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Slides Unidade V - Programação e Acompanhamento da Produção

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empregado de diferentes
formas, sendo que uma das mais comuns consiste em listar
as ordens programadas no eixo vertical e o tempo no eixo
horizontal.
Sequenciamento nos
Processos Repetitivos em lotes
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 48
Sequenciamento nos
Processos Repetitivos em lotes
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 49
Regras de Sequenciamento
Ø As regras de seqüenciamento são heurísticas
usadas para selecionar as prioridades de
processamento.
Ø As informações mais importantes estão relacionadas
com o tempo de processamento (leadtime) e com a data
de entrega, que podem ser estabelecidos tendo por base
as informações dos produtos finais ou dos lotes
individualmente.
Ø Soluções otimizadas empregam a Pesquisa Operacional.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 50
Regras de Sequenciamento
Sigla Especificação Definição
PEPS Primeira que entra primeira
que sai
Os lotes serão processados de acordo com sua chegada no recurso.
MTP Menor tempo de
processamento
Os lotes serão processados de acordo com os menores tempos de
processamento no recurso.
MDE Menor data de entrega Os lotes serão processados de acordo com as menores datas de
entrega.
IPI Índice de prioridade Os lotes serão processados de acordo com o valor da prioridade
atribuída ao cliente ou ao produto.
ICR Índice crítico Os lotes serão processados de acordo com o menor valor de:
( )data de entrega - data atual tempo de processamento/
IFO Índice de folga Os lotes serão processados de acordo com o menor valor de:
data de entrega - tempo de processamento restante
numero de operacoes restante
å
IFA Índice de falta Os lotes serão processados de acordo com o menor valor de:
quantidade em estoque / taxa de demanda
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 51
Regras de Sequenciamento
Ø Planejamento Fino da Produção: softwares que
procuram seqüenciar dinamicamente um
programa de produção dentro de um horizonte
limitado pelo PMP (normalmente com
periodicidade semanal) conforme as ordens forem
sendo concluídas e problemas e/ou
oportunidades forem surgindo no dia a dia.
Ø busca boas soluções através de programações com
recursos finitos e a consideração de fatores, como os
tempos de setup, paradas para manutenção dos
equipamentos, etc.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 52
Regras de Sequenciamento
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 53
Regras de Sequenciamento
- Características Importantes -
Ø Simplicidade: As regras devem ser simples e rápidas de
entender e aplicar;
Ø Transparência: A lógica por trás das regras deve estar clara,
caso contrário o usuário não verá sentido em aplicá-la;
Ø Interatividade: Devem facilitar a comunicação entre os
agentes do processo produtivo.
Ø Gerar prioridades palpáveis: As regras aplicadas devem
gerar prioridades de fácil interpretação.
Ø Facilitar o processo de avaliação: As regras de
seqüenciamento devem promover, simultaneamente à
programação, a avaliação de desempenho de utilização dos
recursos produtivos.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 54
Teoria das Restrições
Ø Gargalo é um ponto do sistema produtivo
(máquina, transporte, espaço, homens, demanda,
etc.) que limita o fluxo de itens no sistema.
Gargalo Não-Gargalo
Tipo 1
GargaloNão-Gargalo
Tipo 2
Gargalo Não-Gargalo
Montagem
Tipo 3
GargaloNão-Gargalo
Tipo 4
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 55
Teoria das Restrições
Ø Regra 1: A taxa de utilização de um recurso não-
gargalo não é determinada por sua capacidade de
produção, mas sim por alguma outra restrição do
sistema.
Ø Regra 2: Utilização e ativação de um recurso não
são sinônimos.
Ø Regra 3: Uma hora perdida num recurso gargalo é
uma hora perdida em todo o sistema produtivo.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 56
Teoria das Restrições
Ø Regra 4: Uma hora ganha num recurso não-
gargalo não representa nada.
Ø Regra 5: Os lotes de processamento devem ser
variáveis e não fixos.
Ø Regra 6: Os lotes de processamento e de
transferência não necessitam ser iguais.
Ø Regra 7: Os gargalos governam tanto o fluxo
como os estoques do sistema.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 57
Teoria das Restrições
Ø Regra 8: A capacidade do sistema e a
programação das ordens devem ser consideradas
simultaneamente e não seqüencialmente.
Ø Regra 9: Balanceie o fluxo e não a capacidade.
Ø Regra 10: A soma dos ótimos locais não é igual
ao ótimo global.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 58
Teoria das Restrições
Ø Existindo uma certa constância dos pontos limitantes do
sistema, podemos empregar uma heurística de cinco
passos como forma de direcionar as ações da programação
da produção dentro destas regras:
Ø Identificar os gargalos restritivos do sistema;
Ø Programar estes gargalos de forma a obter o máximo de
benefícios (lucro, atendimento de entrega, redução dos WIP,
etc.);
Ø Programar os demais recursos em função da programação
anterior;
Ø Investir prioritariamente no aumento da capacidade dos
gargalos restritivos do sistema;
Ø Alterando-se os pontos gargalos restritivos, voltar ao passo1.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 59
Sequenciamento em Processos 
por Projetos
Ø Os processos por projeto são aqueles que
provavelmente, não se repetirão.
Ø A técnica mais empregada para planejar,
seqüenciar e acompanhar projetos é a técnica
conhecida como PERT/CPM (Program Evaluation
and Review Technique / Critical Path Method)
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 60
Sequenciamento em Processos 
por Projetos
Ø Esta técnica permite que os administradores do
projeto, em particular o PCP, tenham:
Ø Uma visão gráfica das atividades que compõem o
projeto;
Ø Uma estimativa de quanto tempo o projeto consumirá;
Ø Uma visão de quais atividades são críticas para o
atendimento do prazo de conclusão do projeto;
Ø Uma visão de quanto tempo de folga dispomos nas
atividades não-críticas, o qual pode ser negociado no
sentido de reduzir a aplicação de recursos, e
conseqüentemente custos.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 61
A rede PERT/CPM
Ø Uma rede PERT/CPM é formada por um conjunto interligado
de setas e nós.
Ø As setas representam as atividades do projeto que consomem
determinados recursos (mão-de-obra, máquinas, etc.) e/ou
tempo, já os nós representam o momento de início e fim das
atividades, os quais são chamados de eventos.
Ø Os eventos são pontos no tempo que demarcam o projeto e,
diferente das atividades, não consomem recursos nem tempo.
Ø Os nós são numerados da esquerda para a direita e de cima
para baixo. O nome da atividade aparece em cima da seta e sua
duração em baixo. A direção da seta caracteriza o sentido de
execução da atividade.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 62
A rede PERT/CPM
Atividade Dependência Nós Duração
A - 1-2 10
B - 1-3 6
C A 2-4 7
D B 3-4 5
E B 3-5 9
F C e D 4-6 5
G E 5-6 4
1
2
3
4
5
6
A
B
C
D
E
F
G
10
6
7
5
9
5
4
Cada ligação entre o nó 
inicial e o final é 
chamada de caminho.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 63
Cálculo dos tempos da rede
Ø Para cada nó ou evento de uma rede que
representa um projeto, são calculados dois
tempos que definirão os limites em que as
atividades que partem deste evento dispõem para
serem iniciadas.
Ø O Cedo de um evento é o tempo necessário para que o
evento seja atingido desde que não haja atrasos
imprevistos nas atividades antecedentes deste evento.
Ø O Tarde de um evento é a última data de início das
atividades que partem deste evento de forma a não
atrasar a conclusão do projeto.
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 64
Cálculo dos tempos da rede
1
2
3
4
5
6
A
B
C
D
E
F
G
10
6
7
5
9
5
4
0
10
6 15
17
22
22
17
189
10
0
Cedo
Tarde
Seqüenciamento e Emissão de Ordens 65
Caminho Crítico
Ø é a sequência de atividades que possuem
folga total nula (conseqüentemente as demais
folgas também são nulas) e que determina o
tempo total de duração do projeto. As
atividades pertencentes ao caminho crítico
são chamadas de atividades críticas, visto
que as mesmas não podem sofrer atrasos,
pois caso tal fato ocorra, o projeto como um
todo sofrerá este atraso.