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de alça estão indicados naqueles pacientes que apresentarem complicações:
· Congestão circulatória (mais frequente): pode levar a insuficiência cardíaca congestiva e edema agudo de pulmão.
· Furosemia de 1 – 5 mg/dia/dia + restrição hídrica + assistência ventilatória 9oxigenoterapia e/ou ventilação mecânica) e sedação -> dialise peritoneal nos casos refratários. 
· Encefalopatia hipertensiva: caracteriza-se como urgência hipertensiva. 
· Recomenda-se nifedipina, na dose de 0,25 a 0,50 mg/kg sublingual, repetida, se necessário, em 4 a 6 horas. 
· Em situações de emergência usaremos o nitroprussiato de sódio, na dose de 0,5 a 8 mcg/kg/minuto, EV. 
· Insuficiência renal aguda (menos comum):
· Além da restrição hidrossalina, podemos indicar resinas de troca (Kayexalate ou sorcal) na dosagem de 1g/kg, VO ou retal.
· Antibioticoterapia deve ser feita para erradicar cepas nefritogênicas: 
· Penicilina benzatina:
· Crianças < 25 kg – 600.000 U.
· Crianças > 25 kg – 1.200.000 U.
· Nos casos sensíveis à penicilina: Eritromicina na dose de 30 mg/kg/dia por 10 dias. 
· Antibioticoterapia precoce não previne o aparecimento de GNPE. 
· Dependendo do nível da azotemia Diálise. 
· Prognostico: 
· Em apenas 1% dos casos há evolução para IRA. 
· 1 a 2 semanas: 
· Aumento da diurese, desaparecimento do edema e normalização da P.A. 
· 3 a 4 semanas após o inicio da doença normalização da ureia e creatinina.
· Em até 8 semanas: complemento volta ao normal.
· Hematúria microscopia pode durar 1-2 anos.
· Proteinuria desaparece entre 3 – 6 meses, mas pode ate 5 anos.
· 3 – 4 semanas após o inicio dos sintomas há reestabelecimento clinico geral da criança.