Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada
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Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada

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a degradar-se com a
temperatura de 160°C. A isolação do cabo suporta um valor maior, mas neste caso, o limite será o da
solda.

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No caso do uso das conexões por conectores de compressão ou aparafusados, a temperatura
máxima de curto-circuito é fixada pela isolação.

A figura 11 C mostra um ábaco referente à suportabilidade do cabo ao curto circuito.

Figura 11 C
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ITEM DA NORMA

6.3.6.1 Dispositivos de seccionamento

COMENTÁRIO 6.3.6.1.C

O seccionador é um dispositivo de manobra (mecânico) que assegura, na posição aberta, uma
distância de isolamento que satisfaz requisitos de segurança especificados.

Um seccionador deve ser capaz de fechar ou abrir um circuito quando a corrente estabelecida ou
interrompida é desprezível, ou quando não se verifica uma variação significativa na tensão entre os
terminais de cada um dos seus pólos. Ele é também capaz de conduzir correntes em condições
normais do circuito, além de conduzir, por tempo especificado, corrente em condições anormais do
circuito, tais como as de curto-circuito.

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6.3.6.2 Dispositivos de seccionamento para manutenção mecânica

COMENTÁRIO 6.3.6.2.C

 Os dispositivos para manutenção mecânica são seccionadores de comando único para conjunto de
pólos, comando monopolar.

 O operador deve manobrar o seccionador para manutenção mecânica com facilidade e, para isto, é
recomendado que toda parte do seccionador acessível à mão permaneça na totalidade do seu curso
a uma altura compreendida entre 0,9 m e 1,7 m.

Quando uma alavanca de comando se desloca durante a manobra em um plano vertical, sua posição
baixa deve corresponder à posição de abertura do dispositivo, e sua posição alta à posição de
fechamento.

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6.4.1 Generalidades

COMENTÁRIO 6.4.1.C

A prescrição fundamental para a segurança das pessoas é a proteção contra choque elétrico. Neste
contexto, o aterramento assegura a parte de proteção contra contato indireto.

A característica mais importante do aterramento, no tocante à proteção contra choque, é a tensão de
contato e não a resistência de aterramento.

Para assegurar a eficácia da proteção, deve-se garantir que, em qualquer ponto da instalação, a
tensão de contato não seja superior aos valores definidos na figura do anexo 1.

Esta regra é satisfeita se as massas são ligadas ao eletrodo de aterramento da instalação através de
condutores de proteção, nas condições especificadas para cada esquema de aterramento. Massas
simultaneamente acessíveis devem ser ligadas à mesma rede de aterramento individualmente, por
grupos ou coletivamente, mesmo que elas pertençam a instalações diferentes.

O objetivo é reduzir a tensão de contato a um valor não perigoso. Assim, a proteção contra choque
elétrico por contato indireto em média tensão somente é assegurada pela realização de uma ligação
equipotencial, que deve compreender todos os elementos condutores simultaneamente acessíveis,
sejam massas de equipamentos ou elementos condutores estranhos ao eletrodo de aterramento
convenientemente projetado e construído.

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6.4.2.2 Eletrodos de aterramento

COMENTÁRIO 6.4.2.2.C

Define-se eletrodo de aterramento como um condutor ou conjunto de condutores enterrados no solo e
eletricamente ligados à terra, para fazer um aterramento. São exemplos de eletrodos de aterramento:
uma malha, três hastes ligadas em triângulo, várias hastes interligadas em série, as fundações de
uma edificação, etc.

Como nas outras áreas (como nas instalações elétricas de baixa tensão e nos sistemas de proteção
contra descargas atmosféricas, nas instalações elétricas de média tensão), o eletrodo de aterramento
em uma subestação deve constituir de, no mínimo, um anel circundando o perímetro da edificação.

O sistema de aterramento de uma subestação é que irá efetivamente garantir a proteção dos usuários
contra choque elétrico por contato indireto. O desempenho deste eletrodo deve ser compatível com
esta função. Logo, do ponto de vista da proteção dos usuários de uma instalação, o parâmetro mais
importante na especificação do eletrodo de aterramento é a tensão de contato. A tensão de contato
máxima a que pode ser submetida uma pessoa em uma instalação de média tensão é dada na
NBR 14039.

Outra especificação adicional do eletrodo é que o valor da resistência de aterramento deve satisfazer
às condições de proteção e de funcionamento da instalação elétrica, de acordo com o esquema de
aterramento utilizado. Portanto, pode-se estabelecer a seguinte seqüência para o projeto do eletrodo
de aterramento de uma subestação de média tensão:

1. Verificar qual é a máxima corrente de falta;
2. Verificar o tempo de eliminação da falta pela atuação da proteção;
3. Verificar na curva de tensão de contato x tempo, qual a máxima tensão de contato aceitável;
4. Projetar uma malha em função da: corrente de falta, máxima tensão de contato aceitável,

resistividade do solo.

Seguindo a seqüência dada e usando um método adequado para o projeto da malha, o resultado
encontrado é o tamanho da malha básica, também conhecida com “mash”, e a espessura de concreto
do piso da subestação. Um método muito conhecido para o cálculo das malhas é dado na norma
técnica americana IEEE Std 80 - IEEE Guide for Safety in AC Substation Grounding.

A figura 12 C ilustra com um exemplo qualitativo a aplicação de um eletrodo de aterramento em uma
subestação de média tensão:

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Figura 12 C – eletrodo de aterramento em malha de uma subestação.

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Edilson Toshio Ito fez um comentário
  • Não amigo está correto. É a de 2005. Veja Emenda 1 e prefácio. pág.239 ao final do pdf.
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    boateng fez um comentário
  • ta errado essa porra, nao é de 2005 e sim de 2003
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