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ERITEMA INFECCIOSO

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Giovanna Bittencourt 
ERITEMA INFECCIOSO 
Caso 
• Criança de 9 anos 
• 2 dias antes do exantema: febre, mal estar, cefaleia e coriza 
• Exantema: Placas edematosas vermelhas região malar. No 2º dia – pápulas em região 
extensora dos MM. 
 
 
 
Etiologia e epidemiologia 
• Parvovírus B19 
• Pacientes de 2 a 12 anos 
 
Transmissão 
• Gotículas por tosse/espirros (perdigotos) 
• Incubação de 5 a 10 dias 
• Tempo de contágio: desconhecido 
• Isolamento: desnecessário 
 
Quadro clínico 
• Pródromo de 2 dias – não é muito comum 
o Febre alta 
o Mal estar 
o Cefaleia 
o Coriza 
• Normalmente benigna, exceto de drepanocíticos 
• O primeiro sinal costuma ser o exantema, que se inicia na face como maculopápulas que confluem, tornando-se uma 
placa vermelho-rubra, concentrada, principalmente, na região das bochechas. Poupa a região perioral, a testa e o nariz, 
conferindo um aspecto de “asa de borboleta”, semelhante ao observado no lúpus eritematoso. Dá às crianças aspecto 
de “cara esbofeteada”. Pode deixar aspecto rendilhado. 
• A evolução é, em geral, afebril, podendo ser acompanhada de artralgias e de artrites. 
• Exantema pode retornar 1 a 2 semanas após o desaparecimento 
 
Diagnóstico 
• O hemograma é normal ou com discreta leucocitose e eosinofilia. 
• Sorologia 
• PCR-DNA (crônicos) 
 
Tratamento 
• Sintomáticos 
o Antitérmicos 
o Hidratação 
• Imunodeficientes 
o Imunoglobulina 
o Transfusão de concentrado de hemácias 
Prognóstico 
• Prognóstico geralmente excelente 
o Complicações → Ocorrem nos pacientes com hemoglobinopatias e/ou imunocomprometidos