Pré-visualização7 páginas
diferenciar o certo do errado, não entende regras complexa, mas já é capaz de obedecer aos adultos, mas seguindo regras simples ex: pode e não pode.
Período operatório – concreto (07 a 11 anos)
A criança já defende o seu ponto de vista, argumentando, mas tem dificuldades de entender os pontos de vista e chegar a uma conclusão, consegue se concentrar nas atividades dadas, e jogos e nas regras sociais. É capaz de fazer múltiplas tarefas, ordenar objetos em seqüências lógicas e compreender uma conversa.
Período operatório formal (11 aos 15 anos)
Nessa fase o pensamento é mais abstrato, onde o individuo incorpora os princípios da lógica já manipulam idéias e constrói suas teorias. Já consegue entender os prós e contras e consegue fazer a conclusão de algo

E Erikson, Erikson dividiu as fases do ser humano de acordo com o desenvolvimento psicossocial, denominando as 08 idades evolutivas. Sendo essas ultrapassadas com as crises vivencias, tendo como finalidade o desenvolvimento do ego.
Confiança x Desconfiança – (0 – 18 meses)
É o equilíbrio da virtude, molda a sua personalidade, vontade.
Confiança, o bebe confia no adulto que não a deixa cair.
Desconfiança, ele não confia no adulto que cuida dele. Isso interfere na fase adulta no desenvolvimento da personalidade nessa fase que define a adolescência e a vida adulta de cada um.
Autonomia x Vergonha (18 meses +- 3 anos)
A criança começa a testar suas virtudes. Caso essa fase da criança seja interrompida ou repreendida, a criança se torna incapaz de escolher e tomar decisões sozinhas. Dúvida interna será que posso? É a vontade x esperança. É nessa fase que a criança se torna mandona.
Iniciativa x Inferioridade (3 anos +- 6 anos)
Nesta fase a criança explora ainda mais a sua curiosidade, ela quer montar situações de desafio, ela testa ainda mais a sua iniciativa com um propósito.
Produtividade x Inferioridade (6 anos aos 12 anos )
Habilidade por competência. Nesta fase a criança quer mostrar algo para o adulta, e quando você a desestimula ficando com a auto-estima baixa, com isso ela não ira reproduzir.
Identidade x Confusão de papéis ( puberdade – fase adulta)
É a idade mais complicada, onde a pessoa tenta se descobrir ( o seu eu) e por isso ocorre a fase da adolescência, por conta de não saber quem é,e o que quer, ela acaba culpando os pais porque acredita que por causa deles não sabe quem é, mas fica num impasse e quando finalmente descobre e passam dessa fase tranqüila, criando sua identidade e com isso a fidelidade.
Intimidade x Isolamento (idade adulta – 18 a 30 anos)
Nessa fase tem a necessidade de ter amigos, de colocar-se em conflito, pessoas que você ama, e de alcançar a auto-estima.
Generativa x Estagnação (consideração)
É a responsabilidade que se tem com seus descendentes. Estagnação é o abandono de seus descendentes.
Integridade x Desespero (idade adulta tardia ou 3º idade)
O medo da morte pode surgir em decorrência de uma doença grave, isso está mais relacionado com o idoso. Ela procura a fé para suprir o medo da morte, apesar de ser considerada uma pessoa sabia, tem medos por que não há tempo para realizar seus projetos feitos ao longo da vida.
 Encontramos a fase do desenvolvimento psicossexual e psicossocial, respectivamente impossível não pensa-las interconectadas entre si Freud pensou as fases psicossexual tendo em vista a predominância de determinada zona que nos remeteria a explicações metapsicologias do desenvolvimento emocional infantil como o grande motor para a fixação e configuração de aspectos personificadores do individua na fase adulta. Erikson postulava que as pessoas são seres Ativos buscando adaptar-se ao seu ambiente, mais que passivos escravos dos impulsos, por isso os aspectos sociais e culturais interessaram tanto a esse autor.
Conclui-se que Partindo do principio que todo individuo é fruto de processos e motivos, que são movidos pelo inconsciente tendo em outras teorias relacionadas que a personalidade é inata de pessoa para pessoa de acordo com o seu ambiente, mas a teoria considera a sexualidade muito importante na vida psíquica de cada um individualmente.
Podemos entender melhor o comportamento humano, através de 03 teorias que tentam compreender cada individuo que são: os mecanicista, orgânico e psicanalítico.
No mecanicista todo comportamento se reduz a respostas condicionadas, ou seja, refletindo a crença de cada um e assim possibilitando a manipulação do seu comportamento, o ambiente pode mudar a maneira pela qual a pessoa pode se desenvolver.
O organísmico (Jean Piaget) o maior interesse é no processo e não produto, ou seja, as experiências não são as causas do desenvolvimento e sim como os fatores podem fazer com que o individuo prossiga num processo rápido ou demorado.
E o psicanalítico (Freud e Erick Erikson) apóia que o individuo é comandado pelo seu inconsciente.
Como vimos anteriormente, existem várias maneiras de intitular o desenvolvimento de cada ser humano. Isso se dá pelo fato de cada teoria é diferente do momento em que surgiram, mas nenhuma delas tem a capacidade de abranger todas as técnicas, pois todas se completam.

Aula 4
Leitura do texto, citado a seguir, para reflexão sobre o desenvolvimento na infância, do adolescente, do adulto e do idoso.

Desenvolvimento na infância, o adolescente, do adulto e do idoso.
Os resultados serão descritos e discutidos conforme o grupo de sujeitos considerados, visto que as respostas foram analisadas comparativamente. Para cada grupo de educadores será apresentado, portanto, sua avaliação sobre o desenvolvimento humano ao longo de todo o ciclo vital, a partir da análise de similitude dos agrupamentos de palavras. Vendo em que medida a fase adulta é tomada como referência no processo de desenvolvimento do ser humano. O desenvolvimento é compreendido por esses educadores como um processo que se inicia em uma fase mais simples, que demanda aos adultos cuidados e atenção (infância) e prossegue para uma fase onde o sujeito já adquiriu sua independência adulta, ou está em processo da adolescência. Embora associado à figura de uma pessoa o idoso parece demarcar a fase do não-desenvolvimento da decadência, e, consequentemente, do abandono. Novamente configura-se uma visão progressista de desenvolvimento, que pressupõe um fluxo de crescente complexidade até a vida adulta e um declínio que se inicia na velhice. A Teoria das Representações Sociais, desenvolvida no âmbito da Psicologia Social, tem oferecido um importante aporte teórico aos pesquisadores que buscam compreender os significados, e os processos neles imbricados, criados pelos homens para explicar o mundo e sua inserção dentro dele. Da ideia primitiva que caracterizava a criança como um ser humano imperfeito, inconcluso, portador de inúmeras deficiências que deveriam ser sanadas até se atingir a idade adulta.
As representações dessa fase da vida assemelham-se às representações do mundo infantil. Representada como um ser pueril e lúdico, a criança não tem capacidade para se responsabilizar por si mesma, necessitando, como o idoso, do apoio adulto. A dependência torna-se, assim, um elemento estruturante das representações do desenvolvimento dessas duas fases da vida, ao mesmo tempo em que define o lugar” do adulto no processo de desenvolvimento ao longo da vida. É na vida adulta que se assume a responsabilidade do trabalho, da constituição de uma família, a qual se torna, por excelência, o local de proteção da infância e da velhice. É nessa perspectiva que o estabelecimento de um diálogo entre a psicologia popular, já que ambas apresentam algumas proposições comuns: a construção de teorias normativas pelo senso comum e sua necessária inserção cultural, a centralidade da preocupação com a produção de sentidos, além da atenção voltada para a assimilação do conhecimento científico pelo pensamento social. Foi também que a adolescência adquiriu relevância social, tornando-se objeto de investigação científica e de representação social. Diferentemente da criança, concebida como sinônimo de dependência, ao adolescente