares no lúmen dos ácinos 
• Núcleos circundados por um citoplasma claro pertencem ás células centroacinosas, que 
constituem a porção intra-acinosa dos ductos intercalares 
• Ductos intercalares são tributários de ductos interlobulares maiores revestidos por epitélio 
colunar 
• O ácino pancreático exócrino é constituído por várias células serosas que circundam um 
lúmen. Estas células são polarizadas, com um núcleo esférico, sendo típicas células 
secretoras de proteínas 
ilhota
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
HISTOLOGIA C 
2020.2 
 
17 
 
• Uma cápsula delgada de tecido conjuntivo reveste o pâncreas e envia septos para seu 
interior, separando-o em lóbulos 
• A maioria das enzimas é armazenada na forma inativa nos grânulos de secreção das 
células acinosas, sendo ativadas no lúmen do intestino delgado após a secreção = 
proteção do pâncreas contra a atividade dessas próprias enzimas 
• A secreção pancreática é controlada pela secretina e pela colecistoquinina, assim como 
por meio do estímulo do nervo vago 
 
 
 
 
 
 
 
• Órgão no qual os nutrientes absorvidos no trato digestivo são processados e armazenados 
para a utilização de outros órgãos = interface entre o sistema digestivo e o sangue 
• Grande parte do sangue que vai para o fígado chega pela veia porta, inclusive, todos os 
nutrientes absorvidos pelo intestino, exceto os lipídios complexos (quilomícrons) que 
chegam ao fígado pela artéria hepática 
• Eliminação de substâncias tóxicas (retículo endoplasmático liso): ocorre na bile 
• Produção de proteínas plasmáticas, como a albumina 
• Revestido por uma cápsula delgada de tecido conjuntivo que se torna mais espessa no 
hilo, por onde a veia porta e a artéria hepática penetram no fígado e por onde saem os 
ductos hepáticos direito e esquerdo e os linfáticos. Estes vasos e ductos são circundados 
por tecido conjuntivo ao longo de toda a sua extensão, até o término nos espaços porta 
entre os lóbulos hepáticos. Neste ponto, forma-se uma delicada rede de fibras reticulares 
que suporta os hepatócitos e células endoteliais dos capilares sinusóides 
Em 1, identificam-se ácinos serosos. A 
seta aponta a cápsula de tecido conjuntivo 
denso que circunda o órgão. A Ilhota de 
Langerhans está delimitada por um círculo. 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
HISTOLOGIA C 
2020.2 
 
18 
 
Lóbulo hepático 
 
• Formado por uma massa poligonal de tecido 
• Em algumas regiões da periferia dos lóbulos existe tecido conjuntivo contendo ductos 
biliares, vasos linfáticos, nervos e vasos sanguíneos = espaços porta 
• 3-6 espaços porta por lóbulos 
• Ducto biliar é revestido por epitélio cúbico, transporta bile sintetizada pelos hepatócitos, a 
qual, eventualmente, desemboca no ducto hepático 
• Os hepatócitos estão radialmente dispostos no lóbulo hepático, dispostos como os tijolos 
de uma parede. Estas placas estão direcionadas da periferia do lóbulo para o seu centro e 
anastomosam-se livremente, formando um labirinto semelhante a uma esponja 
• Esses espaços contêm capilares, os sinusóides hepáticos 
• As células endoteliais são separadas dos hepatócitos adjacentes por uma lâmina basal 
descontínua e um espaço subendotelial conhecido como espaço de Disse, que contém 
microvilos dos hepatócitos. Fluídos provenientes do sangue percolam rapidamente a 
parede endotelial e fazem um contato íntimo com a parede dos hepatócitos, o que permite 
uma troca fácil de macromoléculas entre o lúmen sinusoidal e os hepatócitos e vice-versa. 
Esta é uma troca fisiologicamente importante, não só pela quantidade de macromoléculas 
secretadas dos hepatócitos para o sangue, mas também porque o fígado capta e 
cataboliza muitas moléculas grandes 
• Células de Kupffer = macrófagos. Metaboliza eritrócitos velhos, digerir hemoglobina e 
destruir bactérias 
• Células de Ito (espaços de Disse): contém inclusões lipídicas ricas em vitamina A. no 
fígado saudável, essas células desempenham várias funções, como captação, 
armazenamento e liberação de retinóides, síntese e secreção de várias proteínas da MEC, 
fatores de crescimento e citocinas e regulação do diâmetro do lúmen sinusoidal em 
resposta a diferentes fatores reguladores 
• Suprimento sanguíneo: 80% do sangue deriva da veia porta, que transporta o sangue 
pouco oxigenado e rico em nutrientes provenientes das vísceras abdominais, enquanto os 
20% restantes derivam da artéria hepática 
 Sistema venoso porta-> vênulas interlobulares -> vênulas distribuidoras (periferia) -> 
capilares sinusóides -> veia central (parede delgada constituída apenas por células 
endoteliais, suportadas por fibras colágenas) -> veia sublobular (base) -> veias 
hepáticas -> VCI 
 Sistema arterial: artéria hepaática -> arteríolas interlobulares (mistura do sangue 
arterial e venoso portal. Função: suprir os hepatócitos com as quantidades 
necessárias de oxigênio), o sangue flui da periferia para o centro do lóbulo -> 
comportamento das células mais periféricas difere das células mais centrais 
 
Hepatócito 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
HISTOLOGIA C 
2020.2 
 
19 
 
• Células poliédricas 
• Citoplasma eosinofílico 
• A superfície de cada hepatócito está em contato com a parede do capilar sinusoide, 
através do espaço de Disse, e com a superfície de outros hepatócitos 
• Sempre que dois hepatócitos se encontram, eles delimitam um espaço tubular entre si 
conhecidos como canalículos biliares -> rede que se anastomosa ao longo das placas dos 
lóbulos hepáticos, terminando na região do espaço porta = a bile flui em direção contrária 
ao sangue, do centro do lóbulo para sua periferia -> adentra os ductos biliares (epitélio 
cubóide que possui uma bainha distinta de tecido conjuntivo) -> ducto hepático 
• A superfície do hepatócito que está voltada para o espaço de Disse possui muitos 
microvilos, mas existe sempre um espaço entre eles e a parede do sinusóide 
• Possui um ou dois núcleos arredondados, contendo um ou dois nucléolos. Alguns 
nucléolos são poliplóides, contendo múltiplos de número haplóide de cromossomos 
• Abundante retículo endoplasmático 
• Retículo endoplasmático liso: conjugação de bilirrubina tóxica e hidrofóbica 
• Os lisossomos são importantes na degradação e renovação das organelas