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200+ EXERCÍCIOS DE FISICA

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lançado
verticalmente para cima varia de acordo com o grá-
fico da figura. Determine a altura máxima atingida
pelo projétil, considerando que esse lançamento se
dá em um local onde o campo gravitacional é dife-
rente do da Terra.
53 (UERJ) Foi veiculada na televisão uma propagan-
da de uma marca de biscoitos com a seguinte cena:
um jovem casal está num mirante sobre um rio e
alguém deixa cair lá de cima um biscoito. Passados
alguns segundos, o rapaz se atira do mesmo lugar
de onde caiu o biscoito e consegue agarrá-lo no ar.
Em ambos os casos, a queda é livre, as velocidades
iniciais são nulas, a altura da queda é a mesma e a
resistência do ar é nula.
Para Galileu Galilei, a situação física desse comercial
seria interpretada como:
a) impossível, porque a altura da queda não era gran-
de o suficiente
b) possível, porque o corpo mais pesado cai com
maior velocidade
c) possível, porque o tempo de queda de cada cor-
po depende de sua forma
d) impossível, porque a aceleração da gravidade não
depende da massa dos corpos
80 cm
20
5
10
0 t (s)
v (m/s)
12 SIMULADÃO
54 (Fafi-BH) Um menino lança uma bola verticalmen-
te para cima do nível da rua. Uma pessoa que está
numa sacada a 10 m acima do solo apanha essa bola
quando está a caminho do chão.
Sabendo-se que a velocidade inicial da bola é de
15 m/s, pode-se dizer que a velocidade da bola, ao
ser apanhada pela pessoa, era de
a) 15 m/s b) 10 m/s c) 5 m/s d) 0 m/s
55 (MACK-SP) Uma equipe de resgate se encontra
num helicóptero, parado em relação ao solo a 305 m
de altura. Um pára-quedista abandona o helicóptero
e cai livremente durante 1,0 s, quando abre-se o
pára-quedas. A partir desse instante, mantendo cons-
tante seu vetor velocidade, o pára-quedista atingirá
o solo em:
(Dado: g � 10 m/s2)
a) 7,8 s b) 15,6 s c) 28 s d) 30 s e) 60 s
56 (UERJ) Um malabarista consegue manter cinco
bolas em movimento, arremessando-as para cima,
uma de cada vez, a intervalos de tempo regulares,
de modo que todas saem da mão esquerda, alcan-
çam uma mesma altura, igual a 2,5 m, e chegam à
mão direita. Desprezando a distância entre as mãos,
determine o tempo necessário para uma bola sair
de uma das mãos do malabarista e chegar à outra,
conforme o descrito acima.
(Adote g � 10 m/s2.)
57 (Cefet-BA) Um balão em movimento vertical as-
cendente à velocidade constante de 10 m/s está a
75 m da Terra, quando dele se desprende um obje-
to. Considerando a aceleração da gravidade igual
a 10 m/s2 e desprezando a resistência do ar, o tem-
po, em segundos, em que o objeto chegará a
Terra, é:
a) 50 b) 20 c) 10 d) 8 e) 5
58 (UFRJ) Um pára-quedista radical pretende atingir
a velocidade do som. Para isso, seu plano é saltar
de um balão estacionário na alta atmosfera, equi-
pado com roupas pressurizadas. Como nessa alti-
tude o ar é muito rarefeito, a força de resistência
do ar é desprezível. Suponha que a velocidade ini-
cial do pára-quedista em relação ao balão seja nula
e que a aceleração da gravidade seja igual a 10 m/s2.
A velocidade do som nessa altitude é 300 m/s.
Calcule:
a) em quanto tempo ele atinge a velocidade do som;
b) a distância percorrida nesse intervalo de tempo.
59 (PUCC-SP) Num bairro, onde todos os quartei-
rões são quadrados e as ruas paralelas distam 100 m
uma da outra, um transeunte faz o percurso de P a
Q pela trajetória representada no esquema.
O deslocamento vetorial desse transeunte tem
módulo, em metros, igual a
a) 700 d) 350
b) 500 e) 300
c) 400
60 (Unitau-SP) Considere o conjunto de vetores re-
presentados na figura. Sendo igual a 1 o módulo
de cada vetor, as operações A � B, A � B � C e
A � B � C � D terão módulos, respectivamente,
iguais a:
a) 2; 1; 0
b) 1; 2 ; 4
c) 2 ; 1; 0
d) 2 ; 2 ; 1
e) 2; 2 ; 0
61 (UEL-PR) Observando-se os vetores indicados no
esquema, pode-se concluir que
P
Q
100 m
100 m
D
←�
B
←�
A
←�
C
←�
10 m
 SIMULADÃO 13
a) X a b
→ → →
� � d) X b c
→ → →
� �
b) X a c
→ → →
� � e) X b d
→ → →
� �
c) X a d
→ → →
� �
62 Na figura, o retângulo representa a janela de um
trem que se move com velocidade constante e não
nula, enquanto a seta indica o sentido de movimen-
to do trem em relação ao solo.
Dentro do trem, um passageiro sentado nota que
começa a chover. Vistas por um observador em re-
pouso em relação ao solo terrestre, as gotas da chu-
va caem verticalmente.
Represente vetorialmente a velocidade das gotas de
chuva para o passageiro que se encontra sentado.
63 (MACK-SP) Num mesmo plano vertical, perpen-
dicular à rua, temos os segmentos de reta AB e PQ,
paralelos entre si. Um ônibus se desloca com veloci-
dade constante de módulo v1, em relação à rua, ao
longo de AB, no sentido de A para B, enquanto um
passageiro se desloca no interior do ônibus, com
velocidade constante de módulo v2, em relação ao
veículo, ao longo de PQ no sentido de P para Q.
Sendo v1 � v2, o módulo da velocidade do passagei-
ro em relação ao ponto B da rua é:
a) v1 � v2 d) v1
b) v1 � v2 e) v2
c) v2 � v1
64 (FURRN) Um barco, em águas paradas, desen-
volve uma velocidade de 7 m/s. Esse barco vai cru-
zar um rio cuja correnteza tem velocidade 4 m/s,
paralela às margens. Se o barco cruza o rio perpen-
dicularmente à correnteza, sua velocidade em rela-
ção às margens, em metros por segundo é, aproxi-
madamente:
a) 11 b) 8 c) 6 d) 5 e) 3
65 (FM-Itajubá-MG) Um barco atravessa um rio se-
guindo a menor distância entre as margens, que são
paralelas. Sabendo que a largura do rio é de 2,0 km,
a travessia é feita em 15 min e a velocidade da cor-
renteza é 6,0 km/h, podemos afirmar que o módulo
da velocidade do barco em relação à água é:
a) 2,0 km/h d) 10 km/h
b) 6,0 km/h e) 14 km/h
c) 8,0 km/h
66 (UFOP-MG) Os vetores velocidade ( v→ ) e acelera-
ção ( a
→ ) de uma partícula em movimento circular uni-
forme, no sentido indicado, estão melhor represen-
tados na figura:
a) d)
b) e)
c)
67 (Fiube-MG) Na figura está representada a traje-
tória de um móvel que vai do ponto P ao ponto Q
em 5 s. O módulo de sua velocidade vetorial média,
em metros por segundo e nesse intervalo de tempo,
é igual a:
X
←�
b
←�
c
←�
d
←�
a
←�
v
←�
a
←�
v
←�
a
←�
v
←�a
←�
v
←�
a
←�
v
←�
a
←�
A B
Q P
14 SIMULADÃO
I – No ponto mais alto da trajetória, a velocidade
vetorial da bola é nula.
II – A velocidade inicial v0
⎯→ pode ser decomposta
segundo as direções horizontal e vertical.
III – No ponto mais alto da trajetória é nulo o valor
da aceleração da gravidade.
IV – No ponto mais alto da trajetória é nulo o valor
 
vy
⎯→ da componente vertical da velocidade.
Estão corretas:
a) I, II e III d) III e IV
b) I, III e IV e) I e II
c) II e IV
69 (UEL-PR) Um corpo é lançado para cima, com
velocidade inicial de 50 m/s, numa direção que for-
ma um ângulo de 60º com a horizontal. Desprezan-
do a resistência do ar, pode-se afirmar que no ponto
mais alto da trajetória a velocidade do corpo, em
metros por segundo, será:
(Dados: sen 60º � 0,87; cos 60º � 0,50)
a) 5 b) 10 c) 25 d) 40 e) 50
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
e) 5
68 (PUC-SP) Suponha que em uma partida de fute-
bol, o goleiro, ao bater o tiro de meta, chuta a bola,
imprimindo-lhe uma velocidade v0
⎯→ cujo vetor
forma, com a horizontal, um ângulo �. Desprezan-
do a resistência do ar, são feitas as seguintes afir-
mações.
70 (FAAP-SP) Numa competição nos jogos de
Winnipeg, no Canadá, um atleta arremessa um dis-
co com velocidade de 72 km/h, formando um ân-
gulo de 30º com a horizontal. Desprezando-se os
efeitos do ar, a altura máxima atingida pelo disco é:
(g � 10 m/s2)
a) 5,0 m d) 25,0 m
b) 10,0 m e) 64,0 m
c) 15,0 m
71 (UFSC) Uma jogadora de basquete joga