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Biossegurança e Controle Zoosanitári1

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Biossegurança e Controle Zoosanitário- parte 1
Agronegócio: 21% PIB; Os países exportadores exigem que o Brasil/ países de compra, tenham regras sanitárias, para os animais e ambiente envolvido na produção animal;
No Brasil que rege as normativas de produção animal é o MAPA (Ministério de Agricultura e Abastecimento), regulando a segurança alimentar, controle de rebanhos e garantindo produtividade e proteção ao meio ambiente. 
Importância do Controle Zoosanitário e da Saúde Animal
-Necessidade a partir do crescimento demográfico, aumentando a demanda de alimentos, e consequentemente a produção animal. 
-Para garantir a saúde do animal de produção, observa-se: manejo genético, nutricional e reprodutivo; 
Órgãos e Legislação
-Controle comércio entre países e informes zoosanitários mundiais á OMC e OIE. 
-Controle de barreiras tarifárias, e riscos sanitários; 
- Programas Nacionais de Saúde Animal
AÇÕES DE VIGILÂNCIA E CONTROLE 
-Credenciamento de laboratórios; Participação de veterinário oficial e privado; Controle de transito animal; ações diretas em animais positivos para alguma enfermidade; programa de certificação de estabelecimentos livres de doença.
1.Controle do Transito e Quarentena Animal
Utilizados para garantir o controle zoosanitário, as normas vão variar de acordo com a espécie animal. 
BIOSSEGURANÇA : Medidas instaladas em uma produção animal visando diminuir os riscos de adquirir lesão e doença; pode ser a nível estrutural, ou praticas de manejo e trabalho. Visa a saúde do animal e trabalhador associada a alta produção. 
Profilaxia: Medidas de prevenção a nível populacional:
1. Limpeza: Remoção de sujidades de forma mecânica, não há morte de patógeno; reduz carga microbiana; utiliza-se detergentes;
2. Desinfecção: utilizamos produtos químicos, capazes de matar os microorganismos, mas não todos.
3. Esterilização: Destruição de todas as formas de vida microbiana, com uso de autoclaves, estufas, vapor, vassoura de fogo etc. 
NIVEIS DE PREVENÇÃO
1.PRIMÁRIO: Período pre-patogênico, onde temos fatores de riscos para a ocorrência da doença. Devem ser feitas medidas de promoção a saúde, como: melhorar qualidade de vida; adequação do ambiente, abrigo, habitação; Natureza estrutural: estrutura do local favorecendo a limpeza e desfavoreça a permanência do agente; adequação de alimentação; controle de população; educação sanitária com uso de tecnologia. 
AÇÕES SANEADORAS: Controle sanitário do ar (corrente de ar, exaustores, limpeza de telas), agua, alimentos, lixo, excretas, solo, hospedeiros e vetores.
IMUNOPROFILAXIA: Imunidade artificial com proteção próxima a 100% (vacinação). Deve estudar o agente e sua infecciosidade; a suscetibilidade dos animais, e condições do ambiente. 
QUIMIOPROFILAXIA: Utilização de medicamentos que previnam a enfermidade do rebanho. Ex.: Vermifugação, antibióticos profiláticos; suplementação. CUIDADO COM A RESISTENCIA MICROBIANA E RESIDUOS NA CARNE E LEITE. 
2. SECUNDÁRIO: faz controle e erradicação do agente JÁ PRESENTE
-INTERVENÇÃO IMEDIATA: Sacrifício do animal (eliminar potencial de infecção); Isolamento (limitar potencial de infecção, facilita terapia; facilita destruição do agente); Tratamento (impede evolução da doença; previne complicações; reduz período de transmissibilidade).
3. TERCIÁRIO: focado em evitar sequelas, fase tardia da infecção. ex.: mastite (perde função da glândula mamaria); 
QUARENTENA: Impedir a introdução de novas doenças no rebanho; observação do período de incubação, colheita de material para exames. 
VIGILÂNCIA SANITÁRIA: Observar qualquer coisa que possa interferir na sáude. Observada também em fronteiras, feiras, exposições. Necessária a presença de autoridades e atestados de atestados de sanidade e vacinação.
EDUCAÇÃO SANITÁRIA: Fazer com que a população tome conhecimento da importância!