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Revisão Rede de Frio
Parte 1
Professora Kelly Coelho
Fonte: BRASIL, 2017.
Estrutura da Rede de Frio
É um sistema amplo, inclui estrutura técnico-administrativa orientada pelo
PNI, por meio de normatização, planejamento, avaliação e financiamento que visa à
manutenção adequada da cadeia de frio.
Rede de Frio
É o processo logístico da Rede de Frio para conservação dos
imunobiológicos, desde o laboratório produtor até o usuário, incluindo as etapas
de recebimento, armazenamento, distribuição e transporte, de forma oportuna e
eficiente, assegurando a preservação de suas características originais.
Cadeia de Frio:
Ana Rebeca Martins de Oliveira Sales - 111.442.274-61
Estrutura da Rede de Frio
A estrutura da Rede de Frio permeia as seguintes instâncias:
Fonte: BRASIL, 2017.
Cuidados e Orientações na Conservação
dos Imunobiológicos
Realizar os procedimentos de limpeza com estoque reduzido, preferencialmente no
início da semana, para que o usuário possa monitorar ao longo da semana o funcionamento
pleno e adequado do equipamento de refrigeração. Não realizar a limpeza do equipamento
na véspera de feriado prolongado ou ao final da jornada de trabalho.
Organizar os imunobiológicos nos
compartimentos internos, sem a 
necessidade de diferenciar a distribuição 
dos produtos por tipo ou compartimento;
Elaborar o “Mapa 
Ilustrativo” e mantê-lo 
em local de fácil acesso ;
Aplicar o “Sistema 
Primeiro a Entrar, 
Primeiro a Sair (PEPS)”
Checar e registrar a 
temperatura diariamente no 
mapa de registro, no mínimo
2 x ao dia;
Fonte: BRASIL, 2017.
Ana Rebeca Martins de Oliveira Sales - 111.442.274-61
Fonte: BRASIL, 2017.
1. (HU-FURG/IBFC/2016) Considerando a organização e os cuidados com as
vacinas, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. A Cadeia de Frio representa o processo logístico (recebimento,
armazenamento, distribuição e transporte) da Rede de Frio.
II. Na sala de vacinação, todas as vacinas devem ser armazenadas entre +0°C e
+10°C, sendo ideal +4°C.
III. Deve-se realizar limpeza do equipamento da vacina principalmente na
véspera de feriado prolongado ou ao final da jornada de trabalho.
IV. Os imunobiológicos devem ser organizados em bandejas sem que haja a
necessidade de diferencia-los por tipo ou compartimento, uma vez que a
temperatura se distribui uniformemente no interior do equipamento.
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1. (HU-FURG/IBFC/2016)
Estão corretas as afirmativas:
a) I, II e III, apenas.
b) I, II, III e IV.
c) I e IV, apenas.
d) II, III e IV, apenas.
e) II e IV, apenas.
2. (Pref. do Cabo de Santo Agostinho-PE/IBFC/2019) A Rede de Frio é um
sistema amplo, inclui uma estrutura técnico-administrativa orientada pelo
Programa Nacional de Imunização, por meio de normatização, planejamento,
avaliação e financiamento que visa à manutenção adequada da Cadeia de
Frio. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
a) Todas as vacinas podem ser congeladas. Isso é uma forma de poder
conservá-las por mais tempo.
b) A Cadeia de Frio é o processo logístico da rede de frio para conservação dos
imubiológicos apenas para o momento de armazenamento.
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2. (Pref. do Cabo de Santo Agostinho-PE/IBFC/2019)
c) A Cadeia de Frio é o processo logístico da rede de frio para conservação dos
imunobiológicos, desde o laboratório produtor até o usuário, incluindo as
etapas de recebimento, armazenamento, distribuição e transporte, de forma
oportuna e eficiente, assegurando a preservação de suas características
originais.
d) Todas as vacinas não precisam estarem armazenadas com controle de
temperatura, o importante é estarem apenas em temperaturas menores que a
temperatura ambiental.
3. (HUPEST-UFSC/IBFC/2016) O Manual de rede de frio apresenta orientações
para organização dos equipamentos que armazenam imunobiológicos. Sobre
este assunto, analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso
(F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para
baixo.
( ) Identificar o equipamento e sinalizar “USO EXCLUSIVO”, de maneira visível.
( ) Verificar no Manual do usuário a capacidade útil máxima do equipamento,
entre outras informações relacionadas, antes de iniciar o armazenamento dos
imunobiológicos.
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3. (HUPEST-UFSC/IBFC/2016)
( ) Organizar os imunobiológicos nos compartimentos internos, diferenciando
a distribuição dos produtos por tipo ou compartimento, uma vez que as
câmaras refrigeradas não possuem distribuição uniforme de temperatura no
seu interior.
( ) Elaborar “Mapa Ilustrativo” do equipamento, indicando os tipos de
imunobiológico armazenados por compartimento com: nome, lote,
laboratório produtor, validade, quantidade e fluxo de entrada/saída.
a) V,F,V,F b) V,V,V,V c) V,V,V,F d) V,V,F,V e) F,V,F,V
4. (Pref. de Arujá-SP/VUNESP/2019) A sala de vacinas da unidade básica de
saúde (UBS) está equipada com câmara refrigerada para o armazenamento
dos imunobiológicos utilizados para imunização da população. Ao receber as
vacinas contra o sarampo que serão utilizadas em campanha de vacinação nas
escolas, o auxiliar de enfermagem deve organizá-las em bandeja,
acondicionando-as
a) no congelador, até 24 horas antes de sua utilização.
b) em qualquer parte do compartimento interno do equipamento.
c) na gaveta inferior do equipamento.
d) no congelador, até duas horas antes de sua utilização.
e) na parte inferior da porta do equipamento.
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Fonte: Manual de Rede de Frio do Programa 
Nacional de Imunizações (2017) 
5. (Pref. de Suzano-SP/VUNESP/2019) A conservação dos imunobiológicos
nas diversas instâncias da Rede de Frio prevê o tempo de armazenamento (A)
e temperatura (T), variáveis determinantes para a promoção de operações
seguras na cadeia de frio. Para vacinas, soro e imunoglobulina antirrábicos,
em nível local/sala de vacinação, devem ser de:
a) A = 6 a 12 meses; T = -18 °C a -3 °C.
b) A = 3 a 6 meses; T = - 2 °C a 0 °C.
c) A = 1 mês; T = + 2°C a +8 °C.
d) A = 3 a 6 meses; T = + 2 °C a + 8 °C.
e) A = 1 mês; T = + 2 °C a 24 °C.
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Transporte de Imunobiológicos: Instância 
Regional/Municipal para Local
O transporte dos imunobiológicos entre estas instâncias é feito
somente à temperatura positiva (+2 °C a +8°C).
São utilizadas caixas térmicas, com 
bobinas reutilizáveis ambientadas a 0°C;
monitoramento contínuo da 
temperatura no interior das 
caixas durante todo o processo 
de transporte da carga.
Fonte: BRASIL, 2017.
6. (PauliPrev-SP/VUNESP/2018) O transporte de vacinas do nível regional para
o local exige alguns cuidados que devem ser averiguados pelo enfermeiro
local por ocasião do recebimento de cargas, tais como:
a) As vacinas liofilizadas devem ser transportadas em temperaturas entre -25
°C e -15 °C.
b) As vacinas em frascos de multidoses devem ser transportadas nas
embalagens primárias, dispostas sobre gelo em escamas, nas caixas térmicas.
c) Uso de gelo em barra para grande quantidade de vacinas.
d) Manutenção de temperatura positiva, sendo necessário o monitoramento
contínuo desta no interior das caixas, durante todo o processo de transporte.
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6. (PauliPrev-SP/VUNESP/2018)
e) Doses aspiradas de frasco multidose em seringas, desde que
acondicionadas em embalagem secundária segura, quando se tratar de
atividades extramuros.
Organização das caixas térmicas para transporte
Ambientar as 
bobinas reutilizáveis 
em quantidade 
suficiente;
Dispor as bobinas 
no fundo e nas 
paredes internas e 
cobrindo os 
imunobiológicos;
Posicionar o sensor do 
termômetro no centro da caixa 
térmica, monitorando a 
temperatura até atingir o 
mínimo de +1°C;
Organizar os 
imunobiológicos no 
interior da caixa de 
maneira segura para que 
não fiquem soltos;
Lacrar as caixas com fita adesiva e 
identifica-lasexternamente como 
“Produto Termolábil”, indicando 
temperatura adequada de 
conservação;
Monitorar a 
temperatura 
durante o 
transporte;
Fonte: BRASIL, 2017.
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Organização das caixas térmicas para transporte
Fonte: BRASIL, 2017.
7. (Pref. de Divinópolis-MG/IBFC/2018) Para organização das caixas térmicas
para transporte, segundo o Manual de Rede de Frio do Ministério da Saúde,
leia as afirmativas e a seguir assinale a alternativa correta.
I. Dispor as bobinas no fundo e nas paredes internas, formando uma barreira
para reduzir a velocidade de troca de calor com o meio externo.
II. Organizar os imunobiológicos no interior da caixa de maneira segura para
que não fiquem soltos e, eventualmente, desloquem-se sofrendo impactos
mecânicos durante o transporte.
III. Posicionar o sensor do termômetro na lateral da caixa térmica,
monitorando a temperatura até atingir o mínimo de +3ºC para se certificar da
adequada climatização no interior da caixa.
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7. (Pref. de Divinópolis-MG/IBFC/2018)
IV. Posicionar o registrador de temperatura no centro da carga organizada,
garantindo a medição de temperatura precisa dos imunobiológicos, para
monitoramento da temperatura ao longo do transporte.
a) As afirmativas I, II e IV estão corretas
b) As afirmativas I, II, III e IV estão corretas
c) Apenas as afirmativas II e IV estão corretas
d) Apenas as afirmativas I e III estão corretas
Rumo à aprovação!
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Revisão Rede de Frio
Parte 2
Professora Kelly Coelho
Armazenamento de Imunobiológicos
Atualmente, são utilizados dois equipamentos para
armazenamento de imunobiológicos (BRASIL, 2017):
São aplicáveis aos imunobiológicos
armazenáveis à temperatura positiva.
Câmara refrigerada
São aplicáveis aos imunobiológicos
armazenáveis à temperatura negativa.
Freezer científico
-25 °C a -15 °C
+2 °C a +8°C; ideal +5 °C
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Armazenamento de Imunobiológicos
REFRIGERADOR de uso DOMÉSTICO
NÃO É RECOMENDADO para o
armazenamento de imunobiológicos.
NÃO É PERMITIDO O USO DE REFRIGERADOR
TIPO FRIGOBAR para o armazenamento
de imunobiológicos. 
Mudanças
Fonte: BRASIL, 2017.
Na cadeia de frio, os 
equipamentos indicados para 
o armazenamento dos 
imunobiológicos, são: câmaras 
refrigeradas e os freezers.
Fonte: BRASIL, 2017.
Equipamentos
Câmara refrigerada Freezer
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8. (SESACRE/IBFC/2019) Para que haja a manutenção das propriedades dos
imunobiológicos, os refrigeradores devem estar em uma temperatura ideal.
Sobre qual temperatura deve estar o termostato para conservação ideal dos
imunobiológicos, assinale a alternativa correta.
a) +2ºC
b) -5ºC
c) +6ºC
d) +5ºC
9. (Pref. de Cruzeiro do Sul-AC/IBFC/2019) Segundo o Manual de Rede de
Frio do Programa Nacional de Imunizações (BRASILIA, 2017) existem dois
tipos de cargas principais transportadas, as refrigeradas (+2°C a +8°C) e as
congeladas. Com relação ao intervalo de temperatura no transporte de
cargas congeladas, assinale a alternativa correta.
a) (+2°C a 0°C)
b) (-4°C a -2°C)
c) (-10°C a -4°C)
d) (-25°C a -15°C)
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10. (TRT-RJ/AOCP/2018) O Programa Nacional de Imunizações conta com a
Rede de Frio. Em relação ao assunto, assinale a alternativa correta.
a) A estrutura da Rede de Frio organiza-se em três instâncias, com fluxos de
armazenamento e distribuição, sendo elas: Federal, Nacional e Municipal.
b) A Instância Federal, nas unidades federadas, incorpora as Centrais Federais
de Rede de Frio (CFRFs), subordinadas às Secretarias Federais de Saúde,
ocupando posição estratégica para distribuição.
c) A Instância Estadual organiza-se em 47 centrais estaduais de
armazenamento e distribuição de imunobiológicos, geralmente localizadas nas
regionais de saúde das unidades federadas do Brasil e sob responsabilidade
técnico-administrativa das coordenações estaduais de imunizações e das
secretarias municipais de saúde.
10. (TRT-RJ/AOCP/2018)
d) Na Instância Estadual, as Centrais de Rede de Frio realizam armazenamento
e distribuição, com câmaras frias positivas (+2ºC a +8ºC) e negativas (-25ºC a -
15ºC), a depender da demanda.
e) É a Instância Estadual que ocupa posição estratégica na Rede de Frio, uma
vez que concretiza a Política Nacional de Imunizações por meio da
administração de imunobiológicos de forma segura na atenção básica ou
assistência, estando em contato direto com o usuário final da cadeia de frio.
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Organização das caixas térmicas para uso diário
recomenda-se o uso de caixa 
térmica de poliuretano com 
capacidade mínima de 12 litros.
bobinas reutilizáveis 
ambientadas (0°C) nas 
laterais internas da caixa.
Posicionar o sensor do 
termômetro no centro da caixa, 
monitorando a temperatura até 
atingir o mínimo de +1°C.
Trocar as bobinas reutilizáveis 
sempre que necessário, quando a 
temperatura máxima atingir +7°C.
ATENÇÃO!
Imprescindível o monitoramento contínuo da temperatura.
11. (Pref. de Cruzeiro do Sul-AC/IBFC/2019) Segundo o Manual de Rede de
Frio do Programa Nacional de Imunizações (BRASILIA, 2017), na organização
das caixas térmicas de uso diário, na sala de imunização, recomendasse o
uso de caixa térmica de poliuretano com capacidade mínima. Sobre a
capacidade mínima recomendada, assinale a alternativa correta.
a) 12 litros
b) 8 litros
c) 6 litros
d) 7 litros
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12. (Pref. de Valinhos-SP/VUNESP/2019) Organização das caixas térmicas de
uso diário nas salas de vacina deve obedecer a regras que garantem o alcance
e a manutenção das condições adequadas para a finalidade. A esse respeito,
assinale a alternativa correta
a) As bobinas reutilizáveis ambientadas (0 ºC) devem ser colocadas nas
laterais internas da caixa, monitorando a temperatura interna até atingir o
mínimo de +1 ºC.
b) As bobinas reutilizáveis são consideradas ambientadas quando se forma a
névoa branca sobre elas, o que corresponde à temperatura 0 ºC.
c) As bobinas reutilizáveis devem ser trocadas sempre que necessário, quando
a temperatura máxima ultrapassar +8 ºC.
12. (Pref. de Valinhos-SP/VUNESP/2019)
d) O monitoramento da temperatura interna da caixa deve ocorrer no início e
no final do período de trabalho e registrado em formulário próprio.
e) Ao final do dia de trabalho, as bobinas devem retornar à geladeira, e as
caixas devem passar por lavagens e secagens, mantendo-as bem fechadas até
o próximo uso.
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13. (Pref. de Itapevi-SP/VUNESP/2019) Para realizar a vacinação de bloqueio
em uma escola devido a ocorrência de um caso suspeito de sarampo, o
enfermeiro da unidade básica de saúde está organizando as caixas térmicas
para o transporte das vacinas. Para garantir a qualidade dos imunobiológicos
deve, entre outros cuidados, dispor
a) escamas de gelo no fundo da caixa térmica, em uma camada com cerca de
cinco centímetros, cobri-las com plástico, posicionar os frascos das vacinas e
os diluentes no centro da caixa e sobre estas o sensor do termômetro,
monitorando a temperatura até atingir o mínimo de +2°C para se certificar da
adequada aclimatização no interior da caixa.
13. (Pref. de Itapevi-SP/VUNESP/2019)
b) as bobinas reutilizáveis no fundo e nas paredes internas da caixa térmica,
acomodar os imunobiológicos no centro da caixa, em recipiente plástico para
melhor organização, posicionar o sensor do termômetro no centro da caixa,
dispor mais quatro bobinas cobrindo os imunobiológicos e monitorar a
temperatura até atingir o mínimo de +2°C.
c) as bobinas reutilizáveis no fundo e nas paredes internas da caixa térmica e
posicionar o sensor do termômetro no centro da caixa, monitorando a
temperatura até atingir o mínimo de +1°C para se certificar da adequada
aclimatizaçãono interior da caixa, antes da colocação das vacinas.
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13. (Pref. de Itapevi-SP/VUNESP/2019)
d) o gelo em barra, dentro de sacos plásticos no fundo e nas paredes laterais
da caixa térmica e posicionar o sensor do termômetro no centro da caixa,
monitorando a temperatura até atingir o mínimo de +2°C para se certificar da
adequada aclimatização no interior da caixa, antes da colocação das vacinas.
e) as bobinas reutilizáveis congeladas no fundo da caixa térmica, posicionar os
frascos de vacina, dentro de sacos plásticos no centro e sobre eles o sensor do
termômetro, monitorando a temperatura até atingir o mínimo de +2°C para
garantir que seu transporte seja realizado em temperatura entre +2°C e + 8°C.
Referências 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças
Transmissíveis. Manual de Rede de Frio do Programa Nacional de Imunizações. 5. ed. Brasília: Ministério
da Saúde, 2017.
Ana Rebeca Martins de Oliveira Sales - 111.442.274-61
GABARITO
1 - C
2 - C
3 - D
4 - B
5 - C
6 - D
7 - A
8 - D
9 - D
10 - D
11 - A
12 - A
13 - C
Rumo à aprovação!
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