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Workshop de modelagem de dados - Jorge Costa � PAGE �40�

MÉTODO PARA PROJETO LÓGICO DE DADOS

PROPÓSITO

Converter o esquema conceitual de dados global expresso através do modelo entidade relacionamento no esquema lógico de dados global de forma que haja a menor perda semântica nas transformações ocorridas durante essa fase.

AMBIÊNCIA DO PROJETO LÓGICO DE DADOS

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Transformação do esquema conceitual de dados no esquema lógico de dados utilizando o modelo de dados relacional
 FASES DA TRANSFORMAÇÃO

TRANSFORMAÇÃO DE ENTIDADES-TIPO: as entidades-tipo são transformadas em tabelas (relações) sendo que todos os atributos da entidade-tipo se transformam em atributos da relação e o identificador da entidade-tipo em chave-primária da relação. O nome da entidade-tipo e de seus atributos devem ser preservados nessa transformação assim como as restrições de integridade a nível de entidade-tipo e de atributo. (Tal regra apresenta duas excessões (entidades-tipo fracas e hierarquias de generalização) as quais serão tratadas mais adiante.)

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Transformação de Atributos Multivalorados

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Transformação de Atributos Agregados Monovalorados

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Transformação de Atributos Agregados Multivalorados

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Transformação de relacionamento-tipo de M:N

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Transformação de relacionamentos-tipo com repetição

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Transformação de relacionamentos-tipo de 1:N sem perda de flexibilidade

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Transformação de relacionamentos-tipo de 1:N com perda de flexibilidade: Os relacionamentos-tipo de (_,1:_,N) com perda de flexibilidade, são transformados pela criação de chaves estrangeiras. Tal criação é feita a partir da migração do identificador pertencente a entidade-tipo onde ocorre o valor de cardinalidade-máxima N para aquela onde aparece o valor de cardinalidade máxima 1. Os atributos que porventura componham o relacionamento-tipo devem acompanhá-lo nessa migração.

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Transformação de relacionamentos-tipo de 1:1 - Os relacionamentos-tipo de (_,1:_,1) são transformados pela criação de chaves estrangeiras. Tal criação pode se dar em qualquer uma das relações derivadas a partir das entidades-tipo que participam do relacionamento-tipo. Pode-se levar em consideração para efeito de julgamento, o critério de desperdício de espaço de armazenamento, apesar do mesmo ser um critério de caráter eminentemente físico. Os atributos que porventura componham o relacionamento-tipo devem acompanhá-lo nessa migração. Deve ser tomada uma decisão quanto ao sentido de migração a escolher, baseado nos seguintes critérios:

Possibilidade das duas cardinalidades máximas passarem de "1" para " N"

Possibilidade de uma das cardinalidades máximas passar de "1" para " N"

Migrar para onde a cardinalidade mínima = "1"

Se as duas cardinalidades mínimas = "1" , possivelmente ocorreu um erro de modelagem conceitual

Migrar para onde houver menor deseperdício de espaço de armazenamento

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TRANSFORMAÇÃO DE ENTIDADES-TIPO "FRACAS": as entidades-tipo "fraca" são transformadas em tabelas (relações) sendo que todos os atributos da entidade-tipo "fraca" se transformam em atributos da relação e o identificador da entidade-tipo "fraca" (formado pelo identificador da entidade-tipo "forte" à qual está ligada e um ou mais dos seus atributos que venham a auxiliar nessa identificação) em chave-primária da relação. O nome da entidade-tipo "fraca" e de seus atributos devem ser preservados nessa transformação assim como as restrições de integridade a nível de entidade tipo e de atributo.

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Transformação de relacionamentos-tipo de grau superior a 2

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Transformação de Relacionamento-Tipo Recursivo (M:N)

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Transformação de Relacionamento-Tipo Recursivo (1:N)

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Transformação de Relacionamento-Tipo Recursivo (1:N)

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Transformação de Relacionamento-Tipo Recursivo (1:1)

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Transformação de agregações (M:N)

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Transformação de agregações (N:1)

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Transformação de agregações (1:N)

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Transformação de agregações (1:1)

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TRANSFORMAÇÃO DE HIERARQUIAS DE GENERALIZAÇÃO DE ENTIDADES-TIPO: as hierarquias de generalização de entidades-tipo podem ser traduzidas segundo três estratégias gerais:

Transformação com preservação de todas as entidades tipo;

Transformação com preservação das entidades tipo específicas; e
Transformação com preservação da entidade tipo genérica.

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TRANSFORMAÇÃO DE HIERARQUIAS DE GENERALIZAÇÃO DE ENTIDADES-TIPO (T,E)

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TRANSFORMAÇÃO DE HIERARQUIAS DE GENERALIZAÇÃO DE ENTIDADES-TIPO (T,S)

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TRANSFORMAÇÃO DE HIERARQUIAS DE GENERALIZAÇÃO DE ENTIDADES-TIPO (T,S)

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TRANSFORMAÇÃO DE HIERARQUIAS DE GENERALIZAÇÃO DE ENTIDADES-TIPO (P,S)

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OUTRAS SITUAÇÕES

ENTIDADE TIPO COM VÁRIAS FORMAS DE ESPECIALIZAÇÃO

ESPECIALIZAÇÕES DE MAIS DE UMA ENTIDADE TIPO GENÉRICA

ESPECIALIZAÇÃO DE RELACIONAMENTO TIPO

ENTIDADE TIPO GENÉRICA SEM IDENTIFICADOR

NORMALIZAÇÃO

PROPÓSITO

A normalização, nos dias atuais, serve principalmente como um mecanismo de controle de qualidade, permitindo que se verifique se as tabelas resultantes da tradução do Diagrama Entidade Relacionamento não apresentam falhas estruturais que irão acarretar dentre outras coisas, a redundância de dados. No entanto, quando a teoria da normalização foi proposta, junto com o modelo de dados relacional, constituía a mesma, o conjunto mais apurado de técnicas para o projeto lógico de banco de dados.

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FORMA NORMAL

Uma das maneiras de se classificar as relações que compõem um banco de dados relacional é quanto a forma normal na qual a mesma se encontra.

CODD quando propôs o modelo de Dados Relacional apresentou em artigo correlato as seguintes formas normais: 1FN, 2FN e 3FN. Ao longo do tempo novas formas normais foram acrescentadas: BCNF, 4FN, 5FN, ... com o propósito de se dar mais precisão a atividade de projeto lógico de dados.

DEPENDÊNCIA FUNCIONAL

Dada uma relação R, o atributo Y de R é funcionalmente dependente do atributo X de R ( R.X -----> R.Y ) ( X determina funcionalmente Y) se, e apenas se, cada valor de X em R for associado no máximo um valor Y em R. (Obs. X e Y podem ser um grupo de atributos de R).

CARACTERÍSTICAS DAS FORMAS NORMAIS

RELAÇÃO NA 0FN: Uma relação está na OFN se possui atributos multivalorados, atributos agregados ou atributos agregados multivalorados.

RELAÇÃO NA 1FN: Uma relação está na 1FN se possui apenas atributos atômicos e pelo menos um atributo que não faz parte da chave primária como dependente funcional parcial (dependência funcional parcial) em relação a chave primária (como um todo).

RELAÇÃO NA 2FN: Uma relação está na 2FN se possui apenas atributos atômicos, não apresenta dependência funcional parcial e possui pelo menos um atributo que não faz parte da chave primária como dependente funcional de outro atributo que não faz parte da chave primária (dependência funcional transitiva).

RELAÇÃO NA 3FN: Uma relação está na 3FN se possui apenas atributos atômicos, não apresenta dependência funcional parcial e não apresenta dependência funcional transitiva.

RELAÇÃO NA BCNF (FORMA NORMAL DE BOYCE E CODD): Uma relação está na BCNF se, e apenas se, todo determinante funcional for chave candidata.

RELAÇÃO NA 4FN: Uma relação está na 4FN se e somente se, sempre que existir uma Dependência Multivalorada em R, digamos A -> -> B, todos os atributos de R sejam funcionalmente dependentes de A, isto é A -> X, para todos os atributos X de R.

RELAÇÃO NA 5FN: Uma relação está na 5FN - também chamada de Forma Normal de Projeção-Junção (PJ/NF) - se e somente se cada dependência de junção em R estiver contida pelas chaves candidatas de R.

FASES DA NORMALIZAÇÃO

NORMALIZAÇÃO NA 1FN: Compreende a transformação de "tabelas" que possuam atributos agregados ou atributos multivalorados em tabelas que possuam unicamente atributos atômicos.

NORMALIZAÇÃO NA 2FN: Compreende a transformação de tabelas que possuam atributos que não façam parte da chave primária e que sejam dependentes funcionais parciais da chave primária em tabelas em que estes atributos deixem de ser dependentes funcionais parciais.

NORMALIZAÇÃO NA