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liderança e formaçao de equipes

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é aquele que acaba de ser contratado com os novos critérios.
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O novo trabalhador do conhecimento é dono dos seus meios de produção e do produto do seu trabalho.
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O novo trabalhador do conhecimento é quem trabalha por conta própria sem vínculos empregatícios.
d
O novo trabalhador do conhecimento é aquele que é ágil e proativo.
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Nenhuma das anteriores.
	
Liderança e Formação de Equipes /
Novos tempos, novas organizações, novos líderes
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O que explica e provoca esses tempos de grandes mudanças?
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A tecnologia, a informática, a eletrônicas e as comunicações e o valor do conhecimento.
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As teses ambientais, a ecologia e o aquecimento global.
c
A criação do FMI e a unificação européia.
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A corrida espacial e o fim da guerra fria.
e
Nenhuma das anteriores.
Liderança e Formação de Equipes /
Novos tempos, novas organizações, novos líderes
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O que caracteriza esses novos tempos e a sociedade do conhecimento?
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 Estranhou esse gabarito?
Beatriz Martelote
sugeriu uma solução
A nova estrutura considera e retira tudo que ficou obsoleto, trazendo assim um mecanismo mais adequado para que os colaboradores de hoje não sejam caracterizados apenas como subordinados, mas sim engrenagem crucial de uma organização. Isso faz com que eles e elas sejam mais bem colocados em cada cargo e entreguem com agilidade e qualidade.
Liderança e Formação de Equipes /
A evolução do conceito de Gestão e de Liderança (Liderança E Formação De Equipes)
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1. O que é liderança? 
Liderar é influenciar pessoas para que desenvolvam motivação para fazer o que deve ser feito com vontade e com o máximo de seu potencial para atingir os objetivos compartilhados fixados
Líder é quem executa a tarefa da liderança. Para Guimarães (2012) a tarefa da liderança é organizar e conduzir as pessoas, como membros de um grupo, levando-as a atingirem seus objetivos individuais, e os objetivos comuns compartilhados. Para todos os seres vivos, o objetivo mais importante, a causa primeiríssima é a autopreservação, é a sobrevivência. Todos os instintos e objetivos se submetem a essa causa primeira de autopreservação, e existem para permitir a sobrevivência. O instinto gregário é aquele que faz com que os seres humanos busquem viver em grupos, como uma forma, darwiniana, de tornarem-se mais resistentes à seleção natural. Os seres humanos se juntam, porque, em grupo, têm mais chances de sobreviver. Escolhem um líder porque percebem nele a capacidade para conduzi-los à sobrevivência. Líder, então, é aquele que é percebido como quem vai garantir a sobrevivência do grupo. 
Segundo Guimarães (2012), em princípio, uma empresa nada mais é do que um grupo de pessoas, no qual cada um quer buscar seu objetivo, sua autopreservação, sua sobrevivência. O objetivo de uma empresa é o objetivo de cada um de seus membros. É mais que o lucro. É, na verdade, a sua sobrevivência, sua permanência, sua continuidade como organização, de forma a permitir também a sobrevivência de cada um dos seus membros. Nesse sentido, o lucro é o indicador de que se está no caminho certo, assim como o prejuízo seria o do caminho inadequado. Em vista disso, ser líder é ser percebido com aquele que conduzirá a empresa à sobrevivência, ao lucro.  
Liderança é essencial. Líderes fazem a diferença. Está claro que a qualidade da liderança determina a história e o sucesso de uma organização, permitindo atender às expectativas dos investidores, clientes e empregados. É fundamental, portanto, definir o que é uma liderança eficaz.  
Liderança é tarefa, uma atividade. As perguntas que têm de ser respondidas são: “qual a função da liderança?” e  “que características e competências fazem um líder eficaz?”.
A base da liderança eficaz é a compreensão da sua missão e também a da missão da empresa: é saber defini-la e comunicá-la de forma clara; é estabelecer metas, prioridades e padrões; é transmiti-las e conseguir influenciar e convencer. 
É importante também que o líder tenha consciência que liderança é responsabilidade. Não podem ser permissivos nem culpar os outros. Líderes eficazes assumem a responsabilidade final e não temem os subordinados. Eles os encorajam e incentivam. Não importa o quanto sejam pessoalmente vaidosos ou humildes, os líderes valorizam sua equipe e cercam-se de pessoas independentes e autoconfiantes. Liderança é confiança e respeito. Segundo Drucker, o líder eficaz sabe que a tarefa suprema da liderança é a criação de um significado que justifique e valorize cada ação, cada objetivo, todo e qualquer trabalho. Liderança inspira e empolga.
2. Diferença entre gestão e liderança
No processo de gestão de projetos e pessoas, podemos distinguir as funções do gerenciamento e da liderança. O gerenciamento consiste na coordenação e integração dos recursos, realizadas através da planificação, da organização, da direção e do controle, a fim de atingir os objetivos especificados. O gerenciamento envolve muito mais controle dos recursos, dos objetivos e das tarefas, enquanto a liderança busca influenciar o comportamento e a motivação (ver Figura 1). É evidente que uma direção eficaz deve reunir as duas qualidades, as duas atuações. A função principal do líder é conciliar os objetivos gerais da organização, ou do projeto, com as metas particulares de cada indivíduo da empresa ou da equipe. Para simplificar, podemos dizer que liderar é influenciar pessoas a fazerem o que deve ser feito, enquanto gerenciar é conseguir com que elas façam bem as coisas certas, organizando, coordenando, controlando e buscando a rentabilidade. 
Figura 1. Gerenciamento e Liderança – Cucci C. C. e Grassi M. (2004)
3. Papel do líder
É muito mais que a Gestão de pessoas. É gestão da "Base de Conhecimento". É a gestão do Intangível, do "bom uso do Conhecimento". É mobilizar as pessoas a aplicarem seus conhecimentos ... É mobilizar as pessoas para as Mudanças.
É ajudar criar o "novo" e para isso precisa mobilizar para as mudanças, conseguir adesão, buscar sinergias, eliminar antagonismos.
É saber avaliar, conhecer para reter os melhores. Melhores sistemas, melhores produtos, serviços, .... melhores pessoas 
4. Evolução dos conceitos 
As primeiras abordagens da liderança centraram-se na figura dos líderes e na procura das qualidades comuns a todos eles. Nessa linha, podem ser consideradas duas teorias: a dos grandes homens e a dos traços.
· Teoria dos grandes homens. Aceitava a ideia de que a liderança era exercida por chefes natos, homens geniais destinados a exercer profunda influência na sociedade. O poder encarnava-se em uma reduzida quantidade de pessoas cuja herança e o destino as convertiam em líderes. 
· Teoria dos traços. Basicamente semelhante à anterior, enfatizava as qualidades pessoais dos líderes, que deveriam possuir certas características especiais que os faziam diferentes das demais pessoas. Os líderes já nascem com alguns atributos físicos, de personalidade e habilidades.
Teorias dos estilos comportamentais 
Dentre as teorias do estilo comportamental destacam-se dois tipos principais.
· A tipologia de Likert. Com base em conjuntos de comportamentos, os líderes puderam ser agrupados em diferentes estilos de liderança. Likert procurando estabelecer relações entre o comportamento de liderança e sua eficácia, indicou como base para a classificação quatro estilos: Autoritário coercivo Autoritário benevolente, Consultivo, Participativo – O estudo realizado por Likert trazia o objetivo de definir os estilos de liderança mais apropriados ao contexto organizacional, tendo por foco a comprovação da inter-relação de como orientações comportamentais diferentes afetam situações de trabalho diversas.
· Grid de gestão de Blake e Mouton. Os autores procuraram representar os vários modos de usar a autoridade ao exercer a liderança através do grid gerencial. Esta representação possui duas dimensões: preocupação com a produção e preocupação com as pessoas. 
Os estilos citados são considerados puros; contudo, outras combinações podem ser