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Choque Hipovolêmico

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Choque Hipovolêmico

transfusão 
→ Pode ser grave: hipotensão, 
taquicardia, broncoconstrição, vômito e 
diarreia 
REAÇÕES TRANSFUSIONAIS 
NÃO HEMOLÍTICAS FEBRIS 
→ Associadas aos leucócitos – CITOCINAS 
→ Elevação de 1ºC ou mais na temperatura 
corpórea 
→ Febre é o sinal mais comum 
→ Tremores e vômitos também podem 
estar presentes 
→ Lesão pulmonar e choque já foram 
descritos 
→ Tradicionalmente a transfusão é 
interrompida ou retardada 
temporariamente 
→ É a única reação em que a transfusão 
pode ser retomada posteriormente 
→ Tratar sinais clínicos que advêm dessa 
reação - antipiréticos, AINEs 
COMO EVITAR REAÇÕES 
→ Teste de compatibilidade ou "Prova 
Cruzada” 
→ Monitorização do procedimento 
→ Em caso de reação, agilidade no 
reconhecimento fará a diferença 
AUTOTRANSFUSÃO 
→ Indicações: perdas cirúrgicas ou 
cavitárias de sangue 
→ Evitar: hemorragia “maligna”, infecção 
→ Colhido de maneira estéril 
→ Disponibilidade e compatibilidade 
imediatas 
→ Produtos normotérmicos 
→ Custo 
→ Não necessita anticoagulante 
→ Não precisa necessariamente de uma 
bolsa de sangue 
→ Equipo com filtro 
COMPLICAÇÕES DO CHOQUE 
HIPOVOLÊMICO 
→ Se o tratamento for atrasado, 
inadequado ou excessivo 
→ Lesões por reperfusão podem ocorrer 
quando o fornecimento de oxigênio no 
tecido é restaurado abruptamente após 
um período de hipóxia tecidual 
 SIRS e disfunção de múltiplos 
órgãos 
→ Uso de grandes volumes de fluidos 
 Coagulopatia dilucional e 
trombocitopenia 
 Edema intersticial, especialmente no 
pulmão, com subsequente 
comprometimento da função dos 
órgãos 
 Dano ao glicocálice endotelial 
• Aumento da permeabilidade 
vascular, hipercoagulabilidade e 
um efeito pró-inflamatório