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XXVIII EXAME DA 
OAB 
(CURSO EXTENSIVO – DIREITO CIVIL) 
 
PROF. PAULO H M SOUSA 
04571970307 - Jessica Sales
CONTATO 
Direito Civil 
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CRONOGRAMA 
Direito Civil 
Prof. Paulo H M Sousa 
Aula Data Horário Conteúdo 
1 13/02 14:00 Teoria Geral, Obrigações e Contratos 
2 13/02 19:00 Contratos, Coisas e Família 
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DIREITO CIVIL 
 
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TEORIA DO 
PAGAMENTO 
(1.8.3.) 
 
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Quem deve pagar 
 
 
 
Terceiro, em nome e por conta do devedor 
 
Terceiro interessado em nome próprio 
 
Terceiro não interessado em nome próprio 
Direito Civil 
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Quem deve pagar 
 
 
 
Devedor podia ilidir a cobrança 
 Não reembolsa 
Direito Civil 
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Após se aposentar, Álvaro, que mora com sua esposa em Brasília, adquiriu de Valério um imóvel, 
hipotecado, localizado na cidade do Rio de Janeiro, por meio de escritura pública de cessão de direitos e 
obrigações. Com a intenção de extinguir a hipoteca, Álvaro pretende pagar a dívida de Valério, mas 
encontra obstáculos para realizar o seu desejo, já que a instituição credora hipotecária não participou da 
aquisição do imóvel e alega que o pagamento não pode ser realizado por pessoa estranha ao vínculo 
obrigacional. Diante dessa situação, responda aos itens a seguir. 
A) Qual é a medida judicial mais adequada para assegurar o interesse de Álvaro? (Valor: 0,85) 
B) Qual o foro competente para processar e julgar a referida medida? (Valor: 0,40) 
QUESTÃO DISSERTATIVA 
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A) Álvaro é terceiro interessado no pagamento desta dívida, sendo, portanto, parte legítima para ingressar 
com uma ação de consignação em pagamento, meio mais adequado conducente à exoneração do devedor, 
nos termos do Art. 304 do Código Civil. 
 
B) O foro competente é o da cidade do Rio de Janeiro, o lugar do pagamento, como prescreve o Artigo 540 
do CPC/15. 
QUESTÃO DISSERTATIVA 
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A quem se deve pagar 
 
 
 
Capaz de dar quitação 
 
 
Incapaz 
 Regra Exceção: prova o proveito 
 
 
 
Direito Civil 
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A quem se deve pagar 
 
 
 
Credor putativo 
 
 
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Objeto 
 
 
 
Paga-se o convencionado 
 Princípio da exatidão da prestação 
 Princípio do nominalismo 
 Princípio do curso obrigatório da moeda nacional 
 
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QUESTÃO OBJETIVA 
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Arlindo, proprietário da vaca Malhada, vendeu-a a seu vizinho, Lauro. Celebraram, em 10 de janeiro de 2018, um 
contrato de compra e venda, pelo qual Arlindo deveria receber do comprador a quantia de R$ 2.500,00, no momento 
da entrega do animal, agendado para um mês após a celebração do contrato. Nesse interregno, contudo, para 
surpresa de Arlindo, Malhada pariu dois bezerros. 
Sobre os fatos narrados, assinale a afirmativa correta. 
A) Os bezerros pertencem a Arlindo. 
B) Os bezerros pertencem a Lauro. 
C) Um bezerro pertence a Arlindo e o outro, a Lauro. 
D)Deverá ser feito um sorteio para definir a quem pertencem os bezerros. 
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Lugar 
 
 
 
Regra: domicílio do devedor, no silêncio 
 
 
 
Quérable (Quesível/Requerível) X Portable (Portável) 
 
 
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Lugar 
 
 
 
Dois ou mais lugares 
 
 
 Reiteradamente outro 
Alteração 
 Motivo grave e alheio 
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Tempo 
 
 
 
Puras X Impuras (termo ou condição) 
 
 
 Dies interpellat pro homine 
 
 Ciência do implemento 
 
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Tempo 
 
 
 
Vencimento antecipado 
 Falência do devedor ou de concurso de credores 
 Se os bens, hipotecados ou empenhados, forem 
 penhorados em execução por outro credor 
 Se cessarem/insuficientes as garantias, fidejussórias 
 ou reais, e o devedor, intimado, se negar a reforçá-las 
 
Direito Civil 
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Em 15 de janeiro de 2015, a Financeira X celebrou instrumento particular de contrato de mútuo com Rafael 
para financiar a aquisição, por este último, de veículo automotor vendido pela Concessionária B. De acordo 
com o contrato de mútuo, Rafael deveria pagar 30 (trinta) prestações mensais à Financeira X, no valor de R$ 
2.000,00 cada, com vencimento no quinto dia útil do mês. Por meio do correspondente instrumento 
particular, devidamente anotado no certificado de registro do veículo, a propriedade deste último é 
alienada fiduciariamente à Financeira X, em garantia do pagamento do mútuo. Raphael, contudo, 
inadimpliu a 4ª prestação, tendo sido devidamente constituído em mora pela Financeira X. Com base na 
situação apresentada, responda aos itens a seguir. 
A) O inadimplemento da 4ª prestação autoriza o vencimento antecipado das prestações posteriores (da 5ª à 
30ª prestação)? (Valor: 0,65) 
B) Para consolidar o domínio do veículo em seu nome e autorizar a alienação extrajudicial para a satisfação 
da dívida, qual o tipo de ação judicial que a financeira X deve mover? (Valor: 0,60) 
QUESTÃO DISSERTATIVA 
Direito Civil 
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A) Sim. Considera-se vencida a dívida quando as prestações não forem pontualmente pagas, de acordo com 
o Art. 2º, § 3º, do Decreto-Lei nº 911/69, em sua redação vigente, estabelece: さA mora e o inadimplemento 
de obrigações contratuais garantidas por alienação fiduciária, ou a ocorrência legal ou convencional de 
algum dos casos de antecipação de vencimento da dívida facultarão ao credor considerar, de pleno direito, 
vencidas tôdas as obrigações contratuais, independentemente de aviso ou notificação judicial ou 
W┝デヴ;テ┌SキIキ;ノざ. 
 
B) Nos termos dos artigos 2º e 3º do Decreto-Lei nº 911/69, a ação cabível para o fim de consolidar o 
domínio do veículo em nome do credor e autorizar a alienação extrajudicial em pagamento da dívida é a 
ação de busca e apreensão. 
QUESTÃO DISSERTATIVA 
Direito Civil 
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Prova 
 
 
 
 
Direito à quitação X Retenção 
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Prova 
 
 
 
Presunções 
 Entrega do título (60 dias para contraprova) 
 Destruição do título 
 Quitação da última parcela 
 Quitação do capital, sem reserva dos juros 
 Despesas ficam com devedor 
 Medida ou peso 
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Teoria do Adimplemento Substancial 
 
 
Teoria da Obrigação como Processo 
 
 Cumprimento expressivo 
 
Requisitos Ausência de enriquecimento sem causa ou 
 abuso de direito 
 
 Preservação do equilíbrio e da boa-fé 
 
 
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QUESTÃO OBJETIVA 
Direito Civil 
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Renata financiou a aquisição de seu veículo em 36 parcelas e vinha pagando pontualmente todas as prestações. 
Entretanto, a recente perda de seu emprego fez com que não conseguisse manter em dia a dívida, tendo deixado de 
pagar, justamente, as duas últimas prestações (35ª e 36ª). O banco que financiou a aquisição, diante do 
inadimplemento, optou pela resolução do contrato. Tendo em vista o pagamento das 34 parcelas anteriores, pode-se 
afirmar que a conduta da instituição financeira viola o princípio da boa-fé, em razão do(a) 
A) dever de mitigar os próprios danos. 
B) proibição de comportamento contraditório (venire contra factum proprium). 
C) adimplemento substancial. 
D) dever de informar. 
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QUESTÃO DISSERTATIVA 
Direito Civil 
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Em julho de 2011, Rufus, taxista, adquiriu um automóvel seminovo, obrigando-se perante Jonas, vendedor, a 
pagar o preço em 30 (trinta) prestações mensais de R$ 2.000,00 (dois mil reais). No contrato de compra e 
venda, constou expressamente que o atraso de mais de 5 (cinco) dias no pagamento de qualquer das 
parcelas provocaria a resolução automática do contrato, com a perda das parcelas pagas. Em novembro de 
2013, Rufus, enfrentando dificuldade financeira, deixou de efetuar o pagamento da parcela devida. Passados 
12 (doze) dias do vencimento, Rufus oferece a Jonas dois relógios no valor de R$ 1.000,00 cada um. Jonas 
recusa a oferta e propõe, em seguida, ação judicial de resolução do contrato, com pedido liminar de busca e 
apreensão do veículo. Responda, fundamentadamente, aos itens a seguir. 
A) A ação de resolução do contrato deve ter seu pedido julgado procedente? (Valor: 0,75) 
B) Jonas é obrigado a aceitar os relógios? (Valor: 0,50) 
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QUESTÃO DISSERTATIVA 
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A) Não. Como, em novembro de 2013, já terão sido pagas 28 das 30 parcelas, aplica-se aqui a teoria do 
adimplemento substancial. Tal teoria, embora não encontre expresso acolhimento no Código Civil, já se 
encontra sedimentada na jurisprudência. O adimplemento substancial impede o exercício do direito de 
resolução, por ser abusivo nas hipóteses em que o débito em aberto é pouco significativo diante da parcela 
da obrigação já adimplida. 
 
B) Não. Jonas não é obrigado a aceitar os relógios. Trata-se de dação em pagamento, instituto que não 
prescinde do consentimento do credor (Código Civil, Art. 356 ou Art. 313). Jonas pode continuar cobrando a 
dívida, estando impedido apenas de promover a resolução do contrato, medida excessivamente gravosa 
diante do percentual representado pelo inadimplemento. 
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