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Questões Ciclo do Açúcar

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EXERCÍCIOS CICLO DO AÇÚCAR 
Questão-01 - (PUCCamp SP) 
 Depois de 1930, o panorama novelístico do país mudou; revelou-se aos neonaturalistas brasileiros um ambiente 
desconhecido. E dez anos mais tarde os “introspectivos” (como Octavio de Faria e Dionélio Machado) começarão a 
denunciar uma mentalidade desconhecida. Antes de Jorge Amado escrever os três romances do cacau, José Lins do 
Rego, mestre de todos os outros, já criara os cinco romances do açúcar, que continuarão, acredito, como o maior 
monumento novelístico da época. 
(Adaptado de: CARPEAUX, Otto Maria. Ensaios reunidos, v. II. Rio de Janeiro: Topbooks, p. 366) 
 
 A introdução do cultivo da cana-de-açúcar no Brasil, pelos portugueses, 
a) partiu da iniciativa dos donatários, ao instalarem-se em seus lotes e constatarem o quanto o solo de massapé 
era favorável a esse tipo de produto, que se encontrava em alta no mercado, apesar da concorrência 
holandesa. 
b) foi concomitante à introdução dessa cultura na Ilha da Madeira e nas feitorias portuguesas na África, no 
contexto do auge do tráfico negreiro, que garantia o fornecimento de mão de obra especializada. 
c) ocorreu devido à experiência que estes já possuíam com essa cultura em outras regiões sob seu domínio, e 
da possibilidade de que a cana se desenvolvesse bem em solo litorâneo. 
d) foi resultante das experiências feitas pelos jesuítas ao cultivarem diversos tipos de alimento e constatarem 
que o clima e as condições da terra eram propícios a esse produto de origem asiática, desconhecido do 
mercado europeu. 
e) aconteceu após o contato destes com os índios, e a observação de sua múltipla utilização pelos nativos na 
construção de suas ocas e como alimento de fácil obtenção. 
 
Questão-02 - (ACAFE SC) 
 “É verdade que antes da união das monarquias ibéricas, em 1580,ao manter uma boa relação com os portugueses, os 
flamengos frequentavam os portos brasileiros e a cidade de Lisboa carregando açúcar em suas urcas, levando-o a 
refinar em Flandres e distribuindo-o por via terrestre e fluvial por toda a Europa central. De sua embarcação tão 
características, ficou a lembrança na toponímia carioca, através do morro que evoca a sua forma.” 
PRIORI, Mary del. Histórias da gente brasileira: volume 1: colônia. São Paulo: Editora LeYa, 2016. Página 69. 
 
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o período colonial da história do Brasil é correto afirmar, exceto: 
a) Durante a União Ibérica, holandeses e espanhóis formaram a Companhia das Índias Ocidentais e dividiram 
os lucros da comercialização do açúcar produzido no Brasil e levado para a Europa. 
b) Com a União Ibérica acirraram-se os conflitos entre a Espanha e a Holanda. Com a proibição espanhola da 
parceria comercial entre holandeses e produtores de açúcar no Brasil, os flamengos invadiram o nordeste. 
c) Maurício de Nassau, administrador holandês em Pernambuco, promoveu reformas urbanas e manteve uma 
boa relação com os senhores de engenho. 
d) A revolta conhecida como Insurreição Pernambucana acabou determinando a saída dos holandeses do 
nordeste brasileiro e teve como consequência uma crise na empresa açucareira brasileira. 
 
Questão-03 - (UNITAU SP) 
 O açúcar foi o principal produto brasileiro de exportação durante a época colonial. Mesmo durante o auge da 
exploração do ouro, quando o Brasil encheu os cofres europeus e ajudou a impulsionar a Revolução Industrial na 
Inglaterra, o valor das exportações de açúcar excedeu o de qualquer outro produto. 
Assinale a alternativa que apresenta o(s) mecanismo(s) empregado(s), na economia colonial, para favorecer esse 
quadro. 
 
 EXERCÍCIOS CICLO DO AÇÚCAR 
a) A imigração maciça de portugueses para trabalhar nas terras interiores da colônia. 
b) A utilização predominante da mão de obra indígena nas lavouras açucareiras. 
c) O incentivo dado pela coroa portuguesa à adoção do trabalho assalariado livre. 
d) A adoção da mão de obra escrava africana e o pacto colonial. 
e) O predomínio de pequenas propriedades rurais produzindo açúcar para exportação. 
 
Questão-04 - (UTF PR) 
 Se as especiarias dominaram o comércio marítimo português durante o século XV, um século depois esse papel foi 
ocupado, no Brasil, pela produção açucareira, que abrangia a lavoura de cana propriamente dita e a fabricação do 
açúcar nos engenhos. Muitos historiadores denominam essa economia de plantation, expressão emprestada dos 
ingleses para indicar as lavouras tropicais. Assinale a alternativa que apresenta os três elementos nos quais esse tipo 
de produção se fundamentava. 
a) Latifúndio, monocultura e mão de obra escrava. 
b) Latifúndio, policultura e mão de obra escrava. 
c) Latifúndio, monocultura e mão de obra livre. 
d) Minifúndio, monocultura e mão de obra escrava. 
e) Minifúndio, policultura e mão de obra livre. 
 
Questão-05 - (Mackenzie SP) 
 No Brasil do século XVI, a sociedade tinha, no engenho, o centro de sua organização. 
Assinale a alternativa que NÃO atesta a importância do engenho no período colonial. 
a) A grande propriedade era monocultora e também escravocrata, voltada para o mercado externo, sendo a 
montagem da estrutura de produção açucareira, um empreendimento de alto custo. 
b) Os senhores de engenhos, por serem proprietários de terras e escravos, detinham o poder político e 
controlavam as Câmaras Municipais, sendo denominados de “homens bons”, estendendo tal poder para o 
interior de sua família. 
c) Alguns engenhos funcionavam como unidades de produção autossuficientes, pois além de oficinas para 
reparos de suas instalações, produziam alimentos necessários à sobrevivência de seus moradores. 
d) No engenho também havia alguns tipos de trabalhadores assalariados, como o feitor, o mestre de açúcar, o 
capelão ou padre, que se sujeitavam ao poder e à influência do grande proprietário de terras. 
e) Os grandes engenhos contavam com toda a infraestrutura não apenas para atender às necessidades básicas 
de sobrevivência, mas voltadas à atividade intelectual que tornava o engenho centro de discussões 
comerciais. 
 
Questão-06 - (UNIFOR CE) 
 A formação do Nordeste do Brasil caracterizou-se, nos séculos XVI e XVII, pelas relações entre a economia escravista 
canavieira no litoral e a economia da pecuária no interior da região. O Complexo Econômico Nordestino, como ficou 
conhecido, cresceu nos dois primeiros séculos da colonização, para em seguida entrar em longa trajetória de 
decadência. 
Pode-se afirmar sobre este acontecimento histórico que 
a) a principal fonte de mão de obra para o crescimento da economia da região foi o trabalho compulsório de 
europeus, que vieram para o Nordeste com suas famílias. 
b) a economia açucareira cresceu baseada no trabalho escravo, primeiro de indígenas e depois, 
primordialmente, de africanos que vieram para o Brasil em grande número. 
c) a produção da cana de açúcar organizou-se em torno da pequena propriedade familiar, possibilitando uma 
maior integração dentro da região, bem como o surgimento de um mercado interno potente. 
 EXERCÍCIOS CICLO DO AÇÚCAR 
d) apesar de estruturarem o mesmo sistema econômico, a agricultura canavieira e a economia da pecuária não 
tinham fortes relações entre si, permanecendo como ilhas isoladas e essencialmente independentes. 
e) o Complexo Econômico Nordestino permaneceu em sua trajetória de ascensão até meados do século XIX, 
quando foi superado pelo aparecimento da economia da borracha, desenvolvida na Região Amazônica. 
 
Questão-07 - (UFRR) 
 
 
Fonte: “Imagens de Brasil colonial engenhos”, https://www.google.com.br/search?q=brasil+colonial+engenho&espv=2&biw=1680&bih=925&tbm= 
isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CCMQsARqFQoTCNrB2fnQ1scCFYkKkAodsAsEzQ&dpr=1, acessado em 28/08/2015. 
A IMAGEM ACIMA CARACTERIZA: 
a) a estrutura socioeconômica que se destacou na história do Nordeste brasileiro no período colonial; 
b) a