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1 Sanndy Emannuelly – 3º Período 
Tutorial 10 
OBJETIVO 1: COMPREENDER A HISTOLOGIA DO TECIDO CARTILAGINOSO 
Junqueira 
- O tecido cartilaginoso é uma forma especializada de tecido conjuntivo de consistência rígida. 
- Desempenha a função de suporte de tecidos moles, reveste superfícies articulares, em que absorve choques, e facilita o 
deslizamento dos ossos nas articulações. 
- A cartilagem é essencial para a formação e o crescimento dos ossos longos, na vida intrauterina e depois do nascimento. 
- Como os demais tipos de conjuntivo, o tecido cartilaginoso contém células, os condrócitos, e abundante material extracelular, 
que constitui a matriz. As cavidades da matriz, ocupadas pelos condrócitos, são chamadas lacunas. Uma lacuna pode conter um 
ou mais condrócitos. 
- As funções do tecido cartilaginoso dependem principalmente da estrutura da matriz, que é constituída por colágeno ou colágeno 
mais elastina, em associação com macromoléculas de proteoglicanos (proteínas + glicosaminoglicanos), ácido hialurônico e 
diversas glicoproteínas. 
- Como o colágeno e a elastina são flexíveis, a consistência firme das cartilagens se deve, principalmente, às ligações eletrostáticas 
entre os glicosaminoglicanos sulfatados e o colágeno, e à grande quantidade de moléculas de água presas a esses 
glicosaminoglicanos (água de solvatação), o que confere turgidez à matriz. 
- O tecido cartilaginoso não contém vasos sanguíneos, sendo nutrido pelos capilares do conjuntivo envolvente (pericôndrio). As 
cartilagens que revestem a superfície dos ossos nas articulações móveis não têm pericôndrio e recebem nutrientes do líquido 
sinovial das cavidades articulares. Porém em alguns casos, vasos sanguíneos atravessam as cartilagens, indo nutrir outros tecidos. 
Obs: O tecido cartilaginoso é também desprovido de vasos linfáticos e de nervos. 
- Conforme as diversas necessidades funcionais do organismo, as cartilagens se diferenciam em três tipos: 
 Cartilagem hialina, que é a mais comum e cuja matriz contém delicadas fibrilas constituídas principalmente de colágeno tipo II; 
 Cartilagem elástica, que contém poucas fibrilas de colágeno tipo II e abundantes fibras elásticas; 
 Cartilagem fibrosa, que apresenta matriz constituída preponderantemente por fibras de colágeno tipo I. 
- As cartilagens (exceto as articulares e a cartilagem fibrosa) são envolvidas por uma bainha conjuntiva que recebe o nome de 
pericôndrio, o qual continua gradualmente com a cartilagem por uma face e com o conjuntivo adjacente pela outra. O pericôndrio 
contém nervos, vasos sanguíneos e linfáticos. 
 Cartilagem hialina 
- É o tipo mais frequentemente encontrado no corpo humano. A fresco, a cartilagem hialina é branco-azulada e translúcida. 
- Forma o primeiro esqueleto do embrião, que posteriormente é substituído por um esqueleto ósseo. Entre a diáfise e a epífise 
dos ossos longos em crescimento observa-se o disco epifisário, de cartilagem hialina, que é responsável pelo crescimento do osso 
em extensão. 
- No adulto, a cartilagem hialina é encontrada principalmente na parede das fossas nasais, traqueia e brônquios, na extremidade 
ventral das costelas e recobrindo as superfícies articulares dos ossos longos (articulações com grande mobilidade). 
 
2 Sanndy Emannuelly – 3º Período 
 
 Matriz 
- A cartilagem hialina é formada, em 40% do seu peso seco, por fibrilas de colágeno tipo II associadas a ácido hialurônico, 
proteoglicanos muito hidratados e glicoproteínas. 
- Componente importante da matriz da cartilagem hialina é a glicoproteína estrutural condronectina, uma macromolécula com 
sítios de ligação para condrócitos, fibrilas colágenas tipo II e glicosaminoglicanos. Assim, a condronectina participa da associação 
do arcabouço macromolecular da matriz com os condrócitos. 
- Em torno dos condrócitos existem zonas estreitas, ricas em proteoglicanos e pobres em colágeno. Essas zonas mostram basofilia, 
metacromasia e reação PAS mais intensas do que o resto da matriz, sendo inapropriadamente chamadas de cápsulas, porque 
inicialmente se acreditava que constituíssem uma parede envolvendo as células. - A basofilia da matriz da cartilagem se deve à 
existência dos glicosaminoglicanos que contêm radicais sulfato. 
 Pericôndrio 
- Todas as cartilagens hialinas, exceto as cartilagens articulares, são envolvidas por uma camada de tecido conjuntivo, denso na 
sua maior parte, denominado pericôndrio. 
- Além de ser uma fonte de novos condrócitos para o crescimento, o pericôndrio é responsável pela nutrição, oxigenação e 
eliminação dos refugos metabólicos da cartilagem, porque nele estão localizados vasos sanguíneos e linfáticos, inexistentes no 
tecido cartilaginoso. 
- O pericôndrio é formado por tecido conjuntivo muito rico em fibras de colágeno tipo 1 na parte mais superficial, porém 
gradativamente mais rico em células à medida que se aproxima da cartilagem. 
- Morfologicamente, as células do pericôndrio são semelhantes aos fibroblastos, porém as situadas mais profundamente, isto é, 
próximo à cartilagem, podem facilmente multiplicar-se por mitoses e originar condrócitos, caracterizando -se assim, 
funcionalmente, como condroblastos. 
 Condrócitos 
- Na periferia da cartilagem hialina, os condrócitos apresentam forma alongada, com o eixo maior paralelo à superfície. Mais 
profundamente, são arredondados e aparecem em grupos de até oito células, chamados grupos isógenos, porque suas células são 
originadas de um único condroblasto. 
- As células e a matriz cartilaginosa sofrem retração durante o processo histológico, o que explica a forma estrelada dos 
condrócitos e seu afastamento da cápsula. 
- A superfície dos condrócitos parece regular ao microscópio óptico, porém o eletrônico mostra reentrâncias e saliências maiores 
e mais frequentes nos condrócitos jovens. Essa disposição aumenta a superfície dos condrócitos, facilitando as trocas com o meio 
extracelular, o que é importante para a nutrição dessas células, tão afastadas da corrente sanguínea. 
 
3 Sanndy Emannuelly – 3º Período 
- Os condrócitos são células secretoras de colágeno, principalmente do tipo 2, proteoglicanos e glicoproteínas, como a 
condronectina. 
- Uma vez que as cartilagens são desprovidas de capilares sanguíneos, a oxigenação dos condrócitos é deficiente, vivendo essas 
células sob baixas tensões de oxigênio. 
- A cartilagem hialina degrada a glicose principalmente por mecanismo anaeróbio, com formação de ácido láctico como produto 
final. Os nutrientes transportados pelo sangue atravessam o pericôndrio, penetram a matriz da cartilagem e alcançam os 
condrócitos mais profundos. - Os mecanismos dessa movimentação de moléculas são principalmente a difusão através da água 
de solvatação das macromoléculas e o bombeamento promovido pelas forças de compressão e descompressão exercidas sobre 
as cartilagens. 
- A falta de capilares sanguíneos limita a espessura máxima das cartilagens. 
 Histogênese 
- No embrião, os esboços das cartilagens surgem no mesênquima. A primeira modificação observada consiste no arredondamento 
das células mesenquimatosas, que retraem seus prolongamentos e, multiplicando -se rapidamente, formam aglomerados. As 
células assim formadas têm citoplasma muito basófilo e recebem o nome de condroblastos. 
- Em segui da, inicia-se a síntese da matriz, o que afasta os condroblastos uns dos outros. A diferenciação das cartilagens ocorre 
do centro para a periferia, de modo que as células mais centrais já apresentam as características de condrócitos, enquanto as mais 
periféricas ainda são condroblastos típicos. 
- O mesênquima superficial forma o pericôndrio. 
 
 Crescimento 
- O crescimento da cartilagem deve -se a dois processos: o crescimento intersticial , por divisão mitótica dos condrócitos 
preexistentes; e o crescimento aposicional, que se faz a partir das células do pericôndrio. 
- Nos dois casos, os novos condrócitos formadoslogo produzem fibrilas colágenas, proteoglicanos e glicoproteínas, de modo que 
o crescimento real é muito maior do que o produzido pelo aumento do número de células. 
- O crescimento intersticial é menos importante e quase só ocorre nas primeiras fases da vida da cartilagem. A medida que a 
matriz se torna cada vez mais rígida, o crescimento intersticial deixa de ser viável e a cartilagem passa a crescer somente por 
aposição. - Células da parte profunda do pericôndrio multiplicam-se e diferenciam-se em condrócitos, que são adicionados à 
cartilagem. A parte superficial das cartilagens em crescimento mostra transições entre as células do pericôndrio e os condrócitos. 
 Cartilagem elástica 
- É encontrada no pavilhão auditivo, no conduto auditivo externo, na tuba auditiva, na epiglote e na cartilagem cuneiforme da 
laringe. 
- Basicamente, é semelhante à cartilagem hialina, porém inclui, além das fibrilas de colágeno (principalmente do tipo II), uma 
abundante rede de fibras elásticas, contínuas com as do pericôndrio. - A elastina confere a esse tipo de cartilagem uma cor 
amarelada, quando examinada a fresco. 
 
4 Sanndy Emannuelly – 3º Período 
- Como a cartilagem hialina, a elástica apresenta pericôndrio e cresce principalmente por aposição. A cartilagem elástica é menos 
sujeita a processos degenerativos do que a hialina. 
 
 Cartilagem fibrosa 
- É um tecido com características intermediárias entre o conjuntivo denso e a cartilagem hialina, encontrado nos discos 
intervertebrais, nos pontos em que alguns tendões e ligamentos se inserem nos ossos, e na sínfise pubiana. 
- A fibrocartilagem está sempre associada a conjuntivo denso, sendo imprecisos os limites entre os dois. Muito frequentemente, 
os condrócitos formam fileiras alongadas. 
- A matriz da fibrocartilagem é acidófila por conter grande quantidade de fibras colágenas. A substância fundamental (ácido 
hialurônico, proteoglicanos e glicoproteínas) é escassa e limitada à proximidade das lacunas que contêm os condrócitos, região 
em que forma cápsulas basófilas, metacromáticas e PAS-positivas. 
- Na cartilagem fibrosa, as numerosas fibras colágenas (tipo I) constituem feixes que seguem uma orientação aparentemente 
irregular entre os condrócitos ou um arranjo paralelo ao longo dos condrócitos em fileiras. 
- Na fibrocartilagem não existe pericôndrio. 
 
OBJETIVO 2: DESCREVER A ANATOMIA DOS MEMBROS INFERIORES. 
- Cada membro inferior apresenta 30 ossos em quatro locais diferentes – (1) o fêmur na coxa; (2) a patela; (3) a tíbia e fíbula na 
perna; (4) os 7 ossos tarsais no tornozelo, os 5 ossos metatarsais no metatarso e as 14 falanges (ossos dos dedos) no pé. 
 Fêmur 
- O fêmur é o mais longo, mais pesado e mais forte osso do corpo (Figura 8.11). Sua extremidade proximal se articula com o 
acetábulo do osso do quadril. Sua extremidade distal se articula com a tíbia e a patela. 
 
5 Sanndy Emannuelly – 3º Período 
- O corpo (diáfise) do fêmur faz uma angulação medial e, em consequência disso, as articulações do joelho são mais próximas da 
linha média do que as articulações do quadril. Esse ângulo da diáfise femoral (ângulo de convergência) é maior nas mulheres 
porque a pelve feminina é mais larga. 
- A extremidade proximal do fêmur consiste em uma cabeça arredondada que se articula com o acetábulo do osso do quadril, 
formando a articulação do quadril. A cabeça contém uma pequena depressão central chamada fóvea da cabeça do fêmur. O 
ligamento da cabeça do fêmur liga a fóvea da cabeça do fêmur ao acetábulo do osso do quadril. 
- O colo do fêmur é uma região estreitada distal à cabeça. O trocanter maior e o trocanter menor são projeções da junção do colo 
com a diáfise que servem de pontos de inserção para os tendões de alguns músculos da coxa e das nádegas. 
- O trocanter maior é a proeminência palpável e visível anteriormente à concavidade lateral do quadril e é um referencial 
comumente usado para localizar a área de injeções intramusculares na face lateral da coxa. O trocanter menor é inferior e medial 
ao trocanter maior. Entre as faces anteriores dos trocanteres, encontramos uma linha intertrocantérica estreita. Uma crista 
chamada crista intertrocantérica aparece entre as faces posteriores dos trocanteres. 
- Inferiormente à crista intertrocantérica, na face posterior do corpo do fêmur, existe uma elevação vertical chamada tuberosidade 
glútea, que se funde com outra elevação vertical chamada linha áspera. Ambas as elevações atuam como pontos de inserção para 
os tendões de vários músculos da coxa. 
 - A extremidade distal expandida do fêmur engloba o côndilo medial e o côndilo lateral. Esses côndilos se articulam com os 
côndilos medial e lateral da tíbia. O epicôndilo medial e o epicôndilo lateral se encontram superiormente aos côndilos, e servem 
para a fixação de ligamentos da articulação do joelho. 
- Uma área deprimida entre os côndilos na face posterior é chamada fossa intercondilar. A face patelar se encontra localizada 
entre os côndilos na face anterior. 
- Logo acima do epicôndilo medial está o tubérculo do adutor, uma projeção rugosa que é local de inserção do músculo adutor 
magno. 
 Patela 
- A patela é um pequeno osso triangular localizado anteriormente na articulação do joelho. A larga extremidade proximal desse 
osso sesamoide incrustado no tendão do músculo quadríceps femoral é chamada de base; a extremidade pontiaguda distal é 
chamada de ápice. 
- A face articular posterior contém duas faces, uma para o côndilo medial e a outra para o côndilo lateral do fêmur. O ligamento 
da patela fixa a patela à tuberosidade da tíbia. 
- A junção patelofemoral, entre a face posterior da patela e a face patelar do fêmur, é o componente intermediário da articulação 
do joelho. A patela aumenta o efeito de alavanca do tendão do músculo quadríceps femoral, mantém a posição do tendão quando 
o joelho flexiona e protege a articulação do joelho. 
 Tíbia 
- É o maior e mais medial osso da perna, além de ser o osso de sustentação do peso. A tíbia se articula em sua extremidade 
proximal com o fêmur e a fíbula e em sua extremidade distal com a fíbula e o tálus do tornozelo. A tíbia e a fíbula, assim como a 
ulna e o rádio, são unidas por uma membrana interóssea. 
- A extremidade proximal da tíbia é expandida em um côndilo lateral e um côndilo medial. Esses côndilos se articulam com os 
côndilos do fêmur para formar a articulação do joelho, lateral e medialmente. A face inferior do côndilo lateral se articula com a 
cabeça da fíbula. Os côndilos ligeiramente côncavos são separados por uma projeção superior chamada eminência intercondilar. 
- A tuberosidade da tíbia na face anterior é o ponto de inserção do ligamento da patela. Inferiormente, em continuidade com a 
tuberosidade da tíbia, há uma crista aguda que pode ser palpada abaixo da pele, conhecida como margem anterior (crista) ou, 
popularmente, canela. 
- A face medial da extremidade distal da tíbia forma o maléolo medial. Essa estrutura se articula com o tálus do tornozelo e forma 
a proeminência que pode ser palpada na face medial do tornozelo. 
- A incisura fibular se articula com a extremidade distal da fíbula para formar a sindesmose tibiofibular. De todos os ossos longos 
do corpo, a tíbia é a mais frequentemente fraturada e, também, o local mais constante de fratura aberta (composta ou exposta). 
 Fíbula 
 
6 Sanndy Emannuelly – 3º Período 
- A fíbula é paralela e lateral à tíbia, porém é consideravelmente menor. Diferentemente da tíbia, a fíbula não se articula com o 
fêmur, porém ajuda a estabilizar a articulação do tornozelo. 
- A cabeça da fíbula, a extremidade proximal, se articula com a face inferior do côndilo lateral da tíbia abaixo do nível da articulação 
do joelho para formar a articulação tibiofibular. 
- A extremidade distal tem forma mais triangular e apresenta uma projeção chamada maléolo lateral que se articula com o tálus 
do tornozeloe forma a proeminência na face lateral do tornozelo. A fíbula também se articula com a tíbia na incisura fibular para 
formar a sindesmose tibiofibular. 
 Ossos tarsais, metatarsais e falanges 
- O tarso (tornozelo) é a região proximal do pé que consiste em 7 ossos tarsais (Figura 8.14), incluindo o tálus e o calcâneo, 
localizados na parte posterior do pé. O calcâneo é o maior e mais forte osso tarsal. Os ossos tarsais anteriores são o navicular, os 
3 cuneiformes, chamados cuneiformes lateral, intermédio e medial, e o cuboide. As articulações entre os ossos tarsais são 
chamadas articulações intertarsais. 
- O tálus, o osso tarsal mais superior, é o único osso do pé que se articula com a tíbia e com a fíbula. Ele se articula de um lado 
com o maléolo medial da tíbia e do outro lado com o maléolo lateral da fíbula. Essas articulações formam a articulação talocrural 
(tornozelo). Durante uma caminhada, o tálus transmite cerca da metade do peso do corpo para o calcâneo. O restante é 
transmitido para os outros ossos tarsais. 
- O metatarso, região intermediária do pé, consiste em cinco ossos metatarsais numerados de I a V, de medial para lateral. Assim 
como os metacarpais da palma da mão, cada metatarsal consiste em uma base proximal, uma diáfise intermediária e uma cabeça 
distal. 
- Os ossos metatarsais se articulam proximalmente com o primeiro, o segundo e o terceiro cuneiformes e com o cuboide para 
formar as articulações tarsometatarsais. Distalmente, eles se articulam com a fileira proximal de falanges para formar as 
articulações metatarsofalângicas. O primeiro metatarsal é mais espesso que os outros porque sustenta mais peso. 
- As falanges compreendem o componente distal do pé e são semelhantes às falanges das mãos, tanto em quantidade quanto em 
disposição. Os dedos são numerados de I a V, começando com o hálux, de medial para lateral. 
- Cada falange consiste em uma base proximal, uma diáfise intermediária e uma cabeça distal. O hálux apresenta duas grandes 
falanges chamadas falange proximal e falange distal. Os outros 4 dedos apresentam três falanges cada um – proximal, média e 
distal. 
- As falanges proximais de todos os dedos se articulam com os ossos metatarsais. As falanges médias dos dedos (II a V) se articulam 
com suas falanges distais, enquanto a falange proximal do hálux (I) se articula com sua falange distal. 
- As articulações entre as falanges do pé, assim como as das mãos, são chamadas de articulações interfalângicas.

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