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Anatomia canina parte final

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Anatomia Canina
parte final 
 COLUNA VERTEBRAL
Formada por: Pescoço.7 vértebras cervicais), Dorso 13
vértebras torácicas, Lombo 7 vértebras lombares, Garupa 3
vértebras sacras e Cauda 20-23 vértebras coccígeas.
 
 A coluna pode ser representada pela seguinte fórmula:
 
C7 T13 L7 S3 Co 20-23, onde:
 
C = cervical;
T= torácicas ou vértebras dorsais;
L = lombar;
S = sacra;
Co = Caudais ou Coccígeas.
 
 PESCOÇO
 
O pescoço tem início na articulação atlanto-occipital, estendendo-se até a
sétima vértebra cervical. Tem do limite posterior à cruz, para baixo e adiante,
o antepeito, e, de ambos os lados, as espáduas. Sua base óssea corresponde
às vértebras cervicais, cujo tamanho e forma diferem entre si, principalmente
nas duas primeiras (atlas-axis). Isto facilita os movimentos laterais, para cima
e para baixo. No movimento cumpre a função6 de pêndulo como
explicaremos posteriormente.
 
O comprimento, a largura e a forma do pescoço diferem nas diversas raças.
No entanto, sua posição ideal é de aproximadamente 135°, com relação ao
restante da coluna vertebral, regra essa que comporta exceções. As raças de
velocidade necessitam de um pescoço longo, que permita alterar muito
rapidamente sua direção, assim como frear. Por isso, nas raças de velocidade
tudo é alongado.
 
 O dorso pode ser longo, médio, curto, no nível,
selado, carpeado e seu comprimento está
relacionado ao comprimento do peito. Sempre deve
ser forte. 
 LOMBO:
A base óssea do lombo corresponde às
7 vértebras lombares. Para frente se
continua com o dorso e para trás com
garupa. O lombo pode ser arqueado ou
no nível, e deve sempre ser forte.
 GARUPA:
 Sua base óssea corresponde às três vértebras
sacras soldadas, ílio e ísquio.
 
 CAUDA:
 
Formada por um número variável de vértebras caudais ou
coccíge.
 
Tipos de caudas:
 
De acordo com sua implantação, podem ser Altas, médias,
baixas, longas, curtas, medianas.
 
 COSTELAS
Os cães têm treze pares de costelas que se articulam
por cima com as vértebras dorsais, e, nove delas, se
articulam por baixo com o esterno. O restante está
aderido entre si por meio de tecido elástico, dando
forma ao arco costal. 
 
 
Costelas bem arqueadas: colocadas, em geral, num ângulo
de 45° com relação ao dorso chegando ao esterno de
forma suave.
 
Costelas em forma de barril: como seu nome indica ao
corte transversal do tórax apresenta forma de barril.
 
Costelas chatas: desce em forma abrupta, dando às
costelas de ambos os lados, o aspecto de estar paralela
entre si.
 
Costelas em quilha: têm a curvatura normal nas primeiras
2/3 partes e logo descem abruptamente para o esterno.
 
 Esterno
 
Constituído por oito esternébras (estruturas ósseas
pequenas), unidas entre si por meio das cartilagens e dos
ligamentos, e é com elas que articulam as 9 (nove) primeiras
costelas.
O esterno é longo e comprimido lateralmente. Sua
extremidade anterior é chamada de manúbrio do esterno e
de sua extremidade posterior apresenta as cartilagens
xifóides.
 MEMBROS ANTERIORES
 
Formados por: Escápula, Úmero, Rádio, Ulna, Carpo,
Metacarpo e Falanges.
 Escápula:
 Assemelhada a um triângulo, a escápula é um osso plano. É
formada por duas faces, uma delas que está em contato com
as costelas e serve como inserção ao músculo subescapular,
denominada interna, e uma face externa que é útil como
ponto de referência para nosso estudo.
 
 Úmero é um osso longo dotado de uma superfície
articular arredondada em sua extremidade superior, a
qual denominamos cabeça. Articula-se com a escápula
formando a articulação escápulo-umeral chamada de
ombro. A extremidade inferior se articula com o radio
e a ulna formando a articulação úmero-rádio-ulnar
também chamada cotovelo 
 Rádio e ulna:
 
São dois ossos longos, sendo certo que o rádio situa-se na frente e a ulna atrás.
Ambos se encontram parcialmente fundidos. O rádio articula-se com o úmero por
cima e na parte posterior com a ulna. A extremidade superior da ulna constitui a
maior parte desse osso que se projeta para cima e para trás denominando-se esta
zona olecrano.
O radio e ulna articula-se em sua extremidade inferior com os ossos do carpo.
 Carpo:
 
O Carpo é constituído por sete ossos, sendo três na fileira
proximal e quatro na distal. Os ossos do carpo se articulam
por cima com o radio e ulna e por baixo com os
metacarpianos.
 
Metacarpo:
 
São cinco os ossos metacarpianos. O mais curto é o
primeiro, enquanto o terceiro e o quarto são os mais
longos. Estão muito próximos entre si por cima, mas
divergem um pouco distalmente. Articulam-se por cima com
a fileira superior dos ossos do carpo e por baixo com as
falanges
 
 Falanges:
 
Cada dedo é dotado de três falanges, exceto o primeiro que tem apenas
duas. Este é muito curto, denominado erroneamente pelos criadores de
“quinto dedo”, e é extraído logo no nascimento do cão, em diversas
raças por razões estéticas. O terceiro e o quarto dedos são mais longos.
A primeira falange de cada dedo se articula com a segunda e esta com a
terceira.
 
 Os pés
 
Classificam-se os pés:
 
Pé de gato: tem a forma arredondada, mas bem pequeno. Como
todos, deve ser bem implantados e com arco dos dedos correto. 
 
Pé de lebre: com a forma alongada, dá a impressão que ambos os
dedos do meio se sobressaem aos demais. Também devem ser
apertados e com bom arco nos dedos. 
 
Pé intermediário: como o prórpio nome indica é um meio termo
entre o pé de gato e o pé de lebre. 
 
Pé plano: é um defeito que pode aparecer nos três tipos anteriores
ocasionado pela falta de arqueamento dos dedos, com o apoio
destes no solo e não somente em suas almofadas. Em
conseqüência, além de chato os dedos se separam.
 
 MEMBROS POSTERIORES
 
Pelve, Fêmur, Tíbia, Perônio, Tarso, Metatarso e
Falanges.
 
 CORPO
O corpo do cão é formado por: Linha superior,
Linha inferior, Plano anterior, Plano posterior,
Planos laterais.