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Exames Neurológicos

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D O primeiro exame é sempre a TC, já que a ressonância demora muito para sair o 
resultado. Num trauma, precisamos de um resultado rápido. 
D A desvantagem da radiografia é a impossibilidade de verificar partes moles, além de ser 
uma radiografia muito sobreposta. 
D O ultrassom é bem utilizado em neonatos e em fetos, a fim de visualizar má formações. 
No adulto, o US doppler é utilizado para confirmar a morte encefálica, na região do 
ptério (temporal) pois é uma região mais fina e o osso não atrapalha a visualização. 
D Na radiografia precisa retirar o metal pois é um artefato que pode esconder outra 
estrutura (sobreposição). 
OBS: Artefato → externo. 
Corpo estranho → interno. 
D Na tomografia utilizamos a radiação ionizante e por isso precisamos tomar cuidado pois 
a irradiação de cristalino pode causar catarata. Além disso, as células do cristalino são 
muito radiossensíveis e podem desenvolver uma neoplasia. Densidade Hounsfield → 
pulmão menor densidade, osso maior densidade. Esse termo só é utilizado na 
tomografia. Contraste de iodo e bário. 
UMA IMAGEM DE TOMO DEVE SER DIVIDIDA AO MEIO E COMPARADA O 
LADO DIREITO E ESQUERDO. ELES 
SÃO QUASE QUE SIMÉTRICOS. SE 
HOUVER DIFERENÇAS, SABEMOS QUE 
O PACIENTE POSSUI ALTERAÇÕES. 
Temos os cortes: Trasversal/axial, sagital, 
coronal. 
O planejamento do exame de sistema nervoso é o 
SCOUT. Temos a divisão supratentorial e 
infratentorial. 
D Na ressonância a gente não utiliza densidade mas sim 
com sinal. A técnica utiliza campo magnético e 
radiofrequência. Contraste de gadolíneo. Ponderações 
são os filtros de ressonância (T1, T2 e flair) e é o que 
pode aumentar o tempo de ressonância, pois para cada 
ponderação preciso ter o paciente comigo. 
Figura 1 Cortes 
Figura 2 Ponderação 
 
 
A ponderação flair é mais utilizada para cabeça. 
Aparece muito mais detalhado o parênquima. O 
Encéfalo aparece lindo. Flair ajuda a identificar outro 
tipo de tecido que não seja nervoso. A ideia do flair é 
fazer a identificação do tecido nervoso. 
T1 líquido aparece preto (hipossinal). 
T2 líquido aparece branco (hiperssinal). 
D Aplicações clínicas: 
M Procurar sempre desvio de linha média → pode indicar aumento da PIC e 
sangramento. 
M Investigação do AVE: Tomo é o 
primeiro método. Depois US de 
fluxo vascular das artérias e veias 
do pescoço. Para uma avaliação do 
AVEi agudo, pede-se uma 
ressonância para avaliar a difusão. 
M Um isquêmico aparece mais 
espalhado e mais escuro (o que 
mostra é o inchaço local), o 
hemorrágico aparece mais escuro e mais concentrado/delimitado, devido a ação 
plaquetária. 
OBS: Não se usa mais AVC e sim AVE. 
M Para estudar isquemia aguda fazemos uma angiotomografia. 
M Trauma fazemos TC, pois fazer raio x é perder tempo. 
M Meningiomas são mais periféricos e gliomas são mais centrais, com contorno em 
anel. 
Figura 3 Ponderação 
Figura 4 Irrigação