Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada
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Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada

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ITEM DA NORMA

6.2.8.12 Em locais sujeitos às condições de influências externas AD2, AD3 e AD4, todos os
componentes de uma conexão devem ser protegidos contra corrosões provocadas pela presença de
água e/ou umidade.

COMENTÁRIO 6.2.8.12.C

No exterior e em locais úmidos (condições de influências externas AD2, AD3 e AD4) os parafusos,
rebites, pinos e, em geral, todas as peças que entram na composição de uma conexão, devem ser
protegidas contra a corrosão ou serem concebidas para resistir a isto.

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NBR 14039:2005 - Edição Comentada

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ITEM DA NORMA

6.2.9.5 Vizinhança com outras linhas elétricas
As linhas elétricas de diferentes tensões nominais não devem ser colocadas nas mesmas canaletas
ou poços, a menos que sejam tomadas precauções adequadas para evitar que, em caso de falta, os
circuitos de menores tensões nominais sejam submetidos a sobretensões.

COMENTÁRIO 6.2.9.5.C

O primeiro ponto que deve ser ressaltado é que a sobretensão, no caso de falta do cabo de tensão
mais elevada, ocorre na freqüência industrial. Nesta freqüência, não existe uma proteção ativa que
possa atuar no caso da sobretensão; a proteção só poderá ser feita por isolação adequada para a
tensão mais elevada.

Esta isolação pode ser feita por dois métodos:

? por construção, mantendo uma isolação adequada entre as duas partes da canaleta ou poço em
que os cabos estão em contato;

? usando na instalação de tensão nominal inferior condutores de tensão nominal igual ao da
instalação de tensão nominal superior.

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ITEM DA NORMA

6.2.10.6 Devem ser ligadas à terra as blindagens e/ou capas metálicas dos cabos em uma das
extremidades. A segunda extremidade pode ser aterrada.

COMENTÁRIO 6.2.10.6.C

Condições de ligação das blindagem dos cabos unipolares à terra

Freqüentemente pode-se dizer que, quando o comprimento de uma ligação for inferior a 150 m, as
blindagens podem ser aterradas somente em uma das extremidades. De qualquer forma, é
necessário verificar se seu potencial em relação à terra, na extremidade livre, permanece inferior a
50 V nas instalações internas e inferior a 25 V nas instalações externas. A corrente usada no cálculo
deve ser a corrente de curto-circuito trifásica da parte da instalação situada à jusante da ligação.

Quando o comprimento de uma ligação for superior a 150 m, é conveniente que as blindagens dos
cabos sejam ligadas à terra nas duas extremidades. Feito isto, é necessário, ainda, certificar-se de
que elas suportam as correntes de circulação resultante desta ligação. As correntes a se considerar
são de dois tipos: a máxima corrente de falta que poderá circular, e as correntes induzidas devido a
um curto-circuito trifásico na parte da instalação situada à jusante da ligação. Neste caso, o efeito das
correntes deve ser considerado somente durante a duração do defeito.

Condições de ligação das blindagem dos cabos tripolares à terra

Para os cabos tripolares, a resultante do campo eletromagnético no interior da blindagem é nula
quando o circuito é equilibrado. Portanto, não há circulação de corrente nas blindagens em condições
de funcionamento normal. Neste caso, quase sempre será possível ligar as blindagens dos cabos
tripolares à terra nas duas extremidades.

Tensão induzida nos cabos unipolares cujas blindagens são ligadas
à terra por uma extremidade

A tensão em relação à terra das blindagens da extremidade livre de uma ligação, onde a outra
extremidade é aterrada, tem a seguinte expressão:

Eo = 0,145 ( log 2a/d)il

onde:
a = distância entre eixos dos cabos (mm);

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d = diâmetro médio da blindagem (mm);
i = intensidade de corrente que circula pelo cabo (A);
l = comprimento da ligação (m).

Corrente induzida nos cabos unipolares cujas blindagens são ligadas
à terra nas duas extremidades

Cabos unipolares cujas blindagens são ligadas à terra nas duas extremidades têm a corrente induzida
dada pela expressão:

onde:

R = resistência da armação ou da tela (Ω);
X = reatância da armação ou da tela (Ω);
Eo = expressão de tensão induzida (V).

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)XR ( /Eo i 22 +=

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6.2.11.2.3 Nas bandejas, leitos e prateleiras, os cabos devem ser dispostos preferencialmente em
uma única camada.

COMENTÁRIO 6.2.11.2.3.C

Veja que no cálculo do fator de agrupamento as tabelas 34, 35 e 36 só apresentam a possibilidade de
disposição de cabos em uma única camada. Logo, a utilização de várias camadas de cabos
necessitam de um cálculo pela NBR 11301, o que torna a aplicação mais difícil, pois normalmente só
os fabricantes possuem os meios e os conhecimentos para este cálculo.

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6.2.11.4.6 Qualquer linha enterrada deve ser continuamente sinalizada por um elemento de
advertência (por exemplo, fita colorida) não sujeito à deterioração, situado no mínimo a 0,10 m acima
dela.

COMENTÁRIO 6.2.11.4.6.C

O percurso das linhas enterradas deve ser registrado em um documento que permita conhecer com
precisão sua localização, sem ter que recorrer a um artifício. Este documento deve mencionar, em
particular, os pontos de identificação dos cabos em relação aos prédios e outras referências
possíveis, assim como a profundidade de sua instalação, a constituição dos lençóis e a posição das
caixas de conexão. Cortes devem indicar o detalhe da colocação e a posição relativa em relação às
canalizações ou outros obstáculos encontrados.

Este documento deve ser atualizado após cada modificação na rede de cabos ou de outras
canalizações ou obras. Pode ser completado por uma caderneta (esquema) de cabos.

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Edilson Toshio Ito fez um comentário
  • Não amigo está correto. É a de 2005. Veja Emenda 1 e prefácio. pág.239 ao final do pdf.
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    boateng fez um comentário
  • ta errado essa porra, nao é de 2005 e sim de 2003
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