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APS - POLITICAS PUBLICAS

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UAM - UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI 
 
 
 
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE 
APS 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE 1: 
Para esta atividade vamos nos inserir em uma equipe de saúde da família na qual você fará parte e refletirá sobre o caso familiar a seguir e articulará com a rede de atenção à saúde. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desta forma: busque compreender as necessidades individuais e da família, reflita e pontue as diferentes possibilidades dentro da Rede de Atenção à Saúde para coordenar este cuidado. 
	Membros 	Pontos de atenção 	Necessidades 	Redes de atenção 
	Josefa 
61 anos 
Aposentada 
	Hipertensa e diabético de longa data, hipertensão arterial e diabetes descompensados. 
	Exames regulares para controle dos níveis, exercício físico, 
acompanhamento nutricional. 
	- Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com 
Doenças 
Crônicas; 
-Rede de Atenção as Urgências 
Emergências. 
	Antônio 
60 anos 
Mecânico 
	Hipertenso e diabético de longa data, não faz acompanhamento de seus níveis tensionais e glicêmicos. 
	Exames regulares para controle dos níveis, exercício físico, 
acompanhamento nutricional. 
	- Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com 
Doenças 
Crônicas; 
-Rede de Atenção as Urgências 
Emergências. 
	Venceslau 79 anos 
	Paraplégico e afásico. 
	Fisioterapia, cuidados paliativos referente a 
feridas, 
acompanhamento nutricional. 
	- Rede de 
Cuidados à 
Pessoa com 
Deficiências; -Rede de Atenção as Urgências 
Emergências. 
	Hamilton 35 anos 
	Usuário de drogas e teve várias passagens pela polícia por questões relativas a tráfico de drogas, se recusa a fazer qualquer tratamento. 
	Reabilitação. 
	-Rede de atenção psicossocial. -Rede de Atenção as Urgências Emergências. 
 
 
O objetivo é identificar as necessidades da família durante as visitas domiciliares, direcionar o caso para a médico da UBS mais próxima, e o médico ou o enfermeiro responsável se encarregará de solicitar apoio das redes de atenção de acordo com cada complexidade. O importante é fiscalizar o tratamento de cada membro afim de garantir a continuidade de todos. 
 
 
REDES DE ATENÇÃO Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas 
Consideram-se doenças crônicas as doenças que apresentam início gradual, com duração longa ou incerta, que, em geral, apresentam múltiplas causas e cujo tratamento envolva mudanças de estilo de vida, em um processo de cuidado contínuo que, usualmente, não leva à cura. 
Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiências (Viver Sem Limites) 
Os objetivos dessa rede são ampliar o acesso e qualificar o atendimento às pessoas com deficiência temporária ou permanente, progressiva, regressiva ou estável, intermitente ou contínua, no âmbito do SUS. Rede de Atenção Psicossocial 
Para as pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas (Raps) 
Essa rede tem como diretrizes para o seu funcionamento, o respeito aos direitos humanos, garantindo a autonomia e a liberdade das pessoas; a promoção da equidade, reconhecendo os determinantes sociais da saúde; o combate a estigmas e preconceitos; a garantia do acesso e da qualidade dos serviços, ofertando cuidado integral e assistência multiprofissional, sob a lógica interdisciplinar; atenção humanizada e centrada nas necessidades das pessoas; diversificação das estratégias de cuidado; desenvolvimento de atividades no território, que favoreça a inclusão social com vistas à promoção de autonomia e ao exercício da cidadania. 
Rede de Atenção as Urgências Emergências 
Tem como diretrizes a ampliação do acesso e o acolhimento aos casos agudos. Atendimento às urgências clínicas, cirúrgicas, gineco-obstétricas, psiquiátricas, pediátricas e às relacionadas a causas externas (traumatismos, violências e acidentes). 
Os Componentes da RUE são: 
· Promoção, Prevenção e Vigilância à Saúde; 
· Atenção Primária à Saúde; 
· Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) e suas Centrais de Regulação Médica das Urgências e emergências; 
· Sala de Estabilização; 
· Força Nacional de Saúde do SUS; 
· Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) e o conjunto e serviços de urgência 24h; 
· Hospitalar; 
· Atenção Domiciliar 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE 2: O estudante deverá pesquisar em bando de dados, um artigo científico que relate sobre a atuação do enfermeiro e sua relação com as Políticas Públicas de Saúde e elaborar uma resenha sobre os principais pontos do artigo. Essa resenha deverá ser postada no fórum (ambiente virtual). 
Uma abordagem da atuação histórica da enfermagem em face das políticas de saúde. 
No final da década de 80, já se afirmava que, embora a Enfermagem possuísse o maior contingente de trabalhadores de saúde, ocupava, segundo as estatísticas de saúde, uma posição secundária no que se referia à execução de atos concretos de saúde que revertessem em benefício para a população, isto é, não participava da elaboração da maioria das políticas públicas de saúde. Apesar de haver indícios do afastamento da Enfermagem das políticas públicas de saúde, expressões como integralidade da assistência, saúde integral e participação popular têm sido muito lembradas ultimamente. A Enfermagem tem sustentado sua opção pela população, na defesa da vida dos sujeitos, porém enrijeceu sua estrutura de maneira que a tendência democrática caminhou mais para o discurso do que para a prática. 
 Ao considerarmos que a Enfermagem presta assistência ao indivíduo doente ou sadio, família ou comunidade no desempenho de atividades para promover, manter e recuperar a saúde e prevenir a doença estamos assumindo que além de um campo de competência técnico-científica específico e formalizado legalmente, a Enfermagem é um campo de práticas sociais. 
Mesmo considerando os avanços da Enfermagem Brasileira, no tocante à organização/legislação do trabalho e à pós-graduação, é premente a necessidade de se repensar a neutralidade científica e política, com que a Enfermagem colaborou na implementação das políticas de saúde oficiais. Afinal, essa falta de crítica e a "despolitização" das enfermeiras, traço marcante nas origens históricas, não poderão continuar resultando na ausência de um projeto político que expresse a participação da categoria no atual cenário. Pelo contrário, deverá a Enfermagem lutar para integrar-se socialmente no contexto do processo de trabalho da saúde, relacionando-se com as estruturas políticas e econômicas do país. 
A afirmativa de que a Enfermagem tem história de participação política, organizações respeitadas, vontade e decisão política para enfrentar antigos e novos desafios nos micros e macro espaços de atuação no setor saúde não se confirmou em nossa pesquisa bibliográfica que evidenciou inegavelmente que a Enfermagem não se engajou de forma clara e evidente, na luta pela transformação da sua atuação em uma realidade política e sanitária no País. 
A Enfermagem tem participado na operacionalização de projetos que reiteram as políticas públicas gestadas no modelo neoliberal. As escolas de Enfermagem acabam por direcionar, mais uma vez, a formação dos enfermeiros ora para as exigências do mercado de trabalho (e não do mercado dos problemas e necessidades de saúde) ora tomando como eixo de sua formação os princípios e diretrizes do SUS (Sistema Único de Saúde). 
Acreditamos que o momento é oportuno para inserir, nos projetos pedagógicos, discussões que favoreçam um preparo político que estimule a atuação dos enfermeiros nos espaços conquistados, de uma articulação entre o saber, o fazer e o poder, incentivando a percepção de que ser enfermeiro transcende os muros institucionais e impõe a necessidade de interação com o mundo ao redor e a responsabilidade pelo resultado das ações de todos. 
 
 
Link: http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/439 
 
SÃO PAULO 
2021 
 
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