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FORMAL DE PARTILHA: ASPECTOS PRÁTICOS NA QUALIFICAÇÃO REGISTRAL
ACADÊMICOS: LOREN VICTER, 
HUGO GUIMARÃES, 
LYNDA INÊS,
LUCAS NOVAES,
HIGOR ALVES,
NATHAN ANTÔNIO,
BRENO GIL,
LUCAS GUIMARÃES,
JOSÉ VICTOR LOPES,
MARIA DA PIEDADE DE SOUZA
TÉOFILO OTONI 
2021
DIREITO 7° PERIODO 
TURMA 1
O QUE É O FORMAL DE PARTILHA?
O formal de partilha é um documento no qual é expedido pelo juiz competente para regular o exercício de direito e deveres que decorrem da extinção das relações jurídicas entre pessoas nas ações de inventário, divórcio, separação, anulação e nulidade de casamento, onde, é possível demonstrar que o imóvel foi dividido, como por exemplo: cônjuges ou herdeiros, é admitido esse registro no artigo 221, inciso IV, da Lei Federal 6.015/73.
COMO SOLICITAR O FORMAL DA PARTILHA?
Para solicitar o formal de partilha, basta que um herdeiro ( não precisa ser exatamente o inventariante) concede uma procuração ao advogado autorizando que ele faça o requerimento. O registro do formal de partilha deve ser feito em cartórios, onde, os envolvidos devem apresentar o documento para um juiz da Vara de Família, acompanhado das cópias dos últimos comprovantes do IPTU, caso o formal de partilha tenha origem de uma escritura pública, deve ser apresentada junto a outros documentos. 
O formal de partilha pode ser emitido no Cartório de Notas por meio de uma sentença expedida pelo juiz de garantia com a carta de sentença, tendo a finalidade de executar uma decisão judicial. Com esta carta, as partes poderão ir no Cartórios de Registro de Imóveis para, enfim, registrar os bens em seus respectivos nomes. Deste modo, uma vez que foi homologada a partilha por sentença, o herdeiro que houver recebido o bem poderá reivindicá-lo diretamente do inventariante, herdeiro ou legatário que o detenha ou possua.
Art. 653. A partilha constará:
I – de auto de orçamento, que mencionará:
a) os nomes do autor da herança, do inventariante, do cônjuge ou companheiro supérstite, dos herdeiros, dos legatários e dos credores admitidos;
b) o ativo, o passivo e o líquido partível, com as necessárias especificações;
c) o valor de cada quinhão;
II – de folha de pagamento para cada parte, declarando a quota a pagar-lhe, a razão do pagamento e a relação dos bens que lhe compõem o quinhão, as características que os individualizam e os ônus que os gravam. 
Parágrafo único. O auto e cada uma das folhas serão assinados pelo juiz e pelo escrivão.
ART.653 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
O que acontece após apresentar a partilha com todos os requisitos?
Os sucessores deverão realizar o pagamento do imposto de transmissão a título de morte- ITCD, bem como, juntar aos autos a certidão negativa de dívida para a Fazenda Pública- CND. O ordenamento jurídico exige que seja proferida a sentença ou expedido o formal de partilha nos procedimentos de inventário e partilha, a quitação dos impostos dos bens deixados pelo falecido. 
O formal de partilha deverá ser composto pelas seguintes peças que são extraídas do processo:
termo de inventariante e título de herdeiros;  avaliação dos bens que constituíram o quinhão do herdeiro;  pagamento do quinhão hereditário; quitação dos impostos, declaração de quitação expedida pela Receita Estadual; sentença. Todos estes documentos deverão estar carimbados e assinados pelo Escrivão da vara judicial onde o processo tramitou, nos termos do art. 221, da Lei Federal 6.015/73.
Por fim, as normas de procedimento civil e de direito tributário brasileiro, exigem que nos procedimentos de inventario ou arrolamento, para que seja proferida a sentença e expedido o formal de partilha ou seu respectivo registro, os herdeiros devem comprovar o pagamento dos bens provenientes do espólio, assim como o devido ITCD, não fazendo alusão a quitação tributária (CND) em nome do herdeiro.
Escritura pública
CONCEITO ESCRITURA PÚBLICA
A Escritura Pública é a interpretação, no papel e de acordo com os preceitos da lei, de um ato ou negócio jurídico, escrito por um tabelião, a pedido das pessoas interessadas e que deve conter, justamente, a assinatura dessas pessoas. A responsabilidade formal e legal de se “lavrar”, ou seja, elaborar, a escritura pública é do tabelião.
O TRABALHO DO TABELIÃO 
O trabalho do tabelião não é somente escrever um documento. Primeiramente, ele se acerca da legalidade da negociação a ser feita; posteriormente identifica as pessoas, por meio dos documentos pessoais tais como carteira de identidade, CPF, e outras certidões necessárias, de acordo com o objetivo da escritura, avalia a capacidade civil das pessoas envolvidas e “lavra” de tal modo que o documento seja fiel à vontade dos envolvidos na questão.
Há uma infinidade de escrituras, para as mais variadas finalidades. Entre elas, a escritura de Cessão de Direitos Hereditários; Inventário e Partilha de Bens, Reconhecimento de Paternidade; escritura de Declaração de União Estável, escritura de Divórcio, de Inventário e Partilha de Bens e para realizar o Pacto Antenupcial.
Sobre inventários e partilha de bens, assim como os divórcios, podem ser realizados também pela via judicial. A via notarial, como se diz quando se opta pela escritura, que será realizada em cartório eleito pelas partes, pode não ser possível em alguns casos.
ESCRITURA DE DECLARAÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL
Também é realizada pelo tabelião, as pessoas declaram sua convivência pública contínua e duradoura com o objetivo de constituir família.
É com esse documento que o casal pode, por exemplo, comprar um imóvel financiado, um pode colocar o outro como dependente em planos de saúde, associações como clubes, previdência social, entre outros.
Essa escritura pode ser feita a qualquer tempo, quando o casal julgar necessário e nela constam tanto a data do dia em que foi lavrada, quanto o tempo que o casal declara que está convivendo. Também se estabelece a partir daí o regime de bens que será adotado.
ESCRITURA PÚBLICA DE DIVÓRCIO 
São obrigatoriamente acompanhadas por advogados que devem comparecer por ocasião da assinatura do ato.
Os demais atos mesmo sendo elaborados por profissionais tabeliães altamente qualificados podem, se assim desejarem as partes, ser assessorados por advogados de sua confiança.
De forma geral, elas são realizadas com rapidez e especialmente nos casos de divórcio, inventário e partilha de bens, o procedimento, denominado também de extrajudicial, têm facilitado muito a vida das pessoas.
REGISTRO DE IMÓVEIS 
QUAL O PROCESSO PARA REGISTRAR UM IMÓVEL?
O processo para registrar um imóvel deve ser feito no Cartório de Registros de Imóveis, que é o local em que está registrado todo o histórico de proprietários que o imóvel já teve. Para isso, se usa a matrícula do bem, o que também possibilita verificar se há algum tipo de impedimento para que seja realizada a transação de compra e venda.
DOCUMENTOS NECESSáRIO para registrar:
1-RG;
2-CPF;
3-Comprovante de residência;
4-Profissão;
No caso das pessoas casadas, é necessário mais informações como por exemplo os dados do cônjuge e certidão de casamento ou união estável;
5-Matrícula do imóvel atualizada;-Cartela do IPTU ou certidão de valor -venal emitido pela Prefeitura;
6-Guia de recolhimento do Imposto Sobre a -Transmissão de Bens Imóveis (ITBI);-Negativa de débitos do IPTU.
DIREITO REAL
CONCEITO DIREITO REAL
O direito real é um conjunto de princípios e regras que trata de uma relação jurídica entre pessoas visando os bens, é o direito das coisas. Defendendo em regra que, não existe relação jurídica entre pessoas e coisas. As relações são entre pessoas. Por isso é que não se deve falar em direito das coisas, e o estudo do estado atual na qual a propriedade se encontra. 
COMO É ADQUIRIDO O IMÓVEL?
A propriedade imóvel pode ser adquirida de forma originária, que decorre inicialmente com a posse do bem, assim como, pode ocorrer à propriedade derivada, que nada mais é do que propriedade adquirida em decorrência da transmissão do bem pelo proprietário anterior por sucessão (causa mortis) e registro de transferência(inter vivus).
A perda da propriedade
Se da por meio do abandono, da venda ou doação (alienação), da renúncia e da usucapião. Tratando sobre a propriedade do bem móvel a forma de aquisição e perda é bem mais complexa do que as dos bens imóveis. Em caso de aquisição e perda da propriedade na forma derivada, essa ocorrerá por meio da Especificação que nada mais é do que a transformação de coisa móvel em espécie nova, na Confusão, que consiste na mistura de coisas liquidas, na Comistão, que é a mistura de coisas sólidas, na Adjunção que ocorre com a justaposição de uma coisa sobre a outra e finalmente com a tradição que nada mais é do que a entrega da coisa por meio da herança.
 
 
 
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