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RUBÉOLA

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Giovanna Bittencourt 
RUBÉOLA 
Caso 
• Febrícula antes do aparecimento do exantema 
• Exantema: 1º e 2º dia em face/tórax e MMII. Desapareceu da face no 2º dia e no 3º e 
5º dias desapareceu completamente, sem descamar 
• Adenopatia retroauricular visível 
 
Epidemiologia e etiologia 
• Etiologia: Togavírus (RNA) – 
rubivirus 
• Importância da Síndrome da 
Rubéola Congênita → atinge o feto 
ou recém-nascido de mães 
infectadas durante a gestação 
 
Transmissão 
• Homem hospedeiro único 
• Transmissão 5-7 dias antes até 5-7 dias depois do aparecimento do exantema 
• Transmissão por gotícula → mascara cirúrgica + óculos 
• Incubação de 2 a 3 semanas 
 
Quadro clínico 
• Pródromo, pp em crianças, pode não ser observado, mas em adolescentes e 
em adultos podem aparecer sintomas gerais brandos antecedendo 1 a 2 dias 
o exantema que se inicia na face, espalhando-se rapidamente para o 
pescoço e o tronco e atingindo os membros já em 24 horas. 
• Exantema maculopapular róseo, que pode coalescer em tronco e tem curta 
duração, menos de 3 dias. 
o Cefalo-caudal 
o Não descamativo 
• Adenomegalia (pode anteceder o exantema em 7 dias) → cadeia cervical e 
retroauricular principalmente 
• Esplenomegalia discreta (50% dos casos) 
 
Diagnóstico 
• Leucopenia com plasocitose 
• Isolamento do vírus = nasofaringe 
• Pesquisa de anticorpos IgM (+ após 3º dia do exantema) e IgG (elevação em 
4x após 2 a 3 semanas) 
 
Tratamento 
• Sintomático = antitérmico e hidratação 
• Específico não existe 
 
Prognóstico 
• Muito bom 
• Complicações raras: encefalites, púrpuras trombocitopênicas, artrite (mulheres jovens), miocardite 
 
Imunização 
• PNI – 12 e 15 meses = tríplice viral (vírus atenuado, via subcutânea) 
• Vacinação de bloqueio até 72h da exposição 
• Imunização passiva, via imunoglobulina hiperimune não é indicada, exceto em gestantes