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Triagem Neonatal - N2

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↪ Identificação de problemas em recém-nascidos e lactentes em tempo oportuno, para intervenção adequada. 
↪ Garantia de tratamento e acompanhamento continuo do SUS. 
↪ Redução da morbimortalidade e melhoria na qualidade de vida da criança acometida pelo agravo. 
↪ Quanto mais cedo a intervenção melhor o prognostico. 
 
↪ Foi criado em 2001, com uma cobertura de 83% dos nascidos vivos em território brasileiro na rede pública. O % de 
RN triados positivos pelo teste do pezinho foi de 0,12%. 
↪ Primeira estratégia adotada: Teste do pezinho 
↪ Atenção básica como porta de entrada preferencial, trabalhando em rede de atenção à saúde com a média e alta 
complexidade. Se positivo vai ter a rede pra tende-lo. 
 Primeira semana de saúde integral --- 5ª dia de saúde integral. A primeira semana de saúde 
integral visa o 5 dia que é o dia preferencial para realizar o teste do pezinho. Mas pode ser feito do 3-5 dia de 
vida. Até o 28 dia de vida pode ser realizado o teste do pezinho na UBS. 
↪ O acesso a triagem neonatal aos recém-nascidos de todas populações e todas as suas características 
↪ Programa Nacional de Triagem Neonatal tem o rastreamento populacional com objetivo geral de identificar distúrbios 
e doenças no RN. 
↪ MISSÃO: Promover, implantar e implementar a triagem neonatal do âmbito do SUS, visando ao acesso universal, 
integral e equânime, com foco na prevenção, na intervenção precoce e no acompanhamento permanente das pessoas. 
 
TRIAGENS NEONATAIS UNIVERSAIS
TRIAGEM 
BIOLOGICA 
NEONATAL
TRIAGEM AUDITIVA 
NEONATAL
TRIAGEM OCULAR 
NEONATAL
TRIAGEM 
NEONATAL DE 
CARDIOPATIAS 
CRÍTICAS
↪ Triagem neonatal – rastreamento na população com idade de 0 a 28 dias de vida 
↪ A triagem neonatal a partir da matriz biológica – ‘’teste do pezinho’’ 
↪ Identificação precoce de indivíduos com doenças metabólicas, genéticas, enzimáticas e endocrinológicas. 
o Na atenção ao pré natal, cabe esclarecer e orientar a população e a gestante sobre como e onde realizar o 
teste do pezinho, de acordo com a rede, a importancia e o direito ao exame, e a necessidade dessa ser 
realizada até o 5º dia de vida do bebe; 
↪ No momento da realizacao do teste do pezinho a equipe deverá atender integralmente a criança e a mulher. 
TRIAGEM NEONATAL → BUSCA ATIVA → CONFIRMAÇÃO DIANGÓSTICA → ACOMPANHAMENTO 
MULTIDISCIPLINAR ESPECIALIZADO → TRATAMENTO. 
↪ Os níveis de atenção estão articulados entre si, de forma a garantir a integralidade do cuidado e o acesso regulado a 
cada ponto de atenção e/ou aos serviços de apoio, observadas as especificidades inerentes e indispensáveis à garantia 
da equidade na atenção às pessoas com diagnóstico positivo na triagem neonatal. 
 
↪ Esses problemas são identificados no teste do pezinho. O risco do hipotireoidismo congênito é o retardo mental. A 
fenilcetonuria pode evoluir com doença hepática e neurológica. 
↪ O teste do pezinho é coletado pelo técnico de enfermagem e essa amostra vai pro teste de laboratório 
especializado. A criança fica no colo do acompanhante e aumenta o fluxo pra região do pé e dá um furo no pé e 
preenche nos 5 pontos do cartão. 
↪ Recomenda-se que o período ideal de coleta da primeira amostra 
esteja compreendido entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê devido 
às especificidades das doenças diagnosticadas atualmente. 
↪ Deve ser considerada como uma condição de exceção toda 
coleta realizada após o 28º dia de vida, mesmo que não 
recomendada, por se tratar de um exame fora do período neonatal. 
↪ Crianças que não tenham realizado o “teste do pezinho” no 
período neonatal, devem ser avaliadas pelo serviço médico, para orientação e investigação diagnóstica específica, se 
necessário. 
 
↪ A escolha do local adequado para a punção é importante, devendo ser numa 
das laterais da região plantar do calcanhar, local com pouca possibilidade de atingir 
o osso. Segure o pé e o tornozelo da criança, envolvendo com o dedo indicador e 
o polegar todo o calcanhar, de forma a imobilizar, mas não prender a circulação. A 
punção só deverá ser realizada após a assepsia e secagem completa do álcool. 
 
↪ 1-6:1000 nascidos vivos, com incidência maior do que as doenças detectadas pela Triagem Neonatal 
↪ Consiste em realização de teste-reteste e confirmação diagnóstica 
↪ No caso de deficiência auditiva permanente, o diagnostico funcional e a intervenção iniciados antes dos seis meses de 
vida da criança possibilitam melhores resultados para 
o desenvolvimento. 
↪ A Triagem Auditiva Neonatal (TAN) tem por 
finalidade a identificação o mais precocemente 
possível da deficiência auditiva nos neonatos e 
lactentes. Consiste no teste e reteste, com medidas 
fisiológicas e eletrofisiológicas da audição, com o 
objetivo de encaminhá-los para diagnóstico dessa 
deficiência, e intervenções adequadas à criança e 
sua família. 
↪ A TAN deve ser realizada, preferencialmente, 
nos primeiros dias de vida (24h a 48h) na 
maternidade, e, no máximo, durante o primeiro 
mês de vida, a não ser em casos quando a saúde 
da criança não permita a realização dos exames. 
OUTRAS TRIAGENS NO RN
TRIAGEM AUDITIVA 
NEONATAL
TRIAGEM OCULAR 
NEONATAL
TRIAGEM 
NEONATAL DE 
CARDIOPATIAS 
CRÍTICAS
 
↪ Indicadores de risco para a deficiência auditiva (Irda) 
↪ O exame de Emissões Otoacústicas Evocadas (EOAE) 
↪ O Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico 
 (Peate- Automático ou em modo triagem). 
 
 
↪ Riscos para deficiência auditiva: histórico familiar, prematuros, doenças congênitas, crianças expostas a 
antibióticos, crianças sindrômicas. Essas são indicações de risco, se tiver risco vai pro exame especifico. 
↪ Realizado através do teste do reflexo 
vermelho ocular 
↪ Córnea até o segmento posterior 
↪ Se alterado deve-se encaminhar o paciente 
para confirmação diagnostica com especialista. 
↪ Busca identificar o retinoblastoma e outras 
doenças como a catarata congênita e o 
glaucoma congênito 
↪ Fatores hereditários: catarata, 
retinoblastoma, glaucoma e outros problemas 
oculares familiares. 
 
 
↪ Refaz os testes do olhinho, orelhinha, coraçãozinho 
↪ O teste do reflexo vermelho é uma ferramenta de rastreamento de alterações que causam perda da transparência 
dos meios oculares, tais como catarata (alteração da transparência do cristalino), glaucoma (pode causar 
consequentemente alteração da transparência da córnea), toxoplasmose (alteração da transparência do vítreo pela 
inflamação), retinoblastoma (alteração da coloração da retina pelo tumor intraocular), descolamentos de retina tardios. 
Vale ressaltar que o TRV não é a forma adequada de identificação precoce dos descolamentos de retina. 
↪ O TRV deve ser realizado utilizando um oftalmoscópio direto, a 30 cm do olho do paciente, em sala escurecida. 
Quando o foco de luz do oftalmoscópio estiver diretamente alinhado à pupila da criança, esse refletirá um brilho de cor 
laranja–avermelhado. Quando ha ́ opacidades de meios (doença ocular), não e ́ possível observar o reflexo, ou sua 
qualidade é ruim. Deve-se fazer um olho de cada vez, comparando os reflexos de ambos os olhos. Não há necessidade 
de colírios para dilatar ou anestesiar os olhos. Em caso de reflexo ausente, assimétrico (um olho diferente do outro), 
alterado ou suspeito, o paciente deve ser encaminhado ao serviço de oftalmologia com urgência 
 
↪ 1-2/1000 nascidos vivos apresentam cardiopatia congênita critica 
↪ TRIAGEM: Teste de 
oximetria de pulso para RN 
saudáveis com IG>34 
semanas 
↪ Método Diagnóstico: 
Ecocardiograma com Doppler 
fetal/pós-natal. 
↪ Tetralogia de falo, 
transposição de grandes 
artérias, etc... tem que ser após 
24 h de nascimento 
 
 
 
↪ Lembrar que: Todos os resultados das triagens neonatais – biológica, auditiva, ocular, cardíaca, devem estar ou ser 
anotadas na caderneta da criança. 
↪ Na na ubs vai ser coletado no 5 dia o teste do pezinho. Os que devem ser repetidos na puericultura