Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada
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Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada

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respeito aos regulamentos de órgãos públicos aos
quais a instalação deva satisfazer. Em particular, no trecho entre o ponto de entrega e a origem
da instalação, pode ser necessário, além das prescrições desta Norma, o atendimento das
normas e/ou padrões do concessionário quanto à conformidade dos valores de graduação
(sobrecorrentes temporizadas e instantâneas de fase/neutro) e capacidade de interrupção da
potência de curto-circuito.

COMENTÁRIO 1.7.C

A princípio, a utilização de uma norma não exclui a aplicação de regulamentos, que são documentos
oficiais de uso compulsório. Em particular nas instalações de média tensão, além da NBR 14039
devem-se observar, por exemplo:

? Norma Regulamentadora NR-10 – Instalações e Serviços em Eletricidade;
? Resolução 456/00 da ANEEL – Condições Gerais de Fornecimento.

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NBR 14039:2005 - Edição Comentada

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ITEM DA NORMA

1.8 Esta Norma não se aplica:
 c) trabalhos com circuitos energizados.

COMENTÁRIO 1.8.C.C

No caso de trabalhos com circuitos energizados devem ser atendidas as prescrições da NR-10 -
Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego -, que trata de segurança de serviços
em instalações elétricas. A NR-10 define o que se entende por circuitos energizados.

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ITEM DA NORMA

4.1 Prescrições fundamentais
Em 4.1.1 a 4.1.11 são indicadas prescrições fundamentais destinadas a garantir a segurança de
pessoas, e de animais e a conservação dos bens e do meio ambiente contra os perigos e danos que
possam resultar da utilização das instalações elétricas, em condições que possam ser previstas.

COMENTÁRIO 4.1.C

As prescrições fundamentais constituem a base desta Norma, e todas as demais têm por objetivo dar
à instalação condições de atendê-la plenamente. Nessas condições, as prescrições específicas
contidas nas seções 5 e 6, e indicadas na tabela 1 C, constituem as formas de implementação das
prescrições fundamentais.

Tabela 1 C – Prescrições fundamentais da Norma

Prescrições específicas

Prescrições fundamentais
Medidas

Aplicação
das

medidas

Seleção em
função das
influências
externas

Dispositivos

1.3.1 Proteção contra choques elétricos 5.1 5.7.2 5.8.1 6.3.3

1.3.2 Proteção contra efeitos térmicos 5.2 --- 5.8.2 ---

1.3.3 Proteção contra sobrecorrentes 5.3 5.7.4 --- 6.3.4

1.3.4 Proteção contra sobretensões 5.4 5.7.5 --- 6.3.5

1.3.5 Seccionamento e comando 5.6 5.7.7 --- 6.3.8

1.3.6 Independência da instalação elétrica 6.1.6 --- --- ---

1.3.7 Acessibilidade dos componentes 6.1.4 --- --- ---

1.3.8 Condições de alimentação 6.1.3.1 --- --- ---

1.3.9 Condições de instalação 6.1.3.2 --- --- ---

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ITEM DA NORMA

4.2.1 Potência de alimentação

COMENTÁRIO 4.2.1.C

Um projeto de instalações elétricas se inicia sempre com o levantamento das cargas dos
equipamentos elétricos desta instalação. Isto é necessário para a determinação da potência de
alimentação da instalação. Para cada carga devem ser determinadas as características elétricas
principais, tais como, a potência, a tensão nominal e o fator de potência. Posteriormente, esta carga
deve ser classificada quanto:

? o seu tipo;
? a sua localização;
? a sua sensibilidade;
? as perturbações que pode produzir, e
? as suas diferentes condições de funcionamento.

Duas características devem ser inicialmente conhecidas em uma instalação elétrica: a potência
instalada e a potência de alimentação.

A potência instalada é a soma das potências nominais de todos os equipamentos de utilização
existentes ou previstos na instalação, na parte considerada da instalação ou no conjunto de
equipamentos.

A potência de alimentação de uma instalação é a soma das potências nominais de todos os
equipamentos de utilização existentes ou previstos na instalação, ou na parte considerada da
instalação, susceptíveis de funcionarem simultaneamente. A potência de alimentação deve
corresponder à demanda máxima presumida de uma instalação ou de uma parte da instalação.

A potência de alimentação da instalação deve ser determinada a partir das correntes nominais das
cargas, levando-se em consideração as possibilidades de não simultaneidade no funcionamento das
cargas, o que é feito através da adoção de um fator de demanda adequado. A determinação do fator
de demanda pressupõe um conhecimento detalhado da instalação e das condições de funcionamento
dos equipamentos. A potência de alimentação deve ser calculada em todos os níveis da distribuição
(por cargas ou grupo de cargas, por local ou por grupo de locais, por nível de tensão).

A determinação da potência em cada ponto de utilização é feita a partir da análise de dados relativos
às cargas, e considerando a utilização prevista dos locais. Deve se espelhar na experiência de outras
instalações análogas, levando-se em conta prováveis extensões ou evoluções das potências

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previstas. Tal como a determinação dos fatores de demanda, a consideração de uma capacidade de
reserva exige do projetista conhecimento das características do tipo particular de instalação e das
condições de funcionamento das cargas.

O fator de utilização, que é a razão entre a potência efetivamente absorvida e a potência nominal,
caracteriza o fato de que uma carga não funciona sempre em sua potência normal. Para a aplicação
de um fator inferior a 1, é necessário um conhecimento das condições de operação e utilização dos
equipamentos. Uma recomendação existente em normas européias, e que pode servir de guia, é a de
adotar para uma instalação industrial o valor de 0,75 para os motores. Para os equipamentos de
iluminação e aquecimento, o fator de utilização é sempre assumido como 1.

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4.2.3 Esquemas de aterramento

COMENTÁRIO 4.2.3 C

A classificação de esquemas de aterramento apresentada nesta revisão da NBR 14039 é muito
semelhante à da NBR 5410, a norma de baixa tensão, pois foi baseada na NFC 13200, que, por sua
vez, adotou os esquemas de aterramento da IEC 60364, “norma base” da NBR 5410.

O conceito de esquemas
Edilson Toshio Ito fez um comentário
  • Não amigo está correto. É a de 2005. Veja Emenda 1 e prefácio. pág.239 ao final do pdf.
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    boateng fez um comentário
  • ta errado essa porra, nao é de 2005 e sim de 2003
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