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Aula1 - Gerenciamento de Risco em Saúde ISO 31000 2018 - Abril de 2020

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Auditoria E sistema de certificação da qualidade em instituições de saúde 
Aula 1 – ISO 31.000 REVISÃO DE 2018
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Norma ABNT ISO 31.000 REVISÃO DE 2018
A ISO é um conjunto de ações preventivas, para garantir e padronizar um serviço ou um produto. 
Para uma empresa receber qualquer certificado da ISO, ela deve passar por uma avaliação com diversas fases, para garantir que a implementação dos processos seja feita corretamente.
No Brasil, a ISO é representada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Norma ABNT ISO 31.000 REVISÃO DE 2018
A ISO 31.000 trata sobre o GERENCIAMENTO DE RISCO de forma genérica, aplicada em todas as empresas. 
A ISO 31.000 mais atual é a versão de 2018. 
Gerenciar riscos é iterativo e auxilia as organizações no estabelecimento de estratégias, no alcance de objetivos e na tomada de decisões fundamentadas.
Gerenciar riscos é parte da governança e liderança. Isto contribui para a melhoria dos sistemas de gestão.
Gerenciar riscos considera os contextos externo e interno da organização, incluindo o comportamento humano e os fatores culturais
Norma ABNT ISO 31.000 REVISÃO DE 2018
Gerenciar riscos baseia-se nos princípios, 
estrutura e processos.
Gestão de risco: o que significa
A gestão do risco pode ser definida como o processo sistemático de identificar, avaliar e tratar o risco potencial e o risco real. 
A gestão de risco precisa expressar também as medidas que devem ser utilizadas para a redução da frequência e gravidade dos incidentes inesperados, refletindo na redução das ações judiciais, além de promover a fiabilidade/confiabilidade dos pacientes (WHO 2010)
Os hospitais necessitam de se aproximar de um nível de risco aceitável, de forma a oferecer maior segurança aos pacientes, profissionais de saúde e público em geral.
QUEDA DO PACIENTE
Riscos em níveis aceitáveis x Objetivos da gestão de risco
A fim de manter os riscos numa zona de aceitabilidade, os hospitais, por meio da gestão de riscos, devem ter como objetivos:
A identificação, 
A análise, 
A avaliação 
Monitorização contínua dos riscos, 
Criar mecanismos para minimizar os riscos 
Primeiros passos: identificando e avaliando os riscos
O passo inicial para a gestão de riscos consiste na definição e identificação dos riscos aceitáveis num estabelecimento de saúde. 
Após terem feito uma lista de todos os riscos, os técnicos devem realizar análise e avaliação dos riscos (aceitável, tolerável e inaceitável) 
Na fase de avaliação dos riscos, são determinados os riscos prioritários (os que mais assustam o hospital)
Esse processo deve ser cíclico e permanente.
Incidente
Comitê de segurança 
Equipe multidisciplinar, vinculado à alta direção, com regimento próprio• 
Funções: 
– Desenvolver cultura de segurança; 
– Elaborar políticas de segurança;
– Estabelecer diretrizes para o Sistema de Gerenciamento de Ocorrências;
– Determinar prioridades para ações de segurança;
– Analisar resultados do Sistema de Gerenciamento de Ocorrências;
– Analisar os eventos sentinela;
– Integrar ações de segurança desenvolvidas nas diversas áreas da instituição.
Membros do comitê de segurança 
Membros Permanentes:
–Diretoria Técnica Hospitalar
–Práticas Médicas
–Relacionamento Médico
–Qualidade
–Enfermagem
–Farmácia
–Segurança Assistencial
–Segurança e Saúde no Trabalho, –CCIH, –Segurança Ambiental , Engenharia Hospitalar e Governança, –Jurídico, –SAC, –Comissão de Óbito, –Ti–Gerência de Pacientes Críticos
Sistema de gerenciamento de eventos adversos = dano ao paciente
Análise de evento: RCA (Análise de Causa Raiz)
Metodologia sistematizada, retrospectiva, que identifica causas e fatores contribuintes de um evento e planeja estratégias para melhorar o processo evitar recorrência 
Responde: 
O que aconteceu?
Por que aconteceu?
O que pode ser feito para evitar recorrência (e diminuir o dano)
Ferramentas: 5 porquês, 5W2H, Ishikawa
Ação corretiva: PDCA
Os 5 por quês
Queda do paciente
Paciente caiu
Foi tomar banho só
Não tinha acompanhante 
Campainha não funcionou
Falta de manutenção
CONSERTAR A CAMPAINHA
1 DIA
Ferramenta 5W2H
Diagrama de Ishikawa
Ferramenta de gerenciamento de risco 
Processo: FMEA: Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modo e efeito de falha)
Ferramenta proativa: 
identifica e previne o problema antes dele acontecer. 
Como é o processo? - defina as fases do processo
O que pode dar errado? - para cada fase do processo, identifique as falhas potenciais
O que acontece se der errado? – defina a consequência da falha
O que fazer para não dar errado? – defina ações preventivas (barreiras)
Exemplo de Ficha de avaliação de risco do paciente
QUEDAS
FLEBITE
PSÍQUICO
SOCIAL
LESÃO POR PRESSÃO 
Avaliação do risco
Medidas de prevenção de queda
Roteiro para avaliação de risco - FMEA
Definir o processo a ser avaliado•
Definir equipe multidisciplinar para a análise de risco (gestor da área, coordenador de qualidade coordenador de segurança assistencial). 
Todas as categorias envolvidas em cada fase do processo devem participar da análise.
Determinar as fases do processo (fluxograma)
Para cada fase do processo, identificar todas as possíveis falhas (o que pode dar errado) e suas causas.
FMEA NA IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE
CONTROLAR
Inclui medir o desempenho e comparar com padrões pré-definidos. Também detecta e corrige desvios. Basicamente, é manter a organização no rumo certo, de acordo com o que foi estabelecido. 
Existem vários instrumentos para auxiliar no controle: indicadores financeiros, sistemas de informação gerencial, auditoria, benchmarking, ciclo PDCA (ciclo de Deming ou ciclo de Shewhart)