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fichas de odonto - segunda edição

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Anestesicos Locais - Cálculo de Tubetes
1 ° Passo
Quantos mg de 
anestésico possui cada 
TUBETE?
2 ° Passo
Qual a dosagem 
máxima por peso 
corporal?
3 ° Passo
determinar a dose 
máxima em tubetes?
100ml - 3g
100 ml - 3000mg
1 ml - 30 mg 
Ex: lidocaína 3%
4,4 mg x 65 kg 
Ex: 286 mg 
1 ml --30mg
1,8 ml - x = 54 mg
1 tubete -- 54 mg
x tubetes -- 286 mg
286mg = 5,29 tubetes 
54mg
0,5% = 9 mg
1% = 18 mg
2% = 36 mg
 
1 tubete possui 1,8 ml
Ex: Lidocaina 3%
3% = 54 mg
4% = 72 mg 
dose máxima 
recomendada
(malamed)
peso do 
paciente
x
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Anestésicos
BUPIVACAÍNA: 0,5% (430 ≅) LONGA DUR. - Potência e cardiotoxicidade 
4x maior que a lidocaína. 1:200:000, dose máx. 1,3 mg, máx. abs. de 90mg 
de 10 tubetes.
MEPIVACAíNA: 2% com epinefrina 1:100:000 ou 3% sem vaso - Potência 
similar a lidocaina.
LIDOCAÍNA: 2% com epinefrina 1:100:000 ou 1:200:000 - Droga padrão do 
grupo, dose máxima 4,4 mg, máx. absorção de 300mg e máximo de 8,3 
tubetes;
PRILOCAíNA: 3% com felipressina 0,03 U/ml: Potência similar a lidocaina 
menos tóxica que a LIDO E MEPI, porém sobredosagem aumenta o risco de 
METEROGLOBINA no sangue. (cuidado com pacientes ANÊMICOS, 
CARDIO E COM PROBLEMAS RESPIRA.) DOSE MÁXIMA 6 mg, máx. abs. 
400g e 7 tubetes;
ARTICAÍNA - 4% COM EPINEFRINA 1:100:000 ou 1:200:000. 
- 
D
U
R
A
Ç
Ã
O
 +
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Anestésicos Locais - ARTICAÍNA
POTÊNCIA- Baixa (2).
TOXIXIDADE - Baixa (2).
VASODILATAÇÃO - Intermediária.
GESTANTE (classificação de risco para o feto) - C.
INÍCIO DA AÇÃO - 1 a 2 minutos. 
METABOLIZAÇÃO - Plasma sanguíneo e hepático.
CONCENTRAÇÃO - 4%.
DOSE MÁXIMA - 7 mg/Kg 500 mg 
É um anestésico HÍBRIDO (éster-amida). Indicado para pacientes com 
insuficiência hepática (HEPATOTÓXICOS).
OBS: HEPATO = FÍGADO Junto com a prilocaína são os anestésicos 
que mais apresentam casos de parestesias 
mandibulares. Também pode levar a
 metemoglobinemia! Licenciado para Laisa Brito Soares - 05802793325 - Protegido por Eduzz.com
Anestésicos Locais - PRILOCAÍNA
POTÊNCIA- Baixa (2).
TOXIXIDADE - Baixa (1).
VASODILATAÇÃO - Leve.
GESTANTE (classificação de risco para o feto) - B.
INÍCIO DA AÇÃO - 3 a 4 minutos. 
METABOLIZAÇÃO - Hepático.
CONCENTRAÇÃO - 3 a 4%.
DOSE MÁXIMA - 6,0 mg/Kg 400mg*(5ª edição, 2001) e 8 mg/Kg 600 mg*
(6ª edição, 2013)
É um anestésico do tipo amida. 
Junto com a articaína são os anestésicos que mais apresentam 
casos de parestesias mandibulares. Também pode levar a 
metemoglobinemia! Não usar com pacientes ANÊMICOS, 
CARDIOPATAS E COM PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS. Licenciado para Laisa Brito Soares - 05802793325 - Protegido por Eduzz.com
Anestésicos Locais - LIDOCAÍNA
POTÊNCIA- Baixa (2).
TOXIXIDADE - Baixa (2).
VASODILATAÇÃO - Intermediária.
GESTANTE (classificação de risco para o feto) - B (MAIS APROPRIADA).
INÍCIO DA AÇÃO - 2 a 3 minutos. 
METABOLIZAÇÃO - Hepático.
CONCENTRAÇÃO - 1 e 2% (com e sem vaso) e 5%(tópica).
DOSE MÁXIMA - 4,4 mg/Kg 300mg*(5ª edição, 2001) e 7 mg/Kg 500 mg*
(6ª edição, 2013)
É um anestésico do tipo amida e considerada uma droga PADRÃO OURO. 
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Anestésicos Locais - BUPIVACAÍNA
POTÊNCIA- Alta (4).
TOXIXIDADE - Baixa (2).
VASODILATAÇÃO - Alta.
GESTANTE (classificação de risco para o feto) - C.
INÍCIO DA AÇÃO - 6 a 10 minutos. 
METABOLIZAÇÃO - Hepático.
CONCENTRAÇÃO - 0,5%.
DOSE MÁXIMA - 1,3mg/Kg - 90mg* (5ª edição, 2001) e 2 mg/Kg 90 mg* 
(6ª edição, 2013).
É um anestésico do tipo amida.
Indicado para procedimentos de longa 
duração.
Evitar o uso em crianças pelo risco de 
auto-lesão.Licenciado para Laisa Brito Soares - 05802793325 - Protegido por Eduzz.com
Anestésicos Locais - MEPIVACAÍNA
POTÊNCIA- Baixa (2).
TOXIXIDADE - Baixa (2).
VASODILATAÇÃO - Leve.
GESTANTE (classificação de risco para o feto) - C.
INÍCIO DA AÇÃO - 1,5 a 2 minutos. 
METABOLIZAÇÃO - Hepático.
CONCENTRAÇÃO - 2% com vaso e 3% sem vaso.
DOSE MÁXIMA - 4,4 mg/Kg 300mg* (5ª edição, 2001) e 6,6 mg/Kg 400 mg*
(6ª edição, 2013)
É um anestésico do tipo amida.
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Vasoconstritores
São drogas que promovem a contração dos vasos sanguíneos e combatem à 
ação dilatadora dos anestésicos e, controlam a perfusão tecidual (fluxo 
sanguíneo). Vantagens: 
. 
AMINA SIMPATOMINÉTICA
Agem sobre os receptores adrenérgicos alfa 
e beta das paredes dos vasos sanguíneos e 
da maioria dos tecidos do organismo.
. 
Catecolaminas
epinefrina(adrenalina), noradrenalina, 
levonordefrina(corbadrina), dopamina, 
isoprotenol.. 
NÃO-SIMPATOMINÉTICA
FELIPRESSINA: Droga analóga da 
vasopressina.
. 
- Aumento da qualidade (profundiade) da anestesia. - Diminuem o sangramento local.
- Aumenta a duração de ação do Anest. Local. - Minimiza o risco de texicidade. 
TIPOS DE VASOS CONSTRITORES:
Não-Catecolamina: 
Anfetamina, efedrina, metafentamina, 
fenilefrina, metaraminol, metoxamine.
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Metemoglobinemia
Condição na qual há o desenvolvimento de um estado de cianose na ausência 
de anormalidades cardíacas ou respiratórias. Quando a condição é severa, o 
sangue apresenta cor de chocolate e sinais e sintomas clínicos, incluindo 
depressão respiratória e síncope. A morte embora rara, pode ocorrer.
O anestésico local injetável PRILOCAÍNA pode produzir meteroglobinemia em 
pacientes com metero. subclínica, quando administrado em altas doses. O 
anestésico tópico BENZOCAÍNA também pode induzir a condição.
. 
Os sinais e sintomas aparecem 3 a 4 horas após a 
administração. O tratamento requer a administração 
intravenosa lenta de azul de metileno 1%(15mg/kg ou 
0,2mg/Ib). Obs: Não responde a adm. de oxigênio.
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Técnicas Anestésicas Intra-orais
1. SUB-MUCOSA: Quando a solução anestésica é depositada no tecido mole
que cobre a zona interna e por difusão, através da região.
2. SUPRAPERIOSTEAL: Punciona-se a mucosa, fazendo com que a ponta da
agulha penetre até a região submucosa, junto ao periósteo sem penetrá-lo.
3. SUBPERIOSTEAL: O anestésico é depositado sob o periósteo, junto ao osso.
4. INTRA-SEPTAL: É realizada por punção no septo ósseo de dois dentes 
contínuos.
5. INTRA-ÓSSEA: tem como objetivo a anestesia da max. ou mand. por meio 
de depósito do agente anestésico. no osso medular (esponjoso), entre as 
corticais ósseas. (Faz a trepanação da área com brocas).
6. PERIDENTAL: Consiste em injetar-se no ligamento alvéolo dental, 
introduzindo a agulha sob a borda da gengiva no lado mesial do dente.
7. INTRAPULPAR: Consiste na deposição distal de anestésico na câmara 
pulpar do paciente.
. 
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Fatores que afetam a ação dos anestésicos locais
pKa - Velocidade de início da ação.
LIPOSSOLUBILIDADE - Potência anestésica.
LIGAÇÃO PROTÉICA- Duração.
ATIVIDADE VASODILATADORA - Potência anestésica e vasodilatação.
DIFUSIBILIDADE NO TECIDO NÃO-NERVOSO - Início da ção.
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Anestésicos Locais e pKa
Tecidos que apresentam quadros inflamatórios podem dificultar a ação de 
anestésicos locais, isso ocorre devido à diminuição do pH na região inflamada, 
dificultando a dissociação