Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada
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Instalações Elétricas - NBR 14039(2005) - Instalações Elétricas De Média Tensão De 1 0 kV A 36 2 kV - Comentada


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ITEM DA NORMA
4.2.5.2 As tensões nominais da instalação são as seguintes: 3 kV, 4,16 kV, 6 kV, 13,8 kV, 23,1 kV e
34,5 kV.
COMENTÁRIO 4.2.5.2.C
O valor da tensão nominal de uma instalação é determinado em função da tensão da rede de
distribuição pública, da tensão de alimentação das cargas, da divisão e da potência dos centros de
carga da instalação, do funcionamento particular de algumas cargas e da potência mínima de curto-
circuito necessária ao bom funcionamento das cargas alimentadas.
A instalação de média tensão do usuário liga a subestação de entrada de energia às cargas
alimentadas diretamente em média tensão, ou às subestações de transformação MT/MT ou MT/BT.
Segundo a potência instalada necessária, é possível adotar uma das seguintes soluções para a
escolha da tensão nominal da instalação:
? a mesma tensão da rede de distribuição pública;
? a tensão nominal das cargas alimentadas diretamente em média tensão;
? uma tensão intermediária entre a da rede de distribuição pública e a das cargas: por exemplo, a
tensão nominal da instalação de 13,8 kV, se a da rede de distribuição pública é de 34,5 kV e a das
cargas de 3 kV ou 6 kV.
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NBR 14039:2005 - Edição Comentada
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ITEM DA NORMA
4.2.5.4 A tensão nominal, padronizada na NBR 10478, dos equipamentos utilizados nas instalações
deve ser igual ou superior à tensão nominal da instalação.
COMENTÁRIO 4.2.5.4.C
A NBR 5459 define como tensão nominal de um equipamento o \u201cvalor eficaz da tensão pelo qual um
dispositivo de manobra ou proteção é designado e ao qual são referidos outros valores nominais\u201d.
Ainda apresenta a seguinte nota: \u201cesse valor é igual ao da tensão máxima do sistema para o qual o
dispositivo é projetado\u201d. Logo, a tensão nominal do equipamento nunca pode ser inferior à tensão
nominal da instalação.
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ITEM DA NORMA
4.2.5.5 Os valores de tensão máxima para o equipamento em função da tensão nominal da instalação
devem ser selecionados de acordo com a norma do equipamento.
COMENTÁRIO 4.2.5.5.C
Como regra geral, pode-se usar a tabela 2 C:
Tabela 2 C \u2013 Tensões nominais da instalação x Tensões máximas para os equipamentos
Tensão nominal da
Instalação
(kV)
Tensão máxima para o
equipamento
(valor eficaz)
(kV)
3 3,6
4,16 7,2
6 7,2
13,8 15 ou17,5
23,1 24,5
34,5 36,2
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ITEM DA NORMA
4.2.6 Corrente de curto-circuito
COMENTÁRIO 4.2.6.C
As normas de instalações elétricas determinam que as instalações devem ser projetadas e
construídas para suportar com segurança os efeitos térmicos e mecânicos resultantes de correntes de
curto-circuito.
Para o correto dimensionamento e seleção dos componentes da instalação, é necessário o
conhecimento prévio da corrente de curto-circuito presumido no ponto de instalação do componente.
Esta determinação é, a rigor, um problema muito complexo, que envolve modelos matemáticos
sofisticados com parâmetros de difícil obtenção, e várias configurações de curto-circuito.
Uma estimativa muito grosseira pode levar ao sub-dimensionamento dos componentes, o que
compromete a segurança dos usuários. O sobre-dimensionamento pode levar ao encarecimento
desnecessário dos componentes da instalação. Portanto, é necessário um conhecimento preciso do
valor da corrente de curto-circuito, nos diversos pontos da instalação.
O grande problema que enfrentamos é que, quanto mais precisos forem os resultados, mais
sofisticados terão que ser os modelos matemáticos e, portanto, mais complexa é a determinação, o
que gera um sobre custo no projeto.
Simplificar o modelo pode ser a solução para o problema do custo de projeto. Mas até quanto
simplificar? Um modelo simplificado leva a resultados imprecisos. A solução de melhor custo benefício
para este problema, isto é, que nos levará a uma relação simplicidade do modelo versus precisão dos
resultados satisfatória, é apresentado pelas normas, o que dá ao projetista uma garantia de que o
resultado encontrado está dentro da precisão adequada e com um modelo relativamente simples.
Porém, não existe norma brasileira referente a este assunto, mas sim, uma norma internacional, a
IEC 60909. E a legislação brasileira explicita que, na falta de uma norma brasileira, devemos usar
uma norma internacional, e, na área de eletricidade, a única norma internacional é a IEC. Portanto, a
utilização da IEC 60909 é adequada tanto tecnicamente quanto legalmente, oferecendo a garantia
que o projetista precisa de que os resultados obtidos têm a precisão necessária, utilizando para isto
um modelo relativamente simples.
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Determinação das correntes de curto-circuito
O cálculo das correntes do curto-circuito, em geral, é baseado nos valores nominais do componente
da instalação e no arranjo topológico do sistema, podendo ser feito tanto para a instalação já
existente quanto na fase de projeto.
Para se projetar uma instalação elétrica de média tensão de acordo com a norma, o projetista deve
calcular as correntes de curto-circuito para a correta especificação dos componentes da instalação.
Em geral, nos sistemas trifásicos, a corrente de curto-circuito presumida, Ik, é a que corresponde a um
curto-circuito trifásico. No caso de instalações alimentadas por rede pública, devem ser levados em
consideração os dados obtidos da concessionária.
Duas correntes de curtos-circuitos, de diferentes magnitudes, devem ser calculadas:
? A máxima corrente, denominada corrente de curto-circuito presumida, que determina a capacidade
de interrupção dos dispositivos de proteção e corrente suportável de curta duração;
? A mínima corrente de curto-circuito, que serve de base para o ajuste dos relés ou seleção da
corrente nominal dos fusíveis.
A corrente de curto-circuito mínima presumida é geralmente considerada igual à corrente de curto-
circuito correspondente a um curto-circuito de impedância desprezível, ocorrendo no ponto mais
distante da linha protegida.
Para determinação dos valores máximos e mínimos, quatro tipos de curtos-circuitos deverão ser
considerados: trifásico, entre fases, entre fases e neutro e entre duas fases e neutro. A figura 4 C
ilustra estes tipos de curtos-circuitos:
 
 
Figura 4 C \u2013 Tipos de curto-circuito
NBR 14039:2005
Edilson
Edilson fez um comentário
Não amigo está correto. É a de 2005. Veja Emenda 1 e prefácio. pág.239 ao final do pdf.
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boateng
boateng fez um comentário
ta errado essa porra, nao é de 2005 e sim de 2003
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