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QUESTÃO 1 e 2

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QUESTÃO 1
A digitalização, conversão de documentos para código digital, de acordo com a Lei nº 12.682, de 9 de julho de 2012, visa a reprodução de documentos públicos ou privados, com o objetivo de proteger o material para ser consultado quando necessário, compreendendo assim, que esse procedimento deve oferecer a forma fiel de imagem, mantendo a integridade e autenticidade do material a ser reproduzido. Esse acervo digital deverá ser protegido de possíveis alterações ou até mesmo de serem destruídos pelos usuários.
Esse processo apresenta cinco etapas, sendo elas, preparação, captura da imagem, conferência, indexação e finalização. 
O primeiro passo é a preparação do material, removendo grampos, clipes e espiral, a coleta dos documentos a serem digitalizados, sendo conferido e organizado, de maneira a facilitar para o usuário, analisando todo o material, com o intuito de excluir o que não estiver em boas condições, preocupando com a qualidade do material a ser digitalizado.
A segunda etapa é a captura da imagem, digitalizando o documento, que consiste em scanneá-los individualmente, seguido pela terceira faze que é a conferência da imagem, ou seja, regular a nitidez, contraste e remover todas as imperfeições.
 A indexação, é o momento de organizar os documentos em pastas dentro do computador, de modo a facilitar a sua procura quando necessário, seja por nomes, datas, títulos, códigos, dentre outras maneiras, salvando-os em PDF/A, armazenar em sistemas. 
E a quinta etapa é a finalização, hora de disponibilizar os documentos, seja através de software gerenciador de documentos eletrônicos, pendrives, cds, dvds e outras mídias digitais.
Compreendendo que os documentos públicos originais deverão ser preservados de maneira a atender a legislação que norteia esse tipo de acervo.
QUESTÃO 2
A microfilmagem é uma maneira de preservação de documentos através de um processo fotográfico, criando um acervo documental através de filmes.
Esse método é resguardado pela Lei nº5.433, de 8 de maio de 1968, permitindo que o microfilme substitua o documento original, consentindo o descarte ou reciclagem do material original, sendo que outras formas de compactação não permite.
Um dos seus benefícios é o fato de ser mais duradouro que o papel, por isso é utilizado com mais frequência, garantindo a segurança da informação, ficando gravadas e preservadas de forma permanente e enviados para o microfilme.
Conseguindo alcançar uma grande produtividade a baixo custo e de boa qualidade, além de executar diversas funções como a captura da imagem do documento e a sua indexação automática online, por meio da leitura de códigos de barras.
Essa forma de registro documental traz consigo uma gama de benefícios como, a diminuição do espaço físico para armazenar os documentos, o aumento de sua vida útil, garantindo segurança dos dados, facilita o acesso aos arquivos, evitando a deterioração do material e sua perda, dificultando a sua falsificação, além dessas imagens serem disponibilizadas com um padrão de alta qualidade e por serem fácil de utilizar.
Portanto, a microfilmagem de um documento é um método aceito judicialmente, presente em universidades, escritórios do governo, museus, bibliotecas, entre outros, essa tecnologia visa o aprimoramento e a gestão interna de documentos, com acesso rápido a baixo custo.

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