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Psicopatologia Básica

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al, das desestrutura-
ções e reestrutura-
ções ao longo do 
tempo, de crises, mu-
danças próprias a 
certos períodos etá-
rios. Empregado na 
infância, adolescência 
e na velhice. 
 
Normalidade subje-
tiva – maior ênfase 
na percepção subjeti-
va do próprio indiví-
duo em relação ao 
seu estado de saúde 
e às suas vivências 
subjetivas. Porém, 
em estado de mania 
deve-se tomar cuida-
do. 
 
Normalidade como 
liberdade – doença 
mental é a perda da 
liberdade existencial. 
A saúde mental vin-
cula-se às possibilida-
des de transitar com 
graus distintos de li-
berdade e sobre seu 
próprio destino. 
 
Normalidade opera-
cional – defini-se a 
priori o que é normal 
e o que é patológico e 
busca-se trabalhar 
com tais conceitos. 
É um conjunto de 
conhecimentos re-
ferentes ao adoeci-
mento mental do 
ser humano. 
 
Ramo da ciência 
que trata as causas, 
as mudanças estru-
turais e funcionais 
associadas e formas 
de manifestação da 
doença mental. 
 
O domínio da psico-
patologia (Jaspers) 
é “todo fenômeno 
psíquico que se pos-
sa apreender em 
conceitos de signifi-
cação constantes e 
com possibilidade 
de comunicação”. 
 
Função – planeja-
mento de Saúde 
Mental, orientação e 
capacitação profis-
sional (porte de ar-
mas), prática clínica 
(intervenção). 
 
Normalidade como 
ausência de doença 
– ausência de sinais 
ou doença. OMS
(1958): definiu saúde 
como o completo bem
-estar físico, mental e 
social, e não simples-
mente como ausência 
de doença. 
 
Normalidade ideal – 
é uma utopia. Tal nor-
ma é socialmente 
construída. Um exem-
plo é o conceito de 
normalidade baseado 
na adaptação do indi-
víduo as normas mo-
rais e políticas de de-
terminada sociedade. 
 
Normalidade estatís-
tica – o normal passa 
a ser aquilo que se 
observa como mais 
freqüente. Os indiví-
duos que se situam, 
estatisticamente fora 
de uma curva são 
considerados anor-
mais. 
 
Normalidade funcio-
nal – é patológico 
quando é disfuncional, 
provoca sofrimento 
para o próprio indiví-
duo ou para o seu gru-
po social. 
 
Normalidade como 
processo – conside-
ram-se os aspectos 
dinâmicos do desen-
volvimento psicossoci-
PSICOPATOLOGIA BÁSICA 
N E U R O P S Y P H A R M Psicopatologia 
2 5 / 0 4 / 2 0 2 1 V O L U M E 1 , E D I Ç Ã O 1 
MSc. Elisangela Cordts Longo 
Dainez 
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determinantes cau-
sais. 
 
Indiossincracia – 
constituição indivi-
dual 
 
Síndromes – são 
agrupamentos cons-
tantes e estáveis de 
determinados sinais e 
sintomas. 
 
Crise ou ataque – ma-
nifestação aguda da 
morbidade. 
 
Episódio – duas ou 
semanas. 
 
Reação Vivencial 
Anormal – reação 
intensa e duração 
prolongada de sinto-
mas, desencadeado 
por eventos vitais. 
 
Fase – período de 
depressão ou mani-
a. 
 
Surto – ocorrência 
aguda que se insta-
la de forma repenti-
na fazendo eclodir 
uma doença de ba-
se endógena, não 
compreensível psi-
cologicamente. 
 
Produz sequelas irre-
versíveis, danos na 
personalidade e na 
cognição do indiví-
duo. 
determinantes causais 
N E U R O P S Y P H A R M 
Psicopatologia 
MSc. Elisangela Cordts Longo 
Dainez 
PSICOPATOLOGIA BÁSICA 
Semiologia ou Se-
miótica – entende-se o 
estudo de sintomas e 
sinais produzidos pelos 
transtornos mentais. É a 
ciências dos signos 
(sinal). 
 
O sinal – é o compor-
tamento, pode ser uma 
fala rápida característica 
dos estados maníacos. 
 
 Os sinais compor-
tamentais são os mais 
importantes para a psico-
patologia. O signo é com-
postos do: 
 
Significante que é o 
suporte material, o veícu-
lo do signo; 
 
Significado que é o 
conteúdo do veículo. 
 
O significante é um 
índice, algo que a-
ponta para o objeto 
significado. 
 
Os sintomas – são as 
vivências subjetiva, as 
queixas e experiências do 
paciente. Ex. a angústia 
manifesta-se com mãos 
geladas, tremores, a perto 
na garganta. 
 
O sintoma como índi-
ce indica uma disfun-
ção 
 
Entidade Nosológica 
(doença ou transtorno) 
– são os fenômenos 
mórbidos nos quais 
se podem identificar 
Etiologia – são os 
fatores causais da 
entidade nosológica. 
Conjunto dos fatores 
que contribuem para 
a ocorrência de uma 
doença. 
 
Remissão –não a-
presenta ou apresen-
ta poucos sintomas 
do transtorno do hu-
mor, por pelo menos 
oito semanas. 
 
Recuperação –não 
estão presentes sin-
tomas por mais de 
oito semanas, o que 
indica que o distúrbio 
está inativo. 
 
Recidiva – é o retor-
no dos sintomas 
durante o período 
de remissão, indi-
cando uma continu-
ação do episódio 
original. 
 
Recorrência – retor-
no posterior dos sin-
tomas durante a re-
cuperação, desenvol-
veu um novo episó-
dio 
 
 
 
Referência: 
DALGALARRONDO, P. Psico-
patologia e Semiologia dos 
Transtornos Mentais. Porto 
Alegre: Artmed, 2008.

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