Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada
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Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada

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geral deve atender no mínimo ao especificado em 5.3.1.1
e 5.3.1.2.

COMENTÁRIO 5.3.1.C

Este dispositivo localiza-se próximo à medição, e sua definição é de responsabilidade da
concessionária de energia elétrica. A definição deste dispositivo depende da estratégia da
concessionária para atender aos requisitos de qualidade de energia definido pelo órgão regulador, a
ANEEL.

Normalmente, este dispositivo é definido em função das características do contrato de demanda,
principalmente o valor da demanda contratada, como pode ser visto nos itens 5.3.1.1 e 5.3.1.2. Hoje,
no Brasil, no caso da utilização de disjuntores, as funções que devem ter os relés podem diferir entre
as concessionárias.

Os relés secundários de acordo com o código ANSI funções:

? 50 relé de sobrecorrente instantâneo;

? 51 relé de sobrecorrente temporizado.

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ITEM DA NORMA

5.4 Proteção contra sobretensões
As sobretensões nas instalações elétricas de média tensão não devem comprometer a segurança das
pessoas, nem a integridade das próprias instalações e dos equipamentos servidos.

COMENTÁRIO 5.4.C

Durante tempestades, as instalações de média tensão podem ser submetidas a sobretensões de
origem atmosféricas, principalmente quando estas instalações são alimentadas por redes aéreas. A
principal forma de proteção contra este tipo de sobretensão é a utilização de pára-raio de resistência
não linear.

É preciso lembrar que o termo pára-raio, aqui utilizado para o dispositivo de proteção contra
sobretensão, na terminologia oficial brasileira se confunde como o termo pára-raio do sistema de
proteção de descargas atmosféricas – SPDA.

A especificação do pára-raio deve conter, no mínimo, as seguintes informações:

? Tensão Nominal;
? Tensão disruptiva máxima de impulso atmosférico;
? Tensão residual máxima sob corrente de descarga nominal;
? Tensão disruptiva à freqüência industrial;
? Corrente de descarga nominal;
? Tipo de pára-raio (SiC ou ZnO).

O problema da instalação dos pára-raios nas subestações pode ser agrupado em três casos:

1. Subestações alimentadas por uma rede de cabos subterrâneos: por exemplo, uma rede de
distribuição pública urbana. Neste caso, não é necessária a instalação de pára-raios, pois neste
tipo de rede não aparecem sobretensões de origem atmosférica.

2. Subestações alimentadas por linha aérea: devem ser instalados pára-raios no ponto de ligação da
linha aérea à subestação.

3. Subestações alimentadas por um curto trecho de cabo subterrâneo conectado no outro extremo a
uma linha aérea: as sobretensões atmosféricas que chegam ao cabo pela linha aérea penetram no
mesmo com aproximadamente 20 % do seu valor, chegando assim até a subestação. Portanto,
devem ser colocados pára-raios no ponto de conexão do cabo subterrâneo à linha aérea,
fisicamente no poste onde se efetua a conexão. Estes pára-raios protegem primeiramente o cabo

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subterrâneo, além dos componentes da subestação (equipamento de média tensão e
transformadores), quando a distância entre os pára-raios e a subestação é inferior a
aproximadamente 25 m. Para distâncias superiores, deve-se instalar outro conjunto de pára-raios
na própria subestação.

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ITEM DA NORMA

5.7 Proteção das pessoas que trabalham nas instalações elétricas de média tensão
As instalações elétricas devem ser construídas e instaladas de forma que possam ser empregadas as
medidas necessárias para garantir a proteção das pessoas que trabalham nas instalações elétricas.

COMENTÁRIO 5.7.C

No item segurança das pessoas que trabalham nas instalações elétricas, o principal documento legal
no Brasil é a NR-10, do Ministério do Trabalho e Emprego. Esta Norma Regulamentadora estabelece
os requisitos e condições mínimas que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas
preventivos, de forma a garantir a segurança e saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente,
interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

A NR-10 se aplica a todas as fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as
etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas, e
qualquer outro trabalho realizado nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais
estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais
cabíveis.

O item 5.7 da NBR 14039 tem o objetivo de complementar ou especificar alguns critérios de projeto e
execução das instalações elétricas de média tensão, de forma a garantir a proteção das pessoas que
vão trabalhar nestas instalações, seja na manutenção ou operação.

É evidente que a força legal da NR-10, que é um regulamento, é superior à da NBR 14039, que é
uma norma técnica.

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ITEM DA NORMA

6.1.2.2 Na falta de Normas Brasileiras, IEC e ISO, os componentes devem ser selecionados através
de acordo entre o projetista e o instalador.

COMENTÁRIO 6.1.2.2.C

Na falta de Norma Brasileira e de Normas Internacionais (IEC e ISO) ou Regionais, deve ser utilizada
uma norma estrangeira (de comum acordo entre projetista e instalador).

É importante que a norma estrangeira escolhida seja compatível com as normas IEC, pois, segundo a
Resolução No 6 de 1992 do CONMETRO, as Normas Brasileiras devem, preferencialmente, utilizar as
Normas Internacionais, na sua forma e conteúdo, agregando-lhes, quando conveniente, as
particularidades do Mercado Nacional, como adendo à Norma Internacional.

Logo, utilizando uma norma estrangeira compatível com as normas IEC, esta compatibilidade também
existirá com as Normas Brasileiras.

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ITEM DA NORMA

6.1.3.2.1 Os componentes devem ser selecionados e instalados de acordo com as prescrições da
tabela 24. Esta tabela indica as características dos componentes em função das influências externas
a que podem ser submetidos e que são definidas em 4.3. As características dos componentes são
determinadas, seja por um grau de proteção, seja por conformidade com ensaios.
Edilson Toshio Ito fez um comentário
  • Não amigo está correto. É a de 2005. Veja Emenda 1 e prefácio. pág.239 ao final do pdf.
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    boateng fez um comentário
  • ta errado essa porra, nao é de 2005 e sim de 2003
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