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   FLEXÃO DE JOELHO NA POSIÇÃO DV 
Alteração: Antiversão pélvica, tensão com objetivo de alongar o Reto femoral durante o
alongamento este gera uma tendência de antiversão, devendo ser contraposta ao
movimento de retroversão pélvica pela musculatura abdominal. Caso esse equilíbrio não
ocorra, à medida que o Reto Femoral é alongado ele tensiona a pelve e retroversão por
estar mais rígido, tendendo ao desequilíbrio entre os músculos abdominais.
ROTAÇÃO MEDIAL DO QUADRIL 
Causa: Excesso de rigidez de ativação dos músculos TFL, Iliopsoas, em relação aos demais
flexores de quadril. 
Ângulo de torção da cabeça femoral: (teste de keiki) paciente em decúbito ventral, o
terapeuta deve palpar o trocânter maior do fêmur realizando rotação lateral e medial de
quadril, à medida que essa movimentação acontece o trocânter maior irá deslizar sobre os
nossos dedos. 
Conclusão do teste: Trocânter maior mais proeminente (posição neutra da articulação); o-
15º (normal); acima de 15º (antiversão do colo femoral); passando de 0º (iniciando uma
rotação lateral de quadril) (antiversão do colo femoral). 
 Retroversão: posicionamento do MMII mais lateralizado, antiversão: posicionamento do
MMII medializado
 
PONTE DE QUADRIL DD 
 Flexão de quadril (conseguir manter em neutro) 
Objetivo: Estabilidade central; MMSS cruzados no tronco. Após o quadril ficar em neutro:
solicitar o paciente retirar uma perna, fazendo flexão de quadril unilateral.
ALTERAÇÕES PONTE DE QUADRIL
Excesso de extensão lombar (EXTESSO DE TENSÃO DOS PARAVERTEBRAIS) 
Rotação
Pélvica homolateral: rigidez passiva aumentada da musculatura anterior do quadril,
puxando a pelve com ele. 
Rotação pélvica contralateral: excesso de tensão dos paravertebrais contralaterais que
giram a pelve e a coluna para o lado contralateral. 
Falha de ativação do glúteo: importante a palpação durante o teste (paravertebrais,
glúteos posteriores de coxa).
Pouca ADM da abdução de quadril; 
·Flexão de quadril durante o movimento de abdução (GLUTEO MEDIO, TFL: Excesso de
rigidez ativa do TFL em relação aos outros abdutores de quadril;
Elevação pélvica. Completar o movimento;
Giro Previvo homolateral (RM dominância do Tensor da fáscia Lata);
Excesso de protusão cervical: diminuição do braço de resistência, 
Flexão de quadril: falta de ativação da musculatura flexora de tronco, dominância dos
flexores de quadril.
   EXTENSÃO DE QUADRIL 15º
Objetivo: avaliar a sequência de ativação dos músculos extensores e estabilizadores
centrais. 
Posição Inicial:  DV com a testa apoiada nas mãos, palpar a região paravertebral, e região
glútea, ísquios.  Solicitar ao paciente que retire a coxa da maca.
ALTERAÇÕES 
ABDUÇÃO DE QUADRIL 
Posicionamento Inicial: DL com a perna de baixo, flexionado para melhorar a base e o
suporte, posicionar a pelve e coluna em neutro.  
Objetivo: Alimento neutro no sentido da flexo- extensão (ABDUÇÃO NO PLANO FRONTAL 
Alterações:
SIT UP DD 
Braço estendido próximo ao tronco, solicitar ao paciente a realizar uma flexão do tronco
uma abdominal até tirar o ângulo inferior da escapula da maca. 
Observar: articulação
de quadril, lombar, torácica e cervical.
Quadril em neutro;
estabilidade cervical, movimentação concentrada na art. Lombar e torácica.
Músculos: reto oblíquos, glúteos, longo do pescoço, devem estar tensionados para que não
aja compensações. 
Alterações: 
 
     Diante desse contexto podemos concluir que os conceitos biomecânicos relacionados ao
movimento do corpo humano são complexos, e de extrema necessidade de compreensão
para que possamos aplicar a pratica corretamente. O movimento é um campo
interconectado, cujas propriedade físicas e biológicas atuam sobre para manter a
integridade do mesmo, caso haja um desequilíbrio entre os tensionamentos musculares,
surgiram as possíveis compensações do movimento, se não corrigidas serão adaptadas e
complicações futuras como deformidades poderão ocorrer. Por isso, cabe aos
profissionais, estarem aptos, quando as principais compensações provenientes de um
movimento irregular, para possíveis correções. Tudo isso, pensando prioritariamente na
melhora da função do movimento, e do indivíduo, reduzindo o risco de lesões, e
deformidades.
AVALIAÇÃO POSTURAL
      Definição de postura: É um composto das posições das diferentes articulações do corpo
num dado momento. Postura correta é a posição na qual um mínimo de estresse é
aplicado em cada articulação (MAGEE, 2002).
A postura correta consiste no alinhamento do corpo com eficiências fisiológica e
biomecânicas máximas, o que minimiza os estresses e as sobrecargas sofridas ao sistema
de apoio pelos efeitos da gravidade (PALMER & APLER, 2000).
POSTURA PADRÃO
O alinhamento esquelético ideal envolve uma quantidade mínima de esforço e sobrecarga,
e conduz à eficiência máxima do corpo.
Linha de gravidade: intersecção dos planos médios sagital e frontal do corpo.
Fio de prumo: linha vertical-padrão para medir desvios.
Envolve a identificação e a localização dos segmentos corpóreos relativos a linha
de
·Deve determinar se um segmento corporal ou articulação desvia-se de um
alinhamento
postural ideal.
Método Clássico: análise visual
AVALIAÇÃO POSTURAL 
gravidade;
Alinhamento postural
Articulação do tornozelo: A linha de gravidade cai levemente anterior ao maléolo
lateral e anterior ao eixo da articulação do tornozelo.
Pés: os calcanhares estão separados cerca de 7,5 cm e a parte posterior de cada pé está
abduzida cerca de 8 a 10 graus da linha mediana.
Articulação do joelho: está em extensão e a linha da
gravidade passa anterior à linha média do joelho e posterior à patela.
Posição neutra da pelve: as EIAS ficam no mesmo plano horizontal, existe uma curvatura
anterior normal na coluna lombar. 
Articulação do quadril: o quadril está em posição neutra a linha gravitacional passa
através do trocânter maior eposterior ao eixo da articulação do quadril.
Coluna vertebral: a linha de gravidade passa
através da linha média do tronco, passa posterior ao eixo de rotação das vértebras
cervicais e lombares, anterior às vértebras torácicas e através do
corpo da quinta vértebra lombar.
Articulação do ombro e cintura
escapular: a linha de referência ideal lateral passa a meio da articulação as escápulas
ficam planas contra a coluna torácica.
Cabeça: a linha de gravidade da cabeça
passa através do meato auditivo externo, posterior à sutura coronal e através do
processo odontóide.
Grau 1- estiramento ligamentar;
Grau 2-lesão ligamentar parcial;
Grau 3-lesão ligamentar total.
Grau I: Presença de edema leve, perda funcional sutil e sem alterações na amplitude
de movimento articular. Há pouca lesão ligamentar. 
Grau II: Entorse moderada. Geralmente a dor, edema, e a perda funcional são
moderados, havendo perda de amplitude articular fisiológica. 
Grau III: Entorse severa.
PATOLOGIAS RELACIONADAS        
ENTORSES 
A entorse de tornozelo é uma das lesões musculoesqueléticas frequentemente
encontradas na população ativa, que geralmente envolve lesão dos ligamentoslaterais.
Com maior incidência em mulheres jovens, podendo também está associada ao tipo de
terreno, e ao esporte praticado. Relacionado a fatores intrínsecos como: limitação da
ADM de dorsiflexão prévia, controle motor menor diminuído, episódios prévios, IMC e
estatura, bem como fatores extrínsecos como o tipo do esporte, posicionamento, tipo do
piso e do calçado. A estabilidade lateral do tornozelo é dada pelo mecanismo contensor
dos ligamentos talo-fibular anterior, posterior e talo-calcâneo, associada ao terço distal
da fíbula. O mecanismo de lesão habitual é a inversão do pé com flexão plantar do
tornozelo, supinação, numa intensidade além do normal, que acontece geralmente ao
pisar em terreno irregular ou degrau. Este movimento anômalo proporciona uma lesão
que se inicia no ligamento talo-fibular anterior e pode progredir para uma lesão do
ligamento calcâneo-fibular, com o aumento da energia do trauma. A lesão do ligamento
talo fibular posterior é rara, ocorrendo

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