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MODELO - PETIÇÃO DE PENSÃO ENTRE CÔNJUGES

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MODELO
PETIÇÃO DE PENSÃO ENTRE CÔNJUGES
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA XXX VARA DE FAMÉLIA DA COMARCA DE CIDADE/UF.
MODELO
AÇÃO DE ALIMENTOS
XXX, brasileira, separada, portadora do RG nº XXX, inscrita no CPF nº XXX, residente e domiciliada na rua XXX, nº XXX, bairro, cidade/UF, CEP nº XXX, endereço eletrônico xxx@xxx.com vem, por intermédio de sua bastante procuradora, advogada XXX, brasileira, registro na OAB/UF nº XXX, com escritório na rua XXX, nº XXX, bairro, cidade/UF, CEP nº XXX, endereço eletrônico xxx@xxx.com que, ao final subscreve com o devido respeito, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência, propor a presente AÇÃO DE ALIMENTOS em face de XXX, brasileiro, separado, profissão, portador do RG nº XXX, inscrito no CPF nº XXX, residente e domiciliado na rua XXX, nº XXX, bairro, cidade/UF, CEP nº XXX, endereço eletrônico xxx@xxx.com, pelas razões de fato e de direito a seguir para, ao final requer.
A parte autora, inicialmente, e com a intermediação de sua bastante procuradora subscrita e já devidamente qualificada nos autos, postula os beneplácitos da gratuidade da justiça, previstos, do art. 5º, CF/88, inciso LXXIV, e do artigo 4°, Lei nº. 1060/50, parágrafo único, em razão de não ter condições de arcar com as despesas processuais e com os honorários advocatícios sem prejuízo do sustento próprio e de sua família, estando, assim, enquadrado na situação legal de necessitados.
DOS FATOS
XXX, assim, provada a separação pela juntada das cópias das Certidões de Casamento e da Homologação da Separação. O casal, após a separação de fato, acordou, de maneira informal, o valor de R$ XXX,00 (VALOR POR EXTENSO) mensais de pensão alimentícia. O acordo informal não foi cumprido por XXX. Quando XXX se casou, a trinta e cinco anos atrás, já era formada em XXX, mas a pedido de seu ex-marido, nunca exerceu a profissão para atender os filhos do casal, em função da difícil realidade do mercado de trabalho e de sua idade não mais competitiva, ela não consegue mais uma atividade lucrativa impossibilitando-a de se manter. 
Enquanto casada, seu ex-marido lhe proporcionava uma vida compatível com seu nível social. Sendo XXX “profissão/cargo”, recebendo uma renda mensal de R$ XXX,00 (VALOR POR EXTENSO), portanto REQUEREMOS o cumprimento do pagamento de alimentos, no valor de R$ XXX,00 (VALOR POR EXTENSO) mensais como já haviam acordado antes.
DO DIREITO
Sabendo-se que um dos preceitos tutelados por nossa Constituição Federal e que forma a coluna vertebral do Estado Democrático de Direito é o princípio da dignidade humana, sendo um dos principais objetivos, está presente em todo ordenamento.
Deste modo a solicitação da parte encontra embasamento na Constituição Federal e funda-se então, esta ação, no caput do art. 1º da CF/88, III, “A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: III - a dignidade da pessoa humana;”
XXX, durante o casamento desenvolveu uma relação de dependência em que, não trabalhava, a pedido do ex-marido, para cuidar dos filhos, e o mesmo a mantinha em uma classe social elevada. Atualmente, não recebendo o suficiente para garantir sua sobrevivência, os filhos a ajudam, para superar o abalo financeiro logo após o divórcio, e manter sua dignidade e qualidade de vida se torna necessário a Pensão Alimentícia. 
A Lei de Alimentos Nº 5.478, de 25 de julho de 1968, art.1º “A ação de alimentos é de rito especial, independente de prévia distribuição...”, art. 19, 
“O juiz, para instrução da causa ou na execução da sentença ou do acordo, poderá tomar todas as providências necessárias para seu esclarecimento ou para o cumprimento do julgado ou do acordo, inclusive a decretação de prisão do devedor até 60 (sessenta) dias.”
Processo: 20.050.110.363.530 ( www.reclamando.com.br – Direito de Família) Caderno Direito & Justiça – O Estado do Paraná- 02/07/2006
Ex-companheiros têm obrigação de dar pensão alimentícia caso o ex-marido ou a ex-mulher não estejam mais em condições de ingressar no mercado de trabalho. O entendimento unânime é da 3.ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Cabe recurso.
O ex-marido, que é profissional liberal, argumentou que enfrenta grandes dificuldades no mercado de trabalho e que não pode arcar com o sustento da ex. A alegação foi rejeitada pelos desembargadores por que não ficou comprovada a dificuldade financeira.
Casados desde 1973 e separados há um ano, o casal teve quatro filhos. A mulher nunca trabalhou fora desde o início da união. Ela alegou que tem 57 anos, não tem como se manter e também não consegue emprego, principalmente, por causa da idade.
O Tribunal aplicou o artigo 1.694 do novo Código Civil. De acordo com a norma, parentes, cônjuges ou companheiros podem pedir uns aos outros “os alimentos de que necessitam para viver de modo compatível com sua condição social”. Pela regra, não importa se o provedor é o homem ou a mulher, a prestação deve vir de qualquer um dos dois, indiferentemente.
Segundo a Turma, basta que fique demonstrado o binômio necessidade/possibilidade para que seja estipulado o dever de alimentar. No caso, a ex-mulher demonstrou nos autos sua falta de recursos para se manter no dia a dia e para cumprir com as obrigações já assumidas. Por outro lado, ficou comprovado que o ex-marido trabalha e recebe remuneração regularmente, apesar das alegações em sentido contrário. Revista Consultor Jurídico, 29 de junho de 2006, 15h38. ConJur ­ Ex­marido deve sustentar ex­mulher que não trabalha http://www.conjur.com.br/2006­jun­29/ex­marido_sustentar_ex­mulher_nao_trabalha?imprimir=1 15/05/2016
DOS PEDIDOS
Diante do foi exposto, fica evidente o direito ao qual a requerente pleiteia, requerendo, portanto, de Vossa Excelência:
a) DEFINIR, a concessão de benefício de assistência judiciária gratuita pela devida comprovação que foi realizado pela parte autora de que é considerada pobre na forma da Lei nº. 1060/50, artigo 4º, parágrafo único e nos termos do artigo 5°, inciso LXXIV da C/88. 
b) FIXAR a Pensão Alimentícia Provisória, no valor de R$ XXX,00 (VALOR POR EXTENSO) correspondente a XX% do salário do requerido que é de R$ XXX,00 (VALOR POR EXTENSO), de acordo com art.4º da Lei 5478/68, a ser depositado na conta da parte até a data de cada mês.
c) OFICIAR a Empresa para descontar em folha.
d) CITAR a requerida para que para que compareça à audiência de conciliação, instrução e julgamento, a ser designado por este juízo, onde se quiser poderá oferecer resposta, sob pena de ser declarado sob a revelia do demandado.
e) JULGAR TOTALMENTE PROCEDENTE, a ação, convertendo POR SENTENÇA, os alimentos provisórios em definitivos, no valor de valor de R$ XXX,00 (VALOR POR EXTENSO) mensais.
f) CONDENAR, o requerido ao pagamento de verbas de sucumbência, ou seja, honorário advocatício e custas estes na base de 20% sob o valor da condenação, os quais deverão ser revertidos a Defensoria Pública Geral do estado XXX, por meio do banco, agência, conta, tudo de conformidade com a Lei 1146/87.
Protesto provar e produzir todos os meios de provas admitidos em direito, especialmente por meio de documentos e depoimento pessoal das partes e de testemunhas que compareceram ao feito no dia e hora aprazados. 
Dá-se a causa o valor de R$ XXX,00 (VALOR POR EXTENSO).
Nestes termos pede deferimento.
Cidade, data.
__________________________________
Advogado(a) 
OAB/UF nº XXX
 
MODELO
 
PETIÇÃO DE PENS
ÃO ENTRE CÔNJUGES
 
 
 
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA 
XXX
 
VARA DE FAMÉLIA DA COMARCA DE 
CIDADE
/
UF
.
 
 
 
 
MODELO
 
AÇÃO DE ALIMENTOS
 
 
XXX
, 
brasileira
, 
separada
, portadora do RG nº 
XXX
, inscrita no CPF nº 
XXX
, residente e 
domiciliada na rua 
XXX
, nº 
XXX
, 
bairr
o
, 
cidade
/
UF
, CEP nº 
XXX
, endereço eletrônico 
xxx@xxx.com
 
vem
,
 
por intermédio de sua bastante 
procuradora
, 
advogada