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Artroplastia do Ombro EAD Envio (2)

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Prof. Marcello Ferreira Carvalho 
Artroplastia Ombro 
 
Artroplastia Ombro 
 
 
 
HISTÓRICO 
 O relato mais antigo de artroplastia 
de substituição no ombro data de 
1893, quando o francês Péan 
substituiu por implante de platina e 
borracha uma articulação com 
tuberculose. 
Indicaço ̃es para cirurgia 
 
 
 A indicação primária é dor persistente e incapacitante (em repouso 
ou atividade), secundária à destruição da articulação GU. 
 
 
 As indicações secundárias incluem perda de mobilidade ou 
estabilidade do ombro e/ou perda de força do membro superior, 
levando à inabilidade para realizar tarefas funcionais com o 
membro superior envolvido. 
 
 
 
Considerações gerais 
 
 As mais comuns delas são a 
artroplastia de substituição total do 
ombro, na qual são substituídas as 
superfícies da glenoide e do úmero (Fig. 
17.14), e a artroplastia com substituição 
parcial (hemiartroplastia), em que uma 
superfície, a cabeça do úmero, é 
substituída. 
 
 
 
HEMIARTROPLASTIA PARA O 
TRATAMENTO DE FRATURAS 
PROXIMAIS DE ÚMERO 
 Indicações para 
hemiartroplastias são 
baseadas na possibilidade de 
perda da vascularização da 
cabeça umeral com necrose 
avascular e colapso da 
cabeça umeral. 
 
 Geralmente, o manguito 
rotador encontra-se intacto. 
HEMIARTROPLASTIA 
PARA O TRATAMENTO 
DE FRATURAS 
PROXIMAIS DE 
ÚMERO 
 Hemiartroplastia para 
o tratamento de 
fraturas complexas 
proximais de úmero é 
uma opção cirúrgica 
comum 
 
HEMIARTROPLASTIA PARA O 
TRATAMENTO DE FRATURAS 
PROXIMAIS DE ÚMERO 
 A reabilitação pós-cirúrgica consiste no uso 
de tipoia com coxim de abdução para 
limitar a tensão especialmente sobre o 
tubérculo maior e para manter alguma 
rotação externa 
Artroplastia Total 
 Indicada para tratar doenças 
degenerativas da articulação 
glenoumeral, especialmente 
osteoartrose e artrite 
reumatoide. 
Prótese Reversa 
Na década de 1970, foram criados desenhos de prótese 
glenoumeral em que se invertia a anatomia, sendo o componente 
umeral em soquete e o glenoidal em forma de bola, dando 
origem às próteses reversas. 
Prótese Reversa 
 Propiciaram alongamento do úmero e retensionamento do 
músculo deltoide, aumentando sua força e função, além de 
diminuir o torque mecânico na interface entre os componentes 
protéticos e a superfície óssea, reduzindo riscos de soltura. 
Prótese Reversa 
Sizinio 5ed 
Procedimentos (Modelos, materiais e fixac ̧a ̃o dos implantes) 
 
 
 Os modelos das substituições totais de ombro atuais, compostos de um 
componente glenoidal de polietileno de alta densidade (em geral totalmente 
plástico) e um componente umeral modular feito de um metal inerte. 
 
 
 A exceção é a artroplastia total reversa de ombro, cujo design inverte a 
localização da bola-e-soquete do ombro original. 
 
 
 A fixação cimentada é mais frequentemente necessária em pacientes com 
osteoporose. 
 
 
 
Sobrevida da Prótese 
 Na prótese total anatômica, a sobrevida acumulada da prótese 
em 10 anos chega a 0,94 (máximo de 1) (Fox et al.). 
 
 Em uma avaliação de 2340 artroplastias totais anatômicas, o 
estudo de Rasmussen et al. demonstrou uma taxa de revisão 
por soltura da prótese da glenóide de 0,5% e uma taxa de 
infecção de 1%. 
 
 Outro estudo (Bohsali et al.) demonstra que a taxa de algum 
tipo de complicação pode chegar a 10,3%, incluindo soltura 
e desgaste da prótese, problemas com os tendões do 
manguito rotador, além de problemas clínicos ou funcionais 
após a cirurgia. 
 
 
 
 
 Em geral, depende da etiologia e da gravidade da 
deterioração articular e da condição dos tecidos moles 
periarticulares, particularmente do mecanismo do 
manguito rotador. 
 
 
 
 
Escolha do procedimento 
Procedimentos operatórios 
 
Vídeos 
1- Artroplastia total: 
https://www.youtube.com/watch?v=U3u424lVvXA 
https://www.youtube.com/watch?v=75HiT9rG_U4 
https://www.youtube.com/watch?v=B_LrSxbUTgg 
2- Artroplastia reversa: 
https://www.youtube.com/watch?v=3WL2Ai55zeM 
3- Artroplastia parcial: 
https://www.youtube.com/watch?v=SqG-U27V91A 
4- Artroplastia com fixação óssea e manguito: 
https://www.youtube.com/watch?v=v8VGa_dMfgQ 
 
https://www.youtube.com/watch?v=U3u424lVvXA
https://www.youtube.com/watch?v=75HiT9rG_U4
https://www.youtube.com/watch?v=B_LrSxbUTgg
https://www.youtube.com/watch?v=3WL2Ai55zeM
https://www.youtube.com/watch?v=SqG-U27V91A
https://www.youtube.com/watch?v=SqG-U27V91A
https://www.youtube.com/watch?v=SqG-U27V91A
https://www.youtube.com/watch?v=v8VGa_dMfgQ
 
Protocolo de tratamento 
 
Fases da reabilitação e imobilização 
 
Exercícios para ADM 
 
Exercícios resistidos 
 
Atividades de vida diária (AVD) 
 
 
 Unlike TSA which is critically dependent on the function of the 
subscapularis, post-operative subscapularis integrity is not as 
critical to successful outcomes post RTSA. 
 This lesser need for protection of healing tissues post RTSA has 
been used as a justification for a faster, more aggressive 
rehabilitation protocol. 
 However, the complication rate post RTSA is significantly higher 
than for TSA, including dislocation and acromial stress fracture, 
which may create a rationale for a slower rehabilitation approach. 
 There is therefore substantial disagreement about RTSA 
rehabilitation guidelines.37 
 10 manuscripts reported on rehabilitation post TSA with 9 
delineating rehabilitation strategies by phases of recovery. 
 5 papers include 3 rehabilitation phases (Time frame: 10+ 
weeks to 3+ months), 
 4 papers include 4 rehabilitation phases (Time frame: 12+ 
weeks to 6 months) 
 1 paper reported rehabilitation for different shoulder 
pathologies without delineation of phases of recovery 
 Seven of 10 studies utilized a shoulder sling for a duration 
ranging from 2 to 8 weeks post-surgery 
 Three studies allowed resisted exercise in the first 3 weeks, 
with 2 of 3 initiating deltoid isometrics and 1 aquatic 
exercise. 
 Seven of 10 studies progress to full shoulder ROM by week 8 
 Only 1 study did not recommend shoulder strengthening by 
the second rehabilitation phase, with the other 9 studies, 
including deltoid isometrics, 3 starting closed chain exercises 
at 4-6 week and 2 specifically beginning scapular 
strengthening exercises in that phase. 
Resumo Reabilitação 
 Movimentos ativos de mão e punho são recomendados precocemente, 
seguido do cotovelo 
 Aproximadamente quatro semanas com movimentos passivos suaves e 
exercícios isométricos. 
 Com seis semanas, são iniciados movimentos ativos assistidos e, com 
12 semanas, fortalecimento. 
 Os pacientes devem ser informados de que a recuperação máxima 
ocorrerá entre seis e 12 meses. 
 A maioria das séries apresentadas na literatura conclui que elevação 
próxima a 100 graus pode ser considerada um bom resultado quando 
do tratamento artroplástico das fraturas proximais do úmero 
FIM

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