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SEMINÁRIOS

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de ar NÃO está em bom estado geral 
• Queixa de dispneia= instável-> ACLS: obrigação de passar o marca-passo 
• Estertor crepitante não vai alterar com a tosse 
• Observar a coloração do joelho (rendilhado joelho) -> hipotensão e 
hipoperfusão-> ARROXEAR PRIMEIRO EM TORNO DO JOELHO (baixa 
perfusão tecidual sistêmica) 
• Hemoglobina: limite limiar inferior 
• Leucograma: acima sem desvio, ou seja, sem neutrófilos (segmentados) 
imaturos 
• Plaquetas: limite limiar inferior 
• Diagnóstico: COVID-19-> ausência de calcificação descarta pneumonia ou 
infecção bacteriana 
• Tomografia: sinal de vidro-fosco (Radiografia não dá diagnóstico de 
COVID) 
 Consolidação nodular à esquerda é característica de COVID 
 Pneumonia (diagnóstico clínico= infecção das vias aéreas inferiores) 
intersticial-> motivos pelos quais não aparece consolidação na radiografia 
 
 
Caso 4 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
SEMINÁRIOS A 
2020.2 
 
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• Impetigo: infecção de pele bacteriana 
• Inchaço: sistema linfático, vascular, renal, hepático (aumento de bilirrubina 
direta), Cor Pulmonale, insuficiência venosa periférica 
• Diferença clínica de ICC e IC esquerda: 
 IC esquerda: dispneia paroxística noturna, baixo débito, redução da 
força muscular (dificuldade de perfusão), congestão pulmonar 
 IC de fração de ejeção reduzida (o quanto o coração trabalha): defeito 
de enchimento do ventrículo, apesar de contratilidade boa. Ex: sofreu 
infarto com lesão do coração 
OBS: Não há relação com a IC direita, são classificações diferentes 
 Hipertensão -> hipertrofia ventricular-> boa contração 
 VE não funciona bem-> dificuldade de ejetar o sangue-> redução da 
circulação nos órgãos (perfusão dos órgãos) -> sintomas de IC 
esquerda 
• Congestão pulmonar (IC Esquerda): o sangue não consegue voltar totalmente para o 
coração. Ele fica represado. Dispneia paroxística noturna, ortopneia. Aumento de pressão 
das veias pulmonares, congestão intrapulmonar (dispneia)-> estertores crepitantes 
• Refluxo: causa valvar 
• Aumento de pressão na árvore pulmonar, torna mais difícil com que o VD bombeie mais 
sangue ao longo do circuito-> seria porque o sangue começa a ter dificuldade em ir para 
o VE e o sangue do VD acaba tendo dificuldade em ir para o pulmão 
• Estase hepatojugular 
• Casos extremos de VD seria ascite. O mais comum é o edema de membros inferiores-> 
mais distante e ação da gravidade 
• A evolução natural da doença é insuficiência cardíaca esquerda virar insuficiência cardíaca 
direita 
• Se o ventrículo direito parar de funcionar, o sangue vai acumular para as veias cavas. Não 
vai ter congestão no pulmão, porque o sangue vai acumular “para trás” do problema 
• IC direita causada por IC esquerda: estertor crepitante 
• Cor pulmonale é causada por doenças pulmonares crônicas-> tudo que causa hipertensão 
pulmonar 
• Edema de Insuficiência Cardíaca: Edema mole, começa maleolar, indolor, edema frio, 
vespertino 
• Edemas no joelho-> grave 
• Edema do paciente hepatopata: aumento da pressão hidrostática (hipertensão portal) e 
ocorrerá a diminuição da pressão oncótica por redução da captação de albumina. 
 Icterícia 
 Acolia fecal 
 Urina escura 
• Diminuiu a diurese e a urina estava escura: doença renal 
• Urina escura e icterícia: doença hepática 
• Edema renal: perorbitário, depressível, pele acinzentada, neve renal -> não urina, aumento 
geral da pressão hidrostática 
• Anasarca depende da quantidade da retenção 
SOFIA HELENA VITTE 
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• Linfedema: duro, com nódulos, sinal de Godet negativo 
• Edema infeccioso: dor, rubor, calor, alteração da pele, orifício de drenagem 
• Edema por trombose: a panturrilha pode ficar endurecida, mas é palpável e mole 
 A trombose percorre o caminho do vaso, causando uma inflamação local 
 MMII: Vv. Poplítias e femorais-> por isso palpa a panturrilha (empastada) 
• Edema do caso: RENAL 
• Lesões crostosas 
• Impetigo: glomerulonefrite 
• Impetigo: infecção bacteriana -> afinidade por células do parênquima renal 
• Cascata de sepse 
• Outra causa, pela HISTÓRIA, ICC direita 
• Antibiótico tóxico: vanclomixina (problema renal evita o uso) 
• Tríade da meningite: febre, vômito e dor de cabeça intensa 
• Edemaciada e sem urinar: pressão aumenta -> cefaleia 
• Edema-> excesso de volume circulante -> sobrecarga de pressão -> ICC direita 
• Estertores crepitantes bilaterais falam a favor da congestão pulmonar 
• Aumento da pressão hidrostática, redução da pressão oncótica do vaso 
• O edema do mixedema ocorre por aumento da pressão oncótica do interstício 
• Na ICC, ocorre uma dificuldade na circulação sanguínea e um aumento da pressão 
hidrostática do vaso. Os mecanismos hormonais envolvidos na vasoconstricção também 
influenciam: diminuição da circulação -> libera renina e angiotensina -> vasoconstricção -> 
aldosterona -> reabsorve sódio e água -> edema 
• A causa do edema na Insuficiência Renal seria o aumento da volemia, que aumenta a 
pressão hidrostática 
• Insuficiência hepática: hipertensão portal e falta de síntese de albumina 
• Todo doente renal crônico tem arteriopatia 
• Edemaciado, aumento da pressão hidrostática (derrama cavitário)-> bulhas hipofonéticas 
• Hipertensão, edema, presença de hematúria com cilindros hemáticos-> o paciente está 
com uma síndrome nefrítica 
• Cilindro hemático: lesão glomerular -> destruição das células do arcabouço que protege a 
passagem das hemácias -> hemácia entra no rim e é protegida por proteínas renais -> 
forma cilindros hemáticos = indica glomerulonefrite 
• Pedir exame de dimorfismo eritrocitário -> os cilindros hemáticos no contexto do caso já 
falam a favor da síndrome nefrítica. Tem como ter cilindros sem dimorfismo, mas quando 
são casos isolados, ou seja, o paciente não apresenta mais nenhum outro sintoma 
• Síndrome nefrótica: proteinúria, mas sem cilindro hemático, existe uma quebra da barreira 
de cargas do glomérulo e não física 
• Síndrome nefrítica: nefrítica tem edema, proteinuria e cilindro hemático, ai existe uma 
quebra na barreira fisica dos glomérulos 
 
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• Dor no peito é a queixa principal -> intensidade 
• Angina é um diagnóstico, é uma síndrome: tem características específicas -> eletro 
normal sem supra e sem fator de necrose miocárdica 
• Dor retroesternal ou precordial = dor no peito 
• Quem tem angina de peito, pode ter do tipo crônica (estável) ou aguda (instável). A 
angina instável apresenta fisiopatologia com uma diminuição da oferta de oxigênio para 
o miocárdio, por diminuição ou obstrução do fluxo arterial 
• Infarto sem supra: obstrução 
• Não sabemos se a dor progrediu ou não 
• Queixa de dor no peito é sinal de instabilidade 
• Queixa de dor no peito, dispneia, rebaixamento do nível de consciência e confusão 
mental são sinais de instabilidade 
• Para saber se a dor é de infarto, deve-se pesquisar os antecedentes pessoais e 
familiares para exclusão de fatores de infarto (baixo risco pensa em outras coisas) -> 
tem pressão alta? Tem diabetes? Tem infarto na família (infarto abaixo de 65 anos para 
mulher ou abaixo de 55 anos para homem) 
• Dor no peito: tipo, intensidade, localização, irradiação, atenuantes e duração 
• Quando inspira dói? Quando expira dói? 
• Ele já teve esse tipo de dor antes? Ou é a primeira vez na vida que sente algo assim? 
• A dispneia pode ser um sintoma de hipoxemia ou falta de oxigênio a nível celular 
• Síndrome da dor torácica 
• Sindrômico: cardiovascular, respiratório, digestório, osteomuscular, psicogênica 
• Dor muscular é possível apertar e o músculo doer -> isso não ocorre no infarto 
• Com dor muscular não é possível saber se há ou não irradiação 
• Herpes zoster acompanha o dermátono (acompanha parte): dor-> erupção 
• Dor cardíaca: angina em crescente. Obstrução da placa coronária -> angina leve -> 
obstrução aumentando -> angina moderada.