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INTOXICAÇÕES E ENVENENAMENTOS Intoxicação Envenenamento Antídoto Universal Condutas OBJETIVOS Realizar os procedimentos para tratamento de envenenamento Fazer e Administrar o Antídoto Universal quando necessário Realizar os procedimentos para o tratamento de Intoxicação Vivemos diariamente cercados por substâncias tóxicas, seja no ambiente de trabalho, como no caso dos farmacêuticos, no nosso lar, ou no quartel, onde existem produtos variados: desinfetantes, inseticidas, tintas, solventes, água sanitária, remédios, etc... e trabalhamos com elas diariamente Envenenamento Nós deveremos conhecer os casos de envenenamentos principalmente pelos sinais e sintomas. Os sinais e sintomas são os seguintes: Cheiro do veneno no hálito, Mudança de cor dos lábios e da boca, Dor e sensação de queimadura na garganta, Vidros ou embrulhos de drogas ou produtos químicos abertos próximo à vítima ou iminência de Ataque Químico. Evidencias na boca de haver comido frutas ou folhas venenosas, Estado de inconsciência, de convulsão ou de mal súbito. Tome as seguintes medidas Misture o antídoto recomendado no rótulo do recipiente do veneno. A rapidez é essencial, transporte a vitima para o serviço de saúde, aja antes que o organismo tenha tempo de obsorver o veneno. Se houver mais de um socorrista, enquanto um procura socorro ou meio de transporte, tome as seguintes providencias: Venenos Ingeridos O que fazer: Provoque vômito*** Fazendo a vitima beber: água morna, água com sal ou água com sabão. Passe o dedo indicador ou o cabo da colher na garganta da vítima. Repita a operação varias vezes até que o líquido vomitado esteja limpo. A seguir faça ingerir: Leite ou Clara de Ovos batidas, ou suspensão de farinha de trigo ou batatas amassadas em água. De o Antídoto Universal: 2 partes de torradas queimadas moídas, 1 parte de leite de magnésia, 1 parte de chá preto forte. Mantenha a vítima agasalhada O que não se deve fazer Não provoque vomito caso a vítima esteja inconsciente ou se houver ingerido: Soda caustica, Derivados de petróleo, Ácidos, água de cal, Amônia, Alvejantes, Tira- ferrugem, Desodorante de W.C. Não de álcool, Não deixe o envenenado andar, não de azeite ou óleo. Obs: Guarde o recipiente com Rótulo e os restos de veneno e leve junto para o serviço de saúde. Venenos Aspirados Carregue ou arraste a vítima imediatamente para local ventilado e não contaminado, não deixe a vítima caminhar, aplique a respiração artificial caso respiração ausente ou irregular, mantenha a vítima agasalhada e quieta Envenenamento através da Pele Banho de chuveiro, mangueira ou torneira Aplique jato de água sobre a pele enquanto retira as roupas Lave a pele com água em abundancia A rapidez em lavar a pele é de suma importância – reduz a extensão da lesão ou absorção do veneno REAÇÕE ANAFILÁTICAS E ANAFILACTÓIDES Decorrem da deliberação súbita de mediadores inflamatórios na circulação. A reação pode ocorrer de alguns minutos a até uma hora após a exposição ao agente desencadeante. A causa pode ser a interação antígeno-anticorpo (IgE), sendo chamada então de reação anafilática ou liberação direta dos mediadores sem interferência imunológica,(IgA), sendo chamada então de reação anafilactóide. Os mediadores liberados produzem: vasodilatação, broncoconstrição, prurido, broncorréia, agregação plaquetária e aumento da permeabilidade vascular. Agentes desencadeantes Antibióticos betalactâmicos, sulfas, anestésicos, anestésicos locais, venenos de insetos, insulina, alimentos, sangue, contrastes iodados, NSAIDS e outros. Quadro Clínico Cutâneo: prurido, flushing progredindo para urticária e angioedema. Dependendo do caso, a vítima pode apresentar sintomas respiratórios ou circulatórios.Respiratório: pode ser causado por edema das vias aéreas superiores, causando asfixia ou broncoespasmo intenso. O paciente pode apresentar rouquidão, dispnéia e tosse. Circulatório: taquicardia, arritmias, hipotensão arterial e choque franco. TRATAMENTO Conduta Controle das vias aéreas: é prioridade através da intubação endotraqueal antes do desenvolvimento do edema de laringe. Ventilar manualmente o paciente, caso necessário, com O² a 100%. A conduta é medicamentosa, portando o socorrista deverá estabilizar a vítima com o Suporte Básico de Vida, tratando o caso com medidas paliativas.