A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
21 pág.
SEMINÁRIOS

Pré-visualização | Página 6 de 6

hipertensão arterial sistêmica, 
aneurisma de aorta ascendente, estados hipercinéticos 
o O ruído originado na pulmonar é auscultado em uma área limitada, correspondente 
ao foco pulmonar e à borda esternal esquerda -> sugestão: a paciente apresenta 
quadro de hipertensão pulmonar com Cor Pulmonale 
• Quimioterapia utiliza drogas com potencial efeito citotóxico cardíaco, além de aumentarem 
o risco de trombose 
• Fatores de risco para a paciente fazer um fenômeno tromboembólico: pacientes 
acamados, cirurgias ortopédicas com fraturas, história de trombose prévia 
• Score de Wells: critérios para avaliação do risco de uma embolia pulmonar 
• Os quimioterápicos causam insuficiência cardíaca direita e esquerda, por terem um efeito 
normal 
• Estertores crepitantes bilaterais em base indicam cardiopatia direita 
• O linfoma tem alterações que podem causar derrames pleurais ou infiltrados pulmonares 
• Nesta faixa etária, ela também pode apresentar com o quadro de dispneia: LES (presença 
dos estertores e a raça corroboram), vasculites (corroboradas pela hemoptise) 
http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2020/DDT_Linforma_de_Hodgkin_CP_11_2020.pdf
http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2020/DDT_Linforma_de_Hodgkin_CP_11_2020.pdf
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
SEMINÁRIOS A 
2020.2 
 
18 
 
• A hipertensão pulmonar causaria acometimento do lado direito do coração, enquanto a 
congestão pulmonar acometeria o lado esquerdo do coração 
• Pode ocorrer um quadro cardiogênico secundário a um problema de pulmão 
• Exame físico deveria ter trazido palpação de linfonodos 
• O edema estar endurecido pode indicar que ele não é de origem cardíaca; no entanto, a 
história traz que a panturrilha está endurecida, podendo não ser a mesma coisa 
• O edema pode ser causado por uma celulite 
• Dor ventilatório-dependente: o pericárdio também é inervado pelos mesmos ramos que a 
pleura, então ele também pode ter o mesmo tipo de dor. Mas para ter uma pleurite, não 
precisa ser uma doença da pleura. Pode ser uma doença pulmonar ou cardíaca 
inflamatória, que, por proximidade da pleura, cause uma dor pleural. Pode ser um derrame 
pleural inflamatório, uma pericardite, uma miocardite, um pneumotórax, EMBOLIA 
PULMONAR 
• 4ª bulha é patológica 
• Clássico de B3 é quem tá fazendo edema agudo de pulmão 
 
• Imunossupressão no paciente que tem edema agudo de pulmão é o responsável por 
causar quadros de broncopneumonia, e não o quadro de congestão 
• Em quadros de pielonefrite crônica, os achados semiológicos não são tão precisos quanto 
os da pielonefrite aguda. O quadro tem mais a ver com o nível de gasto energético que a 
doença impôs no organismo do paciente, mas a maior parte dos achados bate com 
aqueles da insuficiência renal crônica em diferentes níveis 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
SEMINÁRIOS A 
2020.2 
 
19 
 
• Na ICC, o paciente apresenta hipoperfusão tecidual -> libera renina e angiotensina -> 
libera catecolamina, faz a reabsorção de sódio e água -> Uma pessoa vasoconstricta 
cronicamente apresenta, por causa disso, hipóxia 
• Os estertores crepitantes iniciam na base, pois é essa porção do pulmão que tem menos 
aeração 
• Maior fluxo sanguíneo do pulmão: Bases 
• A base pulmonar apresenta a maior taxa de troca de gases. A capacidade ventilação 
pulmonar é muito superior do que a circulatória. Na base, no fluxo sanguíneo máximo, é 
como se colocássemos lenha na fogueira 
• Ventilação: chegada da perfusão + chegada do oxigênio 
• No ápice, há a maior concentração de oxigênio, mas não é a área mais ventilada 
• A base pulmonar apresenta uma expansão muito maior 
• Quando há baixa perfusão, a dispneia é ao repouso 
• Oferta normal de oxigênio: 1005 DO2 ml/min 
 
• Paciente em repouso está poupando oxigênio. Quando ele precisa de mais oxigênio, é 
necessário uma maior oferta e o paciente pode não te bomba (pulmão) para dar conta 
desta demanda 
• Causa da queda de DO2: Insuficiência cardíaca 
Consequência da queda de DO2: sepse 
Zonas de West 
Comece aqui 
O consumo de oxigênio é 
dependente da oferta. Nesse 
ponto, a célula está morrendo 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
SEMINÁRIOS A 
2020.2 
 
20 
 
 
• B1 é o fechamento das valvas AV. A extrassístole ocorre em um momento pré-sistólico, em 
um momento em que as valvas estão abertas para o enchimento ventricular. Dessa forma, 
as valvas irão fechar com maior velocidade, provocando uma hiperfonese de bulhas 
• B3 não pode acontecer em uma estenose mitral, pois não é sobre um déficit contrátil do 
ventrículo ou disfunção de enchimento ventricular. O problema está no átrio. 
• Pericardite: exerce uma pressão sobre o coração que está envolvo ou pode oferecer, pelo 
aumento de pressão, uma resistência ao retorno venoso do coração. A pressão para o 
sangue voltar terá que ser bem mais alta -> prece maometana. Ao mesmo tempo que o 
sangue terá para voltar pela veia cava, terá uma dificuldade do sangue de retornar do 
pulmão para o coração, causando um edema de agudo pulmonar 
• Compressão das pernas aumenta o pós carga, aumentando o sopro de insuficiência 
aórtica, por exemplo 
• Pielonefrite aguda -> IRA-> dispneia metabólica por acidose metabólica (o rim não renova 
o bicarbonato-> deixa de realizar o efeito tampão -> compensação por aumento da 
frequência respiratória) 
 
 
 
• Histórico de próstata a partir dos 50 anos 
• Pode ter hipertensão, dislipidemia, obesidade, síndrome metabólica, diabetes mellitus 
tipo 2, neoplasia de cólon é comum, sífilis terciária, doenças sexualmente 
transmissíveis, hérnia de disco, causas externas 
• Hipertensão arterial sem diagnóstico ou descontrolada ele pode apresentar crises 
hipertensivas com cefaleia 
• Cefaleia da hipertensão: de pressão, pulsátil (“peso”), occipital, irradia para frente, 
bilateral, melhora com uso de vasodilatadores e analgésicos. Associada com náusea, 
tontura, sensação de formigamento na cabeça e nos membros, visão dupla 
• Crises hipertensivas têm como mecanismo de resposta a distensão dos 
barorreceptores carotídeos e aórticos, ativando o sistema simpático e fazendo 
bradicardia 
Caso 10
 
SOFIA HELENA VITTE 
TURMA 60 
SEMINÁRIOS A 
2020.2 
 
21 
 
• Fatores de alarme em uma cefaleia: A mudança no padrão da dor, dor com desmaio, 
vômitos em jato (que não é precedido de náuseas, acontece em pacientes com 
rebaixamento do nível de consciência -> sinal de hipertensão intracraniana), desvio de 
rima, hemiplegia, convulsões 
• Sinal de alarme mostra que o paciente está evoluindo com compressão de estruturas 
cerebrais e aumento da pressão intracraniana 
• Artralgia: se é uma monoartrite ou poliartrite, migratória ou não (gota é monoartrite e é 
acompanhada de sinais logísticos), rigidez articular ao repouso ou ao esforço, quais 
articulações envolvidas 
• Gota: é uma doença em que há aumento do ácido úrico que, a partir de certas 
concentrações ou situações, ocorre a formação de cristais com deposição nas juntas 
• Enxaqueca: unilateral, pulsátil, pontada, náusea e vômitos, moderada a alta intensidade 
• Hipertensão secundária: doenças renais 
• Feocromocitoma: tumor na medula renal com liberação de hemoglobina -> hipertensão, 
sudorese 
• Síndrome de Cushing: cortisol