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SEMINÁRIOS

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qual momento que ocorre, quanto tempo dura, desencadeante, sintomas 
que estão associados, intensidade 
• Dormir com 2 travesseiros=correlacionar o caso agudo com o quadro crônico 
• Ela já tem dispneia, algo aconteceu para piorar a dispneia 
Caso 1 
Caso 2 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
SEMINÁRIOS A 
2020.2 
 
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• Dispneia= sistema respiratório, cardiovascular, sistema nervoso, sistema renal por 
acometer o pulmão (derrame pleural, edema), sistema hematológico 
• Como diferenciar de onde vem a dispneia? 
• Nega palpitação e dor precordial= nega problema cardíaco agudo 
• Dor no peito e dispneia: derrame pleural, IAM, 
• Infarto angina like: diabéticos (neuropatia) e mulheres (resistência a dor), idosos 
(outras comorbidades) 
• Quadro: sistema respiratório 
• Dispneia paroxística noturna: a pessoa tem uma insuficiência cardíaca e, durante o 
dia, uma grande parte da volemia dela está nas MMII. Na hora que ela deita, o 
centro de gravidade do paciente muda, aumentando o retorno venoso para o 
coração, que não dá conta de bombear, levando a um edema pulmonar (a pessoa 
deita e demora alguns minutos para a falta de ar começar) 
• Na paciente, a piora da falta de ar aparenta ser devido uma pneumonia secundária 
a DPOC (hipótese diagnóstica), bronquiectasia, etilismo, tabagismo, HAS, 
traqueobronquite, DPOC descompensado (ela está com algum agente pulmonar 
infeccioso que, por fatores estressantes ambientais, pode causar uma irritação 
brônquica, ou até um vírus, que ao invés de causar uma gripe, descompensa o 
quadro basal da paciente 
• Problema no pulmão tende a levar problema ao lado direito do coração “cor 
pulmonale” - maior tendencia de edema sistêmico, estase jugular, mas não 
apresenta edema pulmonar e portanto não tem dispneia paroxística 
 
 
 
• Desenvolvimento de produtos = exposição a químicos 
• São Paulo= cidade grande e muito poluída, choque com a mudança de um ar 
mais “limpo” de vinhedo 
• Trabalha em ambiente fechado = doenças respiratórias infecciosas (pneumonia 
bacteriana!) e alérgicas 
• As doenças têm que partir de algum lugar 
• Pneumococos é a causa mais comum de pneumonia 
• Ar condicionado= bactéria legionisoa (Legionella) 
• Produtos voláteis? Teria que investigar mais a história da paciente, mas poderia 
causar quadros crônicos ou agudos 
• Doenças relacionadas ao sexo 
• Doenças aos 36 anos: algumas neoplasias (câncer de mama, câncer do colo de 
útero- HISTÓRIA GINECOLÓGICA) 
• Pós-menopausa 
• Endometriose 
• Infarto em jovem: uso de drogas (cocaína) ou doenças congênitas (implantação 
anômala de artérias coronárias) 
Caso extra
 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
SEMINÁRIOS A 
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• Doenças auto-imunes (Lúpus, artrite reumatóide) 
• Queixa principal: dispneia (sistema respiratório, cardiovascular, acidoses 
metabólicas, cetoacidose metabólica, glomerulonefrite, tireoideopatia, linfoma -> 
sintomas B) 
• Dispneia: horário que ocorre, decúbito específico, esforços (medir o grau da 
dispneia), fatores que melhoram e que pioram a dispneia (piora com os esforços 
ou DESENCADEIA com os esforços; ligar ar-condicionado) 
• Ritmo de respiração é SINAL 
• Dispneia paroxística noturna NÃO descarta problemas do coração, como ICC 
(fator positivo) 
• Sintomas associados a dispneia: sentiu a temperatura do corpo aumentar, mas 
não sabe se ela teve febre (quadro inflamatório) 
• Sintomas psicogênicos? 
• Tosse seca NÃO exclui infecção! (COVID-19, pneumonias da AIDS, pneumonias 
atípicas, pneumocistose) 
• Droga que causa problema pulmonar= drogas inalatórias (maconha) 
• Hipóteses: origem psicogênica, quadro que acomete o pulmão, que 
provavelmente é infeccioso-> pneumonia legionela, pneumonia viral 
• Exame físico: marcha típica? Entrou de cadeira de rodas? Batimento de asa do 
nariz? Fácies? Usa musculatura acessória? Respiração de gárgula? Veias 
dilatadas? Extremidades cianóticas? Frias? Frequência cardíaca= 1º fadiga 
muscular (entubação), 2º fadiga cardíaca, 3º fadiga pulmonar -> a frequência 
cardíaca subir é para ofertar mais oxigênio aos tecidos-> compensar a hipóxia 
• Não apostar na saturação (últimos sinais de compensação)! -> ainda pode estar 
desconfortável, com dificuldade para respirar. Na hora que a saturação cai, o 
corpo já está no limite 
• Pacientes idosos= pensar também em pneumonia por Gram negativo 
(Pseudomonas) 
• Pacientes com baixo nível de consciência= broncoaspiração 
• Pacientes etilistas: pneumonia Gram negativa (broncoaspiração e baixa 
imunidade) 
• Pneumonia por Legionella: é mais frequente quando o paciente está confinado 
em ambientes com ar-condicionado; incidência varia de 8-48% dos casos 
• Broncopneumonia por Pneumococos: é mais comum das adquiridas por 
comunidade-> pode ter somente um foco de consolidação pelo parênquima, 
unilateral, restrita -> característica fundamental. Os focos atingem diâmetro de 
3mm a 4mm 
• Paciente não está alinhado! 
 Tenho que ver pelo menos 9 arcos intercostais; na imagem, vemos 8-> o 
paciente não está em inspiração completa-> pode acontecer em pacientes 
com falta de ar 
 Coluna de ar na traqueia aparece até o manúbrio do esterno, geralmente-
> está presente? Tem desvio? 
 Bifurcação dos brônquios. Lembrar da angulação (anatomia B) 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
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 Campos pulmonares: consolidações? Sinal de enfisema (hiper aeração= 
áreas pretas)? 
 Parte vascular: botão aórtico, silhueta cardíaca, veia cava superior, 
artérias pulmonares (a do lado esquerdo fica um pouco mais escondida 
atrás do arco esquerdo; mas é possível ver os hilos vasculares) 
 Aferição da silhueta cardíaca: medir da extremidade mais distante em 
linha reta e essa medida tem que caber em um hemitórax, em tamanho 
(régua ou dedos) 
 Avaliação dos seios: seio costofrênico e seio cardiofrênico-> derrame 
pleural (apaga um dos seios= fica branco) 
 TGI: bolha gástrica? Pneumoperitônio? 
 Há algum dispositivo? Marca-passo, cateter jugular ou subclávio, sonda 
 
• Taquipneia é característico da pneumonia-> produção excessiva de muco pelas 
células caliciformes para restrição do agente invasor + comprometimento da luz 
alveolar, das vias aéreas, do alvéolo e do interstício 
• A invasão do agente infeccioso no parênquima pulmonar leva à uma 
solidificação exsudativa do tecido (padrão de consolidação da radiografia) 
• A pneumonia geralmente se apresenta por tosse seca ou produtiva 
• PCO2= normal-> um pouco baixo 
• PO2= normal-> um pouco abaixo 
• pH= normal-> discretamente alcalose 
Distúrbio de troca: hipoxemia com leve 
alcalose (lavagem de CO2=jogar pra fora, 
tirar da circulação-> volume/minuto ou 
volume corrente) -> aumento da frequência 
respiratória ou tamanho da respiração 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
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• HCO3= normal 
• Ureia: normal 
• Creatinina: normal 
• Sódio: normal 
• Potássio: normal 
• PCR: elevado, mas não absurdo-> indicar infecção ou doença aterosclerótico 
(quadros inflamatórios também podem subir PCR) 
• Quem tem tumor de mama pode ter sintoma pulmonar-> meta: pulmonar e 
cerebral (nem sempre o gânglio sentinela está evidente) 
• O quadro da paciente parece ser agudo, doença auto-imune o quadro seria um 
período mais longo 
• DPOC é uma doença crônica, mas tem um componente de descompensação 
agudo 
• Pressão diastólica: a pressão do sistema arterial periférica aumenta > no final da 
contração do ventrículo-> fechamento da valva aórtica-> enchimento das artérias 
coronárias 
• Pressão sistólica: volume de ejeção e complacência arterial 
• Insuficiência aórtica: o sangue volta, porque a pressão da aorta é menor 
• PS-PD: Pressão de pulso-> forma indireta do volume sistólico, mas traduzido na 
forma de pressão 
• Sinal da insuficiência aórtica= pulso em martelo dado 
• Saturação: 95%-> leve hipoxemia-> elevação da frequência cardíaca e dos 
movimentos respiratórios 
• Quem está com falta