A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
17 pág.
Resumo de Músculos - Anatomia

Pré-visualização | Página 3 de 6

anterior – bem superficial 
- Origem: faces externas das partes laterais das costelas 1 a 8 (formato digitigorme); 
- Inserção: face anterior da margem medial da escápula; 
- Ação: protração/abdução e retração/adução da escápula e a mantém contra a parede torácica; 
- Inervação: N. torácico longo (C5, 6 e 7). 
4. Músculo subclávio - entre a 1ª costela e a clavícula 
- Origem: junção da 1ª costela e sua cartilagem costal; 
- Inserção: face inferior do terço médio da clavícula; 
- Ação: fixa e deprime a clavícula; apoio p/ passagem de estruturas que passam na região; amortecimento dos movs 
da clavícula; 
- Inervação: N. para o músculo subclávio. 
Músculos próprios (verdadeiros) do tórax (6) 
Atuam na movimentação da parede torácica (elevação e depressão das costelas + movs respiratórios); 
Músculos intercostais - 
1. Externos 
- Origem: tubérculo da costela – margem inferior da costela; 
- Inserção: articulação costocondral inferior (margem superior) e emite membranas que só terminam no esterno; 
- Ação: elevação das costelas -> inspiração -> aumento do diâmetro ânteroposterior e látero-lateral; 
- Inervação: nervos intercostais -> punções sempre na porção superior da costela p/ não atingir o feixe 
neurovascular da costela. 
2. Internos 
- Origem: margem inferior das costelas – no esterno; 
- Inserção: margem superior das costelas abaixo – no ângulo da costela; 
- Ação: deprimem as costelas (interóssea: expiração); parte intercondral (eleva - inspiração) 
- Inervação: nervos intercostais. 
3. Íntimos - apenas lateralmente 
- Origem: margem inferior das costelas; 
- Inserção: margem superior das costelas inferiores; 
- Ação: função similar à do m. intercostal interno -> relacionado à expiração; 
- Inervação: nervos intercostais (ramos anteriores dos nervos espinais). 
Subcostais - 
- Origem: face interna das costelas inferiores perto de seus ângulos; 
- Inserção: margens superiores da 2ª ou 3ª costelas abaixo; 
- Ação: atuam da mesma forma que os músculos intercostais internos. abaixam as costelas* 
- Inervação: nervos intercostais. 
Transversos do tórax (na vista interna da face posterior do esterno) - 
- Origem: face posterior da parte inferior do esterno; 
- Inserção: face interna das 2ª-6ª cartilagens costais; 
- Ação: deprime levemente as costelas (expiração); 
- Inervação: nervos intercostais. 
Diafragma (em formato de cúpula) - 
- 2 faces: superior (voltada p/ face torácica) e inferior (voltada p/ face abdominal); 
- 3 partes musculares: esternal, costal e lombar; 
- Aberturas na reg do semitendíneo: forame da veia cava inferior, hiato esofágico e hiato aórtico (entre o/ delimitado 
pelo ligamento arqueado mediano); 
- Folhetos do centro tendíneo: direito, esquerdo e médio (face superior - onde está o coração); 
- Centro tendíneo; 
- Ligamentos arqueados medial (fáscia do músc psoas maior) e lateral (aponeurose do músc quadrado longo -> 
região de fragilidade do diafragma em caso de acidentes) -> fixam-se ao processo transverso de L1; 
- Pilares (feixes musculotendíneos) - fixa-se à coluna vertebral; 
- Trígono lombocostal - região de fusão das fáscias superior e inferior -> em caso de acidentes c/ aumento da 
pressão intratorácica ou intraabdominal = ruptura do diafragma (traumatismo grave tórax ou abdome) 
(geralmente no lado esquerdo); 
- Trígono esternocostal – passam artéria torácica interna -> emite artéria músculo frênica e artéria epigástrica 
superior; 
- Inervação: nervo frênico (principalmente C4), mas também C3 e C5. 
Obs. - Cúpula direita mais elevada por conta do fígado. 
Hérnia de hiato – c/ envelhecimento, pode ocorrer o alargamento do hiato esofágico (paraesofágico, quando parte 
do estômago se projeta, ou por deslizamento, quando há deslocamento da cárdia p/ região torácica) -> 
enfraquecimento da parte muscular do diafragma -> pode levar a frequentes casos de refluxo gastroesofágico 
(esofagite). 
Hérnia de Bochdalek (hérnia diafragmática congênita) - deficiência do fechamento da porção posterolateral do 
diafragma -> herniação de vísceras p/ cavidade torácica -> mortalidade alta em recém-nascidos. 
Inspiração - contração do diafragma eleva o pulmão na vertical -> expansão das cavidades pulmonares -> redução 
da pressão intrapulmonar. 
Expiração - relaxamento dos m. inspiratórios - diafragma e mm. intercostais externos (ar sai de forma passiva). 
*Músculo serrátil posterior (superior e inferior) - 
1. Músculo serrátil posterior superior: 
- Origem: ligamento nucal, processos espinhosos de C7 a T3; 
- Inserção: margens superiores das costelas 2 a 4; 
- Ação: elevação das costelas (propriocepção) ao contrair; 
- Inervação: 2º a 5º nervos intercostais. 
2. Músculo serrátil posterior inferior: 
- Origem: processos espinhosos das vértebras T11 a L2; 
- Inserção: margens inferiores das costelas 8-12 perto de seus ângulos; 
- Ação: abaixa as costelas (propriocepção); 
- Inervação: ramos anteriores dos nervos espinais torácicos T9 a T12. 
*Músculo levantador das costelas (mais lateral) - 
- Origem: processos transversos de T7-T11; 
- Inserção: costelas subjacentes entre o tubérculo e o ângulo; 
- Ação: *elevação das costelas (aumentando a cavidade torácica); inclinação lateral da coluna; 
- Inervação: ramos espinais posteriores- nervos C8-T11 
*Músculos toracodorsais acessórios 
*Mm. levantadores das costelas curtos e longos 
* Situados no dorso, mas não movimentam a parede torácica. 
Músculos extrínsecos (embora situada no dorso, atuará no cíngulo do MMSS e no MMMSS) do dorso: superficiais; 
intermediários; 
Músculos próprios do dorso (intrínsecos): superficial, intermédia e profunda. 
• Músculos extrínsecos superficiais do dorso 
Músculos toracoapendiculares posteriores superficiais 
1. Trapézio 
- Origem: linha nucal superior; protuberância occipital externa; ligamento nucal; processos espinhosos das vértebras 
C7 a T12; 
- Inserção: terço lateral da clavícula; acrômio e espinha da escápula; 
- Ação: parte descendente - eleva a escápula; parte ascendente: deprime a escápula; parte transversa (ou todas as 
partes juntas): retrai (aduz) a escápula = ELEVAÇÃO DO OMBRO. 
 
- Inervação: N. acessório (motor) e nervos espinais C3-4 (fibras de dor e proprioceptivas). 
* lesão do n. acessório: atrofia do trapézio -> teste da função do n. acessório p/ testar o m. trapézio = examinador 
empurra escápula p/ baixo enquanto pcte tenta elevar 
2. Latíssimo do dorso 
- Origem: processos espinhosos das 6 vértebras torácicas inferiores, fáscia toracolombar, crista ilíaca, e 3 ou 4 
costelas inferiores; 
- Inserção: sulco intertubercular do úmero; 
- Ação: estende, aduz e gira medialmente o úmero -> muito usado em escalado; 
- Inervação: N. toracodorsal. 
* Aponeurose toracolombar - fáscia bastante espessa que ajuda a manter a organização da musculatura dorsal, 
dividida em anterior, intermediária e posterior. 
Músculos toracoapendiculares posteriores profundos 
1. Levantador da escápula (abaixo do trapézio) 
- Origem: proc transverso das 4 primeiras vértebras cervicais; 
- Inserção: reg medial da escápula, no ângulo superior; 
- Ação: elevação da escápula; 
2. Músculos rombóides 
2.1. Músculo romboide menor (profundo ao trapézio) 
- Origem: ligamento nucal, processos espinhosos de C7 a T1; 
- Inserção: extremidade medial da espinha da escápula; 
- Ação: retraem a escápula e giram sua cavidade glenoidal inferiormente; fixam a escápula à parede torácica; 
- Inervação: N. dorsal da escápula (C5). 
2.2. Músculo romboide maior: 
- Origem: processos espinhosos das vértebras T2 a T5; 
Inserção: margem medial da escápula a partir do nível da espinha até o ângulo inferior; 
- Ação: retraem a escápula e giram sua cavidade glenoidal inferiormente; fixam a escápula à parede torácica; 
- Inervação: N. dorsal da escápula (C5). 
• Músculos extrínsecos intermediários