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PCC EDUCAÇÃO ESPECIAL (1)

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
HISTÓRIA - SEGUNDA LICENCIATURA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO ESPECIAL (CEL 1694/3734366) 9007
DOCENTE: CYNTIA MARIA SILVA FERRINI
DISCENTE: ALESSANDRA MORAIS NASCIMENTO
MATRÍCULA: 202102236991
INCLUSÃO COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA ASSERTIVA
BRASÍLIA
2021
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO…………………….......................................................................... 02
2 RESUMO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL............................................ 03
3 A INCLUSÃO NA VISÃO DOS PROFESSORES…………………….………...….. 05
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS…………………………………………………………….08
6 REFERÊNCIAS……………………………………………………………………….….09
1
INTRODUÇÃO
O presente estudo foi realizado como processo avaliativo da disciplina de
Educação Especial a partir das respostas obtidas de um questionário aberto
realizado com professores oriundos de três escolas públicas, localizadas na cidade
de Brasília, no estado do Distrito Federal. Tendo como um dos objetivos do trabalho
a investigação e reflexão acerca das práticas inclusivas realizadas pelos professores
junto a seus alunos com deficiência.
Para a investigação deste estudo foi realizada uma abordagem qualitativa,
por não se exigir a definição de hipóteses formais para a situação em questão. A
investigação qualitativa é simultânea a um processo de produção de ideias no qual
toda nova informação adquire sentido para a investigação. A análise foi realizada
com base nas respostas dos professores que atuam junto a alunos com
necessidades educacionais especiais, procurando sempre refletir sobre os
obstáculos que dificultam o processo de inclusão e conhecer como esses
profissionais atuam para superar as dificuldades vivenciadas na escola. Para
complementar a análise das respostas dos docentes, foram consultados os
materiais da própria disciplina, alguns artigos da área da educação especial e sobre
inclusão presentes na internet.
Em suma o que pretendo expor neste estudo é como os professores e a
escola trabalham a questão da inclusão do aluno com deficiência, relacionando as
respostas dados no questionário feito com as teorias vistas no meu processo
formativo no curso de História Segunda Licenciatura. Por isso o trabalho foi
organizado em ... capítulos. Esta introdução, o capítulo um que aborda de maneira
breve o conceito de educação especial e um breve histórico da educação inclusiva
no Brasil; o segundo capítulo faz a análise das respostas dos professores e nos
mostra um olhar mais teórico para a deficiência intelectual; e por fim as
considerações finais compondo o último capítulo.
2
2 - RESUMO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL
Inicialmente precisamos aqui definir o que é a Educação Especial e segundo
o Parecer CNE/CEB nº 13/2009, que é o documento que trata das diretrizes para o
Atendimento Educacional Especializado na Educação Especial, podemos definir a
Educação Especial como uma modalidade de educação que não substitui a
escolarização comum do aluno com deficiência física, intelectual, sensorial, do aluno
com transtornos globais de desenvolvimento e do aluno com altas habilidades.
Segundo este parecer, o Atendimento Educacional Especializado - AEE, deve ser
ministrado de forma complementar ao ensino comum, em turno inverso ao da
educação comum, para garantir seu acesso e disponibilizar o apoio necessário para
complementar a formação deste aluno nas classes comuns da rede regular de
ensino.
Agora faremos aqui um breve resumo sobre a história da Educação Especial
no Brasil, observando que aos poucos fomos avançando e criando diferentes
propostas para o atendimento dos alunos com necessidades educacionais
especiais. Inicialmente, vigorou o modelo médico-assistencialista que entendia que a
pessoa com deficiência necessitava de cuidado e proteção, e dava pouca ênfase ao
trabalho pedagógico. Mas foi a partir dos anos 60 que se instaura um novo
paradigma: o de serviços. Onde predominava a oferta de serviços especializados e
uma integração parcial dos indivíduos.
A partir das décadas de 60 e 70, observamos o surgimento, ainda
que reduzido, de políticas públicas que procuravam garantir e
orientar o trabalho neste campo. Veja a seguir essas manifestações:
- LDB 4024/61
- LEI 5692/71
- CENESP: CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
ESPECIAL
Nos anos 80, desponta pela primeira vez no cenário brasileiro a
discussão sobre as transformações significativas que deveriam
ocorrer para a viabilização de projetos educacionais mais inclusivos,
orientados pelo novo paradigma de suporte e o debate sobre a
inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. (WEB AULA 03,
Educação inclusiva: princípios e desafios)
A partir dos anos 90, passamos a falar diretamente em inclusão, modelo que
visa garantir uma escola comum para todos os alunos, com qualidade para oferecer
os suportes necessários à escolarização. Nesse modelo há a inclusão direta do
aluno em classe comum da escola regular e atendimento educacional especializado
no turno oposto da escola oferecendo apoio e suporte necessário para sua
escolarização. É o que chamamos de escola inclusiva atualmente.
No cenário político-social brasileiro, as iniciativas mais pontuais em
relação à necessidade de se criar mecanismos de inclusão no
sistema educacional encontram apoio e subsídios nas ideias
levantadas por diferentes movimentos sociais, documentos e leis,
que surgiram como resultado de uma maior mobilização da
3
sociedade em relação à necessidade de garantir o direito de todos à
educação e ao exercício da cidadania.
Ao longo dessa trajetória, destacamos também:
Constituição de 1988: Recomenda o “atendimento educacional
especializado preferencialmente na rede regular de ensino” (art.
208).
Declaração de Salamanca: Redigida em 1994, por cerca de cem
países reunidos em conferência internacional apoiada pela
UNESCO, realizada em Salamanca, na Espanha, como um
importante marco na luta pelos direitos humanos, pela igualdade de
oportunidades para todas as pessoas e pela participação social
efetiva da pessoa com deficiência como cidadão. (WEB AULA 03,
Educação inclusiva: princípios e desafios)
O propósito da Política da Educação Inclusiva nas escolas de ensino regular,
para o aluno que apresenta deficiência, visa não somente a sua permanência física,
mas busca principalmente proporcionar às escolas a condição de rever suas
concepções e práticas educativas que valorizem e respeitem a diversidade existente
no seu contexto escolar. Criando espaços inclusivos que atendam a todos.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, publicados em 1998,
reafirmam a intenção do governo em trabalhar neste sentido, e
também as orientações do MEC e da Secretaria de Educação
Especial, que determinam “o direito ao acesso ao ensino público,
preferencialmente na rede regular de ensino, a toda e qualquer
criança com necessidades educacionais especiais”.
O governo procura implementar a educação inclusiva, através das
políticas educacionais instituídas, por meio da legislação (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, nº 9.394/96; Lei 7.853/89), de
documentos norteadores (Resolução do CNE/CEB nº 2/2001 que
institui as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na
Educação Básica, entre outros) e de ações, que procuram garantir o
acesso e permanência do aluno com necessidades educacionais
especiais no ensino comum. (WEB AULA 03, Educação inclusiva:
princípios e desafios)
Como vimos, políticas públicas diversas foram implementadas para promover
a inclusão dos alunos com necessidades físicas e educacionais especiais. Mas se
faz necessário que essas políticas e propostas sejam postas em práticas na
realidade de nossas escolas. Que elas possam realmente garantir a inclusão desses
alunos e a escola seja um espaço inclusivo. Como podemos ver abaixo:
É importante projetar um ambiente que possa receber a todos,
favorecendo para a independência de cada cidadão, motivando uma
4
sociedade que compreende e respeita as diferenças de todos. O
mérito científico deste projeto é a identificação de armadilhas quase
imperceptíveis em ambientes comuns em uma escola, sugerindomudanças na estrutura física para possibilitar a independência do
frequentador do ambiente independentemente se ter ou não
deficiências. (PEREIRA et all; 2017, p.7)
3. A INCLUSÃO NA VISÃO DOS PROFESSORES
Estamos vivemos um momento bastante atípico que é o de pandemia, as
aulas presenciais estão suspensas desde o início do ano letivo e, por isso, não
houve a possibilidade de assistir a uma aula nem de visitar a escola ou de realizar a
entrevista pessoalmente com os sujeitos e fazer observações do ambiente escolar.
Assim, o presente trabalho baseou-se no método investigativo qualitativo através de
um questionário, que foi repassado via redes sociais para três professores da rede
regular de ensino da nossa cidade. Para proteger a identidade dos participantes,
aqui iremos nos referir a eles como A, I e J.
O professor A, leciona Educação física há sete anos na mesma escola e
relatou que na escola há poucos alunos com deficiência. A professora I, é pedagoga
há dois anos e trabalha como professora auxiliar em uma turma de 3º ano. Por fim, a
professora J é professora auxiliar de uma turma de 3º ano há pouco mais de um
ano. Segue abaixo as questões e respostas dadas pelos três professores:
1) Qual sua formação?
A: Licenciatura Plena em Educação Física na Universidade de Brasília UnB.
I: Pedagoga - UFRN, atualmente fazendo pós-graduação psicopedagogia.
J: Pedagogia na UFRN.
2) Tem algum curso específico de Educação Especial?
A: Sim. Clínica do desporto Paralímpico
I: Tenho cursos de LIBRAS.
J: Não.
3) Quais as características e necessidades específicas que o aluno
incluído na turma apresenta?
A: Estrutura do espaço físico e socialização.
5
I: Na minha primeira experiência, acompanhei uma aluna com Paralisia Cerebral.
Na segunda experiência atendia alunos surdos, pois era assistente de coordenação
no IFRN.
J: Autismo severo, pouco verbal.
4) Como realiza as adaptações necessárias no planejamento da aula?
A: A partir do laudo médico, possibilidades de inclusão e atividades individuais.
I: Somente na primeira experiência que necessitava de um planejamento, entretanto
meu serviço era mais de cuidadora do que educadora. As adaptações, quando
aconteciam, ficavam na responsabilidade da professora titular. Geralmente, não
existia, a criança ficava isolada na sala de aula, com pouquíssimas atividades.
Apesar da escola ter uma estrutura muito boa, e ser referência no bairro, na prática
deixava a desejar.
J: A escola quase não auxiliava no processo de planejamento das aulas, uma vez
que a professora titular da turma não o fazia e nem me auxiliava para fazermos
juntas. Logo, planejamento e adequação era praticamente inexistentes.
5) Quais recursos adaptados estão disponíveis?
A: Para aula nenhum, em estrutura temos banheiro e rampa de acesso.
I: A escola possuía uma SRM, sala de informática, mas nunca tive acesso aos
recursos.
J: Sala individual para a realização de atividades com o aluno, nada mais.
6) As atividades desenvolvidas promovem a interações entre os diferentes
alunos da turma?
A: Sim, necessário tanto para o estudante quanto para os demais.
I: Nos momentos do intervalo sim, pois todas as crianças demonstravam curiosidade
acerca da criança.
J: Quando o aluno aceitava participar sim.
7) O tempo e os recursos são adequados?
A: Infelizmente não.
I: Não sei informar.
J: Não.
6
8) Ocorrem parcerias entre professor, aluno, a equipe pedagógica e a
família do aluno incluído?
A: Geralmente sim.
I: Não, a professora titular ficava sempre com a responsabilidade de adaptação, eu
não observava colaboração de outros profissionais, apenas da mãe.
J: Ocorria pouco.
9) Como a avaliação da aprendizagem do aluno com necessidades
específicas é realizada?
A: A partir da sua participação que reflete a socialização/inclusão e o quanto ele
"aprendeu" no percurso.
I: Nos momentos do resultado (entrega de portfólio) eu não participava, mas a gente
preparava a coleção de atividades que ela conseguia realizar. Infelizmente, as
atividades de casa eram preenchidas pela mãe.
J: Através de relatório escrito por mim, sem nenhum auxílio da professora
titular/coordenador/ psicopedagogo da escola.
10) Quais os maiores desafios enfrentados pelo professor na construção
de uma proposta inclusiva de educação?
A: Conhecimento.
I: Um dos maiores desafios acredito que seja a parceria da professora, da classe
regular, com outros profissionais da educação, como por exemplo: gestão e
professora da Sala de Recursos Multifuncionais. Outro desafio são as adaptações
escolares, existiam recursos, mas eles eram encaixotados e "intocáveis". Os
profissionais demonstravam não saber o objetivo daquela criança estar ali, o poder,
o que significa a inclusão. Todas minhas ideias sugeridas eram descartadas,
inclusive por ser muito jovem, recém-formada... A escola era vista como um
"depósito" e não como um espaço de inclusão e transformação. A demanda
profissional é muito grande, a turma era enorme e estava em processo de
alfabetização... Seria necessário um acompanhamento profissional competente, eu
ainda estava em formação e sabia muito pouco sobre o desafio. A criança também
não conseguia ir para SRM no contra turno, porque morava muito longe. Então, era
uma série de empecilhos que dificultavam o desenvolvimento da criança.
7
J:O respeito às necessidades específicas do aluno e uma maior orientação do
atendimento ao aluno.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
É possível observar que o processo de inclusão não é fácil e que é
necessário o envolvimento de toda a escola e também os familiares do aluno a
ser incluído. Vimos pelas respostas dos professores que a educação especial como
modalidade de ensino ainda está se difundindo no contexto escolar e, para que se
torne efetiva, precisamos de redes de apoio que complementem o trabalho do
professor. Atualmente, as redes de apoio existentes são compostas pelo
Atendimento Educacional Especializado (AEE), pelos profissionais da educação
especial (intérprete, professor de Braille, etc.) e da saúde (fonoaudiólogo,
fisioterapeuta, psiquiatra etc) e da família.
Uma das professoras alega que uma das principais dificuldades no processo
de inclusão encontrado por ela foi a falta de “preparo” dos professores e falando
sobre si mesma ela diz que: “Seria necessário um acompanhamento profissional
competente, eu ainda estava em formação e sabia muito pouco sobre o desafio.”, o
que podemos relacionar com o trecho abaixo:
É claro que o preparo do professor não está descolado da estrutura
organizacional. Entretanto, se a escola se estruturar e o professor se
mantiver preso a crenças e estereótipos, dificilmente o processo
inclusivo será bem-sucedido. Observamos que quando o professor
se prepara, mesmo que a estrutura organizacional da escola não
seja satisfatória, as chances de sucesso são bem maiores. Já nos
deparamos com situações em que a escola não fez alterações
importantes no funcionamento, mas o professor, por si só, se
organizou, reestruturando concepções prévias, buscando
informações e apoio em instituições especializadas; e os resultados
foram bastante gratificantes para ele e para os alunos. (DARCY et al,
2006, p.44)
O propósito da Política da Educação Inclusiva nas escolas de ensino regular,
para o aluno que apresenta deficiência, visa não somente a sua permanência física,
mas visa principalmente proporcionar às escolas a condição de rever suas
concepções e práticas educativas que valorizem e respeitem a diversidade existente
no seu contexto escolar. Criando espaços inclusivos que possam atender a todos.
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REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e
documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro, 2011.
BRASIL. Parecer CNE/CEB nº 13/2009. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/pceb013_09_homolog.pdf> Acesso em: 14
mai. de 2021.
DARCY, Raiça; PRIOSTE, Cláudia, MACHADO, Maria Luiza Gomes. 10 questões
sobre a educação inclusiva da pessoa com deficiência mental. Editora Avercamp:2006
PEREIRA, Ana Beatriz Soares;SILVA, Matheus Alberto Menezes;MAIA, Ivana
Márcia Oliveira;PAIVA, Anselmo Cardoso de. ACESSIBILIDADE EM AMBIENTES
ESCOLARES: identificação de barreiras. Disponível em:
<http://pdf.blucher.com.br.s3-sa-east-1.amazonaws.com/designproceedings/16ergod
esign/0197.pdf> Acesso em: 18 de mai. de 2021.
PINTOR, Nelma Alves Marques. Educação inclusiva.Rio de Janeiro: SESES, 2017.
PRADO, Jean.Normas ABNT | Guia de formatação de trabalho acadêmico.
Tecnoblog, 2018. Disponível em:
<https://tecnoblog.net/236041/guia-normas-abnt-trabalho-academico-tcc/>. Acesso
em: 28 de mai. de 2021.
9
http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/pceb013_09_homolog.pdf
http://pdf.blucher.com.br.s3-sa-east-1.amazonaws.com/designproceedings/16ergodesign/0197.pdf
http://pdf.blucher.com.br.s3-sa-east-1.amazonaws.com/designproceedings/16ergodesign/0197.pdf
https://tecnoblog.net/236041/guia-normas-abnt-trabalho-academico-tcc/

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